21 dezembro 2011

Jantar de natal 2011 - TMN

Mais uma vez este ano
Nesta altura de Natal
Se realizou um jantar
Para juntar o pessoal


A comissão organizadora
Atenta ao número de mesas
Teve em conta este ano
A equipa das Devesas

E foi o Machado na Maia
O Restaurante escolhido
Famoso pela gastronomia
E largamente conhecido

O Dia 7 de Dezembro
Foi o mais consensual
Mesmo assim faltou gente
Neste encontro de Natal

Às 19 horas e trinta
Foi a hora combinada
O pessoal foi chegando
E juntou-se na entrada

Dum lado o restaurante
Do outro a Albergaria
Fomos para este lado
Mas aqui ninguém dormia

Já quase todos sentados
Distraídos com as entradas
Alguns por vários motivos
Ainda atendiam chamadas

Faltava o Pedro Araújo
Estava um pouco atrasado
Não sei se andava perdido
Mas chegou bem-humorado

O Hélder de prevenção
Quase sempre ocupado
Comia nos intervalos
Mas não estava chateado

É este profissionalismo
Que muita gente ignora
Não se come cá dentro
Por trabalhar lá pr'a fora

Como podem imaginar
O tempo passou depressa
Antes de uma acabar
Já chegava outra travessa

Por exigência da comissão
A técnica dos empregados
Obrigou a um pré-estágio
Pois estavam bem treinados

Combinando entre eles
Nos temos que os cansar
Vão comer sem intervalos
E depois vão regressar


Foi um fio condutor
Das entradas ao café
Todos sempre a comer
Sem ninguém se pôr de pé

Apenas uma excepção
Para quém ia fumar
Vinha cá fora um instante
Para depois recuperar

Foram quase quatro horas
Comendo sem interrupção
Mesmo quando um grupo
Nos cantava uma canção

É cedo para as janeiras
Mas deixemo-nos de treta
Cantamos aqui pós gajos
E cai sempre uma gorjeta

E o certo é que resulta
Embora alguns esquecidos
Não deram moeda nenhuma
Fazendo-se distraídos

Como eu estava de costas
Fui um dos que nada dei
Se juntaram muito ou pouco
Isso agora é que não sei

Mão é assim a diversão
E ninguém pode condenar
Uma pequena distracção
Quando estamos a jantar

Foi um jantar continuado
Sem tempo para descansar
Alguns um pouco exaustos
Começaram a trabalhar

Sortearam algumas ofertas
Patrocinadas pelo grupo
Que implicaram aumento
Ao Já nosso contributo

Esta entrega das ofertas
Foi uma parte engraçada
Contribuindo bastante
Para a noite bem passada

Ofertas só para alguns
Tinham que ser sorteadas
Houve pessoas sortudas
E outras mais azaradas

O Costa pode-se queixar
Porque isso não se faz
Saiu-lhe a garrafa de Whisky
Ninguém o deixou em paz

Costa abre a garrafa!!!
Gritava quase toda a gente
Costa abre a garrafa!!!
Mas ele estava indiferente

Fizeram várias propostas!
Mas o Costa não está cá!
O Whisky vai para casa!
E ninguém aqui o abrirá!

Eu ainda fiz a minha
E quase levei um murro
Ofereci-lhe uma garrafa
De vinho "Cabeça de burro"

O Luís Frade à beira dele
Era o mais inconformado
Fazendo várias tentativas
Nenhuma teve resultado

A sua persuasão
Continuou à saída
Mas chegou à conclusão
Que era uma luta perdida

Parabéns ao amigo Costa
Pela sua intransigência
Mas para o ano há mais
E nós temos paciência

E são estas peripécias
Que hoje aqui registamos
Ficando elas escritas
Facilmente as recordamos

E assim se realizou
Mais um jantar de Natal
Encontro muito fraterno
Nesta época especial

São momentos como este
Que nos ajudam a pensar
Que existem outros valores
Além do simples trabalhar

Quero agradecer ao Costa
Que me incitou a fazer
Redigir estas palavras
E fi-lo com muito prazer

Se notarem algum lapso
Foi o autor que esqueceu
Mas passado este tempo
A multa já prescreveu

Termino com abraço
Neste momento especial
Desejando a toda agente
Um grande e feliz Natal


Um abraço

Bom Natal

Bom Ano 2012


Cardoso


20-12-2011

19 novembro 2011

Os 60 Anos do António

Em 1951
No dia 12 de Novembro
O mundo ficou mais rico
Ao nascer um novo membro

Viria a chamar-se António
Nome que alguém escolheu
Nome de Santo protector
E santo António o protegeu

Mal ele saiu da gruta
Pensou para os seus botões
Estava tão sossegadinho
E vim para estas confusões

Foi acolhido pela família
Com muito amor e carinho
Sentindo o ambiente frio
Quando estava tão quentinho

Adaptando-se a este mundo
Pensou logo em crescer
Fazendo muito pela vida
A dormir e a comer

Quando foi para a escola
Seguiu o seu itinerário
Com o apoio dos pais
Ingressou no seminário

Mas em pouco tempo sentiu
Que foi um passo em vão
Porque ser Padre na vida
Não era a sua vocação

Então a partir daqui
Mudou a sua trajectória
Tendo várias actividades
Ao longo da sua história

Trabalhou na agricultura
Foi ferrageiro e carpinteiro
Alem de outras actividades
Foi electricista e mineiro

Após casar com a Elisabete
Continuou a sua labuta
Com ela determinada
Os dois foram à luta

Negócio após negócio
Das cassetes à mercearia
Componentes de automóveis
Passando pela tabacaria

Também o minimercado
Foi mais um passo fatigante
Com muitas horas de trabalho
Levando a vida por diante

Mas também tiveram momentos
Que foram muito especiais
Quando nasceu uma linda filha
Que é o orgulho dos seus pais

E é o calor da família
Que cria muitos afectos
E assim são compensados
Pelo sorriso dos dois netos

A vida assim continuou
Sempre com a esperança
De fazer face às dificuldades
E foi então para segurança

Sempre prontos a melhorar
As suas vidas no dia a dia
Iniciaram novo negócio
Com uma engomadoria

Tudo isto a propósito
Do António festejar
Os 60 anos de vida
No ambiente familiar

Pessoa muito afável
E de muito boa relação
A humildade do seu sorriso
Revela o seu coração

Muitos e muitos Parabéns
Pelos 60 anos de vida
Continua sempre a sorrir
E deixa a tristeza esquecida
Um grande Abraço!!!
Muitos Parabéns!!!!!
Domingos

10 outubro 2011

Passeio da sueca - Outubro 2011

Cumprindo a tradição
Mais uma vez os confrades
Realizaram o almoço
Com as suas celebridades

Foi sempre em 5 de Outubro
E este ano continuou
Estamos gratos ao Manuel
E ao Sérgio que ajudou

Que organizem para o ano
É essa a nossa esperança
Expressamos aqui já
O nosso voto de confiança

Por volta das 8:30
Como estava combinado
O pessoal foi chegando
Ao local estipulado

O Sérgio ao ver o Hernâni
De calças curtas e chinelos
Perguntou-lhe se ia às solhas
Com estes conjuntos tão belos

Entretanto recebemos
Uma prenda neste dia
Um porta-chaves alusivo
Ao passeio da confraria

Passava a hora prevista
E o autocarro não chegava
Alguém seria informado
Que estava na outra entrada

Para lá nos deslocamos
E esperamos um bocado
Que chegasse um confrade
Por estar um pouco atrasado

Entretanto o Jordão
Subindo nas suas calmas
Quando foi avistado
Recebe uma salva de palmas

Bom dia minhas senhoras
Diz o Hernâni ao pessoal
Ao entrar no autocarro
Numa saudação especial

Um pequeno autocarro
Que dava para vinte e oito
Chegou para nós e sobrou
Porque só éramos dezoito

Lá partimos calmamente
Para Celorico da Beira
Que foi o destino escolhido
Para a agradável cavaqueira

Apanhamos a A1
E saímos para Viseu
Paramos na área de Vouzela
A primeira que apareceu

No seguimento da viagem
O autocarro avariou
Um pequeno problema
Que o motorista arranjou

É evidente que provocou
Algum atraso na viagem
Porque na área de Viseu
Fizemos nova paragem

Passamos em Mangualde
Perto da praia artificial
Piscina de água salgada
E um maravilhoso areal

Estávamos na A25
Saímos para Celorico
E numa breve paragem
O Correia trouxe um pilrito

Não sei onde o arranjou
Mas tendo ido a terreiro
De certeza que o cortou
Dum singular pilriteiro

Esta paragem serviu
Para apanhar o nosso guia
Excelente organização
Preparada para este dia

Prosseguindo iniciamos
As nossas visitas guiadas
A vários locais interessantes
E previamente organizadas

Subimos à serra do Ralo
Para ver o parque eólico
O mais rentável do País
Num local muito simbólico

16 Antenas imponentes
Ao longo daquela Serra
Que geram muita energia
Para benefício da terra

De seguida vistamos
A escola museu de Salgueirais
Pólo de atraccão turístico
E preservação de bens culturais

Das carteiras com tinteiros
Aos quadros de lousa antigos
Relembramos também os mapas
Assim como os "nossos" livros

No regresso o Hernâni
Trouxe um ramo de alfazema
Dizendo a quem o criticou
Que fazia omeleta sem gema

Chamou atenção o Tonecas
Que o Hernâni é inteligente
Chamou Corvo a uma Águia
E eu registo a patente

Eram quase treze horas
Fomos para o restaurante
Passamos Vide Entre Vinhas
Uma freguesia brilhante

Os nossos sinceros parabéns
E uma saudação especial
Ao amigo Manuel Gonçalves
Pela sua linda terra Natal

Seguidamente foi o almoço
No Lagar Municipal
Junto ao Rio Mondego
Num excelente local

Antigo Lagar de Azeite
Hoje um Centro de eleição
De Investigação Gastronómica
Importante na Região

Com restaurante e um bar
Num local acolhedor
Tem uma beleza natural
Na envolvente exterior

No início as entradas
Com muita coisa variada
E uma sopa de legumes
Muito bem temperada

Um pequeno intervalo
E depois veio a Lagarada
Um excelente prato de peixe
Que serviram à rapaziada

Mas há pessoas especiais
Como o nosso presidente
Pediu polvo em vez de peixe
Porque ele é diferente

E se me fazem perguntas
Ainda levo com uma estaca
É que ele em vez de carne
Preferiu bife de vaca

Tudo isto para dizer
Que ele não é esquisito
Se o peixe era bacalhau
A carne era cabrito

Disse o Hernâni à empregada
Menina pode ter a certeza
Que aqui sou a pessoa
Mais importante da mesa

O Ricardo repostou
Menina diga a esse senhor
Eu sou o único que trabalha
E sou o único que tem valor

Numa pequena discussão
E contra o que é normal
O Batista levanta a voz
E acorda o pessoal

Na outra mesa o Moreira
Disse para baixar o nível
Está calado e organiza!
Para te tornares credível

O Sérgio e o Tonecas
Preparavam alguma rasteira
Num diálogo baixinho
Para fazer ao Moreira

O Moreira observador
Já estava a desconfiar
Dizendo! Eu estou-vos ver!!
Furou o plano traçado

A partir daqui os dois
Ficaram nestas paragens
Apenas despoletando
O envio de mensagens

Sérgio disse ao Ricardo
Não sejas impertinente
Sou sub organizador
Respeita toda esta gente

Tu és organizador!
Onde está a fatiota?
Da forma que estás vestido
Não passas de um idiota

Aqui existe hierarquia
Mas foi ele que organizou
Apenas dou directrizes
Mandei tratar e ele tratou!

No fim do almoço sentados
Estavam algumas celebridades
O Moreira viu uma mangueira
E deu banho aos confrades

Todos muito bem dispostos
Após conversa com o guia
Prosseguimos as visitas
Programadas para o dia

O museu do agricultor
Foi a visita que se seguiu
Num edifício recuperado
Lindo para quem o viu

Em homenagem ao queijo da serra
Descreve parte do seu historial
E a dedicação daquelas gentes
Ao fabrico artesanal

Acessórios e ferramentas
E sabedoria na concepção
Deram origem a um produto
Ex - libris da região

Já perto da 17h00
Talvez por pouca saúde
Alguns não foram ao castelo
A 550 metros de altitude

Edificado na idade média
Tem uma torre quadrada
Com um espaço multimédia
E muito bem recuperada

Num esforço suplementar
Aqui o guia turístico
Descrevia a sua história
Num ambiente paisagístico

E a câmara de Celorico
Nestes espaços medievais
Faz eventos recreativos
E várias acções culturais

Estávamos na recta final
Tínhamos ainda um desejo
Muito perto do castelo
Ficava o Solar do Queijo

Situado na Zona Histórica
Cujo Museu é um esplendor
Mostrando as fases do Queijo
Da ordenha ao consumidor

Espaço de arte e cultura
Num ambiente agradável
Expondo vários artefactos
Com uma história admirável

Mudamos para outra sala
E o que fomos encontrar
Mesas com aperitivos
E cadeiras para nos sentar

Pratinhos de queijo e enchidos
Para visitantes degustar
Com vinho, água e sumos
Para quem quis acompanhar

No fim eram só prendinhas
Que a maior parte comprou
O mais esperto foi o Moreira
Que trouxe e não pagou

Convém aqui ressalvar
Que o Moreira tinha razão
Estando os aperitivos pagos
Aproveitou a ocasião

Regressamos a nossa sede
Com uma paragem em Vouzela
Tirando uma foto do grupo
Para mais tarde olhar para

Diz o Ricardo ao Hernâni
Abraçando-o com amizade
O Hernâni! Tu és um felizardo
Olha bem para ti com esta idade

Que ninguém acabe com isto
Porque pode passar mal
Disse o Ricardo à noite
Que o mete em tribunal

Motorista acende a luz
Cuidado com o amor!
Já fui a Madrid com Gays
E portaram-se melhor

Foi um dia bem passado
Em convívio natural
Diversas visitas guiadas
De âmbito histórico-cultural

Ao amigo Manuel Gonçalves
Assim com ao Sérgio também
Renovamos toda a confiança
E até ao ano que vem


Abraço

DCC
5-out-2011

02 outubro 2011

Baptizado do Rodrigo 2011-09-25

No dia 16 de Dezembro
Do ano 2010
Nasceu um principezinho
Pondo o mundo a seus pés

Logo após o nascimento
Foi o centro das atenções
Estava tão sossegadinho!
E vim para estas confusões!

Uma fofura de menino
A que chamaram Rodrigo
Filho do Rui e da Susana
Que lhe dão todo o abrigo

A ternura do seu olhar
Provoca a cada momento
Uma vontade de conversar
Lendo o seu pensamento

Aquele brilho dos seus olhos
Que ao sorrir os pais adoram
Transmite alegria ao mundo
Mesmo quando eles choram

Se a dormir está tranquilo
Quando acorda fica calado
Observando à sua volta
Este mundo conturbado

O que é que ele pensará
Com tanta atenção que tem
Nunca me deixam em paz
E não fiz mal a ninguém

Mas esta vida atribulada
Em constante mutação
Levou a que os seus pais
Pensassem numa celebração

Em meados de Agosto
A Susana me telefonou
Querendo falar connosco
E logo se combinou

Ficou então acordado
O encontro após o jantar
Nessa noite em minha casa
Para todos conversar

Muito bem acompanhada
Com o Rui e o Rodrigo
Se um é o filho adorável
O outro é o pai muito amigo

Chegaram a minha casa
Que só a Susana conhecia
Mas o Rodrigo não estranhou
Porque ao entrar ainda dormia

Foi então que nos informaram
Que no dia 25 de Setembro
Era o Baptizado do Rodrigo
Que nasceu a 16 de Dezembro

Amavelmente nos convidaram
A ir a este acontecimento
Que era o primeiro acto solene
Após a data de nascimento

E no dia do baptizado
Fomos directos ao recinto
Do lindo adro que tem
A igreja de Rio Tinto

Num belo dia de sol
Que fez a sua aparição
O pessoal foi chegando
Para assistir à celebração

Para fugir ao calor
Os convidados iam entrando
Para dentro da Igreja
Onde se iam sentando

Já passava da hora
E o pessoal convidado
Foi informado que o padre
Estava um pouco atrasado

Bastantes casais na frente
Estavam bem aconchegados
Foi então que reparei
Que eram três os baptizados

Entretanto chega o padre
Sem dar muito nas vistas
Perguntando a todos os pais
O Nome dos protagonistas

Deu início à cerimónia
Não sem antes avisar
Que na igreja só as crianças
Poderiam conversar

Respeitado o seu pedido
Iniciou a celebração
Numa igreja muito bonita
Propensa a esta ocasião

Flashes e mais flashes
Nos momentos cruciais
Procurando os padrinhos
E principalmente os pais

Foi uma cerimónia bonita
Em que todos os actores
Se portaram muito bem
Como grandes senhores

No momento do baptismo
Acharam um pouco estranho
Para que é esta água toda!
Se já hoje tomei banho!

Fazendo parte do protocolo
Foi a assinatura do dia
Com os pais e os padrinhos
A mostrarem a caligrafia

A tiragem de fotografias
Prosseguiu no exterior
À frente os profissionais
E atrás os amadores

Seguimos para o Restaurante
A quinta de Montezelo
Um local acolhedor
Sossegado e muito belo

Começamos nas entradas
Estava eu renitente
A uma sangria especial
Que deliciou muita gente

Especialidade da casa
Feita de fruta variada
Fiquei fã dessa bebida
Que serviram na entrada

Com variadas entradas
Para o pessoal saborear
Havia outras bebidas
Que podiam acompanhar

Num ambiente agradável
Envolvendo música ao vivo
Quando ela é muito suave
O tempo passa despercebido

Alguns tiravam umas fotos
Com o pessoal a conversar
Colhendo alguns instantâneos
Para mais tarde Recordar
Como estímulo ou incentivo
As crianças foram coroadas
Para almoçarem primeiro
Numa mesa redonda sentadas

No fim foram brincar
Mas sob supervisão
E os pais foram almoçar
Sem nenhuma preocupação

Então os adultos lá foram
Para a sala especial
Vendo na entrada a mesa
Atribuída ao pessoal

Pensando eu ao entrar
Que ia ficar num cantinho
Tive que ficar na Entrada
Que era a mesa do cavalinho

Uma ementa especial
Servindo a qualquer pessoa
Se não quiser lombo assado
Escolhe bacalhau com broa

Vinho de mesa maduro
Verde tinto ou verde branco
Água sumos e outros
Tudo estava um encanto

Depois veio a sobremesa
Que dela toda a gente gosta
A dificuldade está na escolha
De tanta variedade exposta

De seguida mais um momento
Veio o bolo do baptizado
Suportando um monumento
Devidamente arquitectado

Champanhe dado a todos
E toda gente brindou
Começaram a dar o bolo
E toda agente provou

Ordem para sair
Vamos para outro salão
Podemos lá tomar café
Com música de ocasião

Era um salão de baile
Para quem queria dançar
Uns dançavam aos pares
Outros sozinhos a saltar

Depois de tanto comer
Um fim de tarde divertido
E os empregados atentos
Para ninguém ficar esquecido

E assim se passou o dia
Com tudo bem organizado
Mas os organizadores
Tiveram um dia cansado

Chegamos ao fim do dia
E na hora da despedida
Deram-nos uma chupeta
No corredor de saída

Para eles foi ponto de honra
Ficar com uma fotografia
Do pessoal com a chupeta
Para recordação do dia

Parabéns ao Rodrigo
E aos seus progenitores
Porque deste acto solene
Emergem outros valores

Parabéns!!
E muitas felicidades!!!!


DCC

10 julho 2011

Comunhão do Hugo - 23 de Junho 2011

No dia 18 de Junho
A Carla nos informou
Que o Hugo ia comungar
E com gosto nos convidou

O dia 23 de Junho
Foi o dia comunhão
Dia do corpo de Deus
E véspera de São João

A festa veio a realizar-se
Em S. Romão do Coronado
Juntando-se no átrio da igreja
Todo o pessoal convidado

Estar na igreja às nove
Disse a Carla ao convidar
Assim quem veio depois
Acabou por não se atrasar

Passados alguns minutos
Eis que o Hugo está a chegar
Com um fatinho igual ao pai
Parecia que ia casar

Sendo imperioso registar
Alguns momentos deste dia
É necessário requisitar
Profissionais de fotografia

E nestes actos singulares
Nada poderá escapar
Enquanto um fotografa
Há outro sempre a filmar

Chegado o protagonista
Mais a família e convidados
Há que chamá-los a todos
Para serem fotografados

Mas o bonito sol do dia
Era um grande problema
Se para nós era agradável
Para o Hugo era um dilema

Estava prestes a começar
O momento mais importante
E os Catequistas alinharam
Os miúdos num instante

Assim entraram na Igreja
Pareciam bem ensaiados
Direitinhos e caladinhos
Ao contrário dos convidados

Iniciou-se a cerimónia
Com o grupo coral a cantar
Criando um lindo ambiente
Com muitos outros a cantar

Neste dia especial
O Hugo participou
Fazendo uma leitura
Que a família adorou

Sendo a primeira vez
Que eles iam comungar
Os miúdos estavam nervosos
Ao ver o momento chegar

Tudo correu muito bem
E ninguém se manifestou
Todos comeram o pão
E acho ninguém se queixou

Acabada a cerimónia
Fomos lá perto ao café
Uns conversavam sentados
Outros fumavam de pé

É a lei anti-tabaco
Que quem fuma não ignora
Mesmo não tendo cadeiras
Têm que fumar cá fora

Por volta do meio-dia
Fomos para o Restaurante
Designado por S. Cristóvão
Chegamos lá num instante.

Estava a mesa preparada
Para receber os convidados
Enquanto não comiam
Já eram fotografados

A ementa era boa
E para o mais esquisito
Se não queria bacalhau
Podia escolher cabrito

Vinho verde ou maduro
Branco ou tinto a escolher
Água e sumos variados
Ninguém deixou de beber

Uma pausa para a sobremesa
Para apanhar um pouco de ar
Dando duas de conversa
Para o estômago descansar

Finalizado o almoço
A Carla nos convidou
A ir ver a casa dela
Onde gente não faltou

Estando lá o pessoal
Ali é ela quem manda
Toca a levar as travessas
Para o terreno da Sandra

Dali para a igreja
Foi um tirinho de carro
Estavam já os preparativos
Para a procissão no adro

Ainda dentro da igreja
O padre fez uma oração
Juntando ali as crianças
Antes de sair a procissão

Para levar um estandarte
Não apareceu nenhum Manel
Então a Carla se decidiu
Anda lá tu ó Miguel

A procissão lá saiu
Com o pessoal alinhado
Em duas filas perfeitas
Parecia bem ensaiado

Deu uma volta à capela
Regressando depois ao adro
Terminando assim a festa
De S. Romão do Coronado

Mas nós continuamos
O nosso destino supremo
E por volta das 18:30
Regressamos ao terreno

Parabéns ao Nuno e Sandra
Que nos receberam com sorriso
Num local acolhedor
Com tudo o que é preciso

Preparada para o lanche
Uma mesa nos esperava
Na garagem do anexo
Que mais parece uma casa

Toda a gente se sentou
E ninguém se fez rogado
Curtindo o camarão
Enquanto era fotografado

Enquanto fotografavam
Convidados e criancinhas
Começavam os preparativos
Para assarem as sardinhas

Recorde-se que era véspera
Do dia de S. João
Em que as sardinhas à noite
São uma grande tradição

Música não faltava
Para quem quisesse dançar
Num espaço preparado
Com holofotes a iluminar

De seguida o Hugo ofereceu
Um envelope com fotografia
Para que todos os convidados
Recordem mais tarde este dia

Por fim partiu o bolo
Mortinho por saborear
Pedindo então aos seus pais
Que o viessem ajudar

A Festa assim continuou
Enquanto as sardinhas assavam
Uns lá dentro a conversar
E outros cá fora dançavam

Já depois das dez da noite
Para nós estava a acabar
Devido a outro compromisso
Tivemos que os deixar

Imagino que a festa
Entrou pela madrugada
Fazendo jus ao S. João
Culminou com sardinhada

Ao Hugo os nossos parabéns
Sinceros com amizade
Continua sempre a sorrir
No meio da felicidade


FELICIDADES

07 maio 2011

Casamento - Daniela 30-04-2011 Relato

As palavras que se seguem
Tentam relatar o evento
Para que fiquem registados
Os passos do casamento

Toda a organização
E o seu envolvimento
Foi da Daniela e do Nuno
Absorvendo bastante tempo

É evidente que os pais
Deram o apoio total
Para que se evitasse
Que algo corresse mal

Num evento deste tipo
De encontros e alegrias
Anseia-se pelo bom tempo
Para tirar fotografias

De manhã esteve bom
O S. Pedro fez um esforço
Depois a chuva apareceu
Quase à hora do almoço

Nada que viesse a afectar
A alegria e boa disposição
Os noivos e os convidados
Presentes nesta ocasião

Ao início da manhã
Abanam os corações
Um nervoso miudinho
Normal nestas ocasiões

Assim os preparativos
Que é normal nestes dias
Primeiro vestir bem os noivos
Para as primeiras fotografias

Primeiro foram ao noivo
Tirá-las em casa dos pais
Por uma equipa de 3 pessoas
Excelentes profissionais

A noiva na cabeleireira
Enquanto isto acontecia
Torcendo para que tudo
Corresse bem neste dia

Quando chegou a casa
Com o sorriso rasgado
Viu logo que os fotógrafos
Já cá tinham chegado

Um agradecimento à Sara
Por tudo o que ajudou
Além de a trazer a casa
Também a tranquilizou

Após a noiva vestida
Começaram a fotografar
Memorizando imagens
Para mais tarde recordar

Eram 3 profissionais
Exigentes a trabalhar
Dois tiravam fotografias
E o outro sempre a filmar

Entretanto chega a Sara
Amiga de longa data
Quase estávamos a sair
Foi quando chegou a Marta

Foi tempo suficiente
Para trocarem um beijinho
Revelando aquelas amigas
Toda a amizade e carinho

Eram quase dez e trinta
Não podia haver demora
Foi quando saímos de casa
Quase em cima da hora

Chegados à Igreja do Corim
Tivemos que esperar
Que filmassem o noivo
Sem a noiva o enxergar

Foi entregue aos convidados
Um prospecto relativo
À celebração do Matrimónio
Com as leituras nele contido

Depois entramos na Igreja
Devidamente autorizados
Com o olhar atento do noivo
E de todos os convidados

Começada a cerimónia
O momento alto chegou
Com o cântico de entrada
Foi assim que se iniciou

Os pequenos cantores do Corim
Mostraram seus pergaminhos
Abrilhantaram a cerimónia
Cantando todos certinhos

O Pedro e a mãe do Nuno
Os dois leram as leituras
Controlando as emoções
Normais nestas alturas

Após leitura do Evangelho
O Padre fez a Homilia
Foram só elogios aos noivos
Os protagonistas do dia

É um Padre engraçado
Pondo as pessoas à vontade
Com muito sentido de humor
Apesar da sua idade

Tendo ele trabalhado
Vários anos com a Daniela
Conhecendo os seus atributos
Voltou-se mais para ela

Destacando a catequista
Exigente e organizada
O Padre sublinhou
Que era muito empenhada

Vários anos de catequese
Que o Padre nunca esqueceu
Realçando esse facto
Publicamente agradeceu

No que respeita ao noivo
Que o Padre diz não conhecer
Tem que ter boas qualidades
Para a Daniela o escolher

A cerimónia prosseguiu
Com o Rito do Matrimónio
Os noivos deram o laço
Sob o olhar de S. António

Um acto muito bonito
Que os noivos propiciaram
Oferecer o ramo a Nº Senhora
E os convidados adoraram

Terminada a cerimónia
Foram assinar juntinhos
O contrato da sua vida
Atestado pelos padrinhos

Quando saíram da Igreja
Muito arroz lhes atiraram
Mesmo entrando no corpo
Eles nunca desanimaram

Os fotógrafos registaram
Um momento diferente
Juntaram os convidados
Fotografando toda a gente

O Pedro providenciou
Uma surpresa especial
Um BMW alta gama
Para transportar o casal

Chegamos à Quinta da Serra
Foi este o local escolhido
Para todos comemorar
O compromisso assumido

É um local aprazível
E muito acolhedor
Mas para além de não chover
Não pode estar muito calor

Estava ainda bom tempo
E os convidados chegaram
Uns ficaram de pé
Outros logo se sentaram

Saboreando o momento
Com saborosas entradas
Acompanharam também
Com bebidas variadas

Precedendo o almoço
Como é apanágio nestes dias
Os noivos e os convidados
Foram tirar fotografias

Aproximou-se o almoço
E a chuva apareceu
Pensou-se que pararia
Mas toda a tarde choveu

As mesas identificadas
Por conjuntos musicais
Foi engraçado verificar
A dificuldade de alguns casais

Com toda a gente sentada
Atento estava o pessoal
Quando entraram os noivos
Uma aclamação especial

Tudo bem organizado
Informação não faltava
Até ementa individual
Que cada um consultava

E o almoço para começar
Não estava nada mau
Com broa e batata a murro
Era bom o bacalhau

As bebidas à descrição
Cada um podia escolher
Aguas vinhos ou sumos
Ninguém deixou de beber

Nas mesas estava um papel
Para que cada convidado
Escrevesse uma mensagem
De algo que tenha lembrado

Por solicitação dos noivos
Um desenho a acompanhar
Devem querer fazer um livro
Para mais tarde recordar

A seguir ao bacalhau
Veio um assado perfeito
Um misto de vitela e porco
Com o pessoal satisfeito

Uma agradável surpresa
Foi a tarte de maça quente
Que com bola de gelado
Deliciou aquela gente

Entretanto entra na sala
Um grupo de dançarinas
Uma bonita surpresa
Estas simpáticas meninas

Dançaram vários temas
Envolvendo os convidados
Se alguns foram na onda
Os outros ficaram sentados

Com a noiva integrada
Num grupo que conhecia
Dançou com estas meninas
Em perfeita sintonia

Tanto a noiva como a Sara
Pareciam ter ensaiado
Dançando vários temas
Sem nenhum passo falhado

Enquanto isto, o noivo
Sempre atento, conversava
Observando em permanência
Os passos que a noiva dava

Bem tinha ele avisado
Que jamais ali dançaria
Pensei que surpreendesse
Os convidados neste dia

O tempo assim foi passando
E mais uma surpresa do dia
Com o crescimento dos noivos
Projectado em fotografia

Toda a sua evolução
Desde o tempo de meninos
Revivendo amigos e familiares
Quando eram pequeninos

Estando alguns ali presentes
Ficaram muito fascinados
Recordando alguns momentos
Que já não estavam lembrados

Entretanto os empregados
Em intervalo de surpresas
Disponibilizou ao pessoal
O Buffet de sobremesas

Chegou então a minha vez
De ser chamado a apresentar
Uma pequena surpresa
Que tinha para projectar

Era uns versos que escrevi
Simples e muito leais
Ficando para os noivos
Uma dedicatória dos pais

E com estes continuo
A registar a memória
Assinalando o evento
Ficando assim na história

E mais uma vez os noivos
Com muita subtileza
Chamaram a eles os seus pais
Para mais uma surpresa

Cada um ofereceu à mãe
Com amor e simpatia
Um lindo ramo de flores
Antecipando o seu dia

Aos pais deram um suporte
Com várias fotografias
Alusivas ao casamento
E arranjadas neste dia

Depois deram uma voltinha
Para darem aos convidados
Uma foto e um brinde
E assim ficarem lembrados


Com mais uma outra dança
Chegou a hora de jantar
Com mesa regional
E bolo da noiva para acabar

Faltava partir o bolo
Para terminar em beleza
Quando isso aconteceu
Eis aqui outra surpresa

Estando nós dentro da sala
E lá fora sempre a chover
O fogo através do vidro
Foi bonito de se ver

Auxiliado com champanhe
Lá comemos uma fatia
Distribuído pelos noivos
Para finalizarmos o dia

Já alguns convidados
Por um ou outro motivo
Não assistiram ao bolo
Por já terem saído

E assim se passou o dia
Vivido em cada momento
Passou-se rapidamente
Quase sem dar pelo tempo

A todos os convidados
Sem nenhuma excepção
O meu muito obrigado
Do fundo do coração

Com tanta cordialidade
E uma enorme simpatia
Mesmo chovendo de tarde

O "sol" brilhou todo dia

Para os noivos uma palavra
Imagino seu cansaço
Para a Daniela um beijinho
E para o Nuno um abraço


Muitos parabéns
Muitas felicidades



DCC

02 maio 2011

Casamento Daniela e Nuno - 30-04-2011

Nasceu um dia uma flor
E com alegria cresceu
Com chuva sol ou nevoeiro
Ela nunca esmoreceu

Cresceu, sorriu e chorou
Com alegria de viver
E nunca abdicou
De lutar para vencer

Com a ajuda dos seus pais
Com muito amor e carinho
Foi com toda a liberdade
Que escolheu o seu caminho

A sua forte determinação
Qualidade inata e genuína
Mostra a sua personalidade
Desde os tempos de menina

Muitas foram as decisões
E foi ela que as tomou
Pensando num objectivo
Por ele sempre lutou

Como filha é adorável
Não podendo fazer mais
E ela sabe muito bem
Que é o orgulho dos pais

Quis um dia o destino
E tinha que acontecer
Que a Daniela e o Nuno
Se viessem a conhecer

Os dias foram passando
E cada um falava de si
Diz um dia a Daniela
Ainda bem que te conheci!

O Nuno apreensivo
Olha para ela de lado
Com um sorriso maroto
Respondeu, ficando calado

Se o silêncio é de ouro
E muita gente dele gosta
Não preciso de falar
Aqui está minha resposta

E pensaram passo a passo
Prosseguirem o seu percurso
Antes de mudarem de vida
Tinham que acabar o curso

Após estarem resolvidos
Os estudos de cada um
Decidiram então depois
Ter uma vida comum

Duas pessoas inteligentes
Com uma forte relação
De certeza que no futuro
Se vão dar na perfeição

A todos os convidados
Presentes neste evento
Obrigado em nome dos noivos
Terem vindo ao casamento

Um beijo especial
À tua avó de Amarante
Que se pudesse estar presente
Estaria radiante

Aos padrinhos, Pedro e Sara
Um cumprimento especial
Relevo a grande amizade
Que nutrem por este casal

Permitam-me neste momento
Sem desprimor para ninguém
Um abraço com amizade
Aos pais do Nuno também

Ao Nuno e à Daniela
Neste dia especial
Toda a sorte do mundo
A este futuro casal

Beijos e Abraços
E muitas felicidades

DCC

30-Abril-2011

06 abril 2011

Almoço do Botelho e Gonçalves 2 de Abril 20111

No dia 22 de Março
Um E-mail eu recebi
A Formular um convite
Ao qual logo aderi

A realização dum almoço
Foi o principal objectivo
Em homenagem ao Botelho
Que se desligou do activo

O colega Alberto Gonçalves
Resolveu também sair
Após alguma indefinição
Acabou por se decidir

Assim esta homenagem
Que consagra este evento
Abrange dois protagonistas
Que saem ao mesmo tempo

Sábado, dia 2 de Abril
Foi a data ideal
No restaurante "O Malheiro"
Num excelente local

Na Rua das Pedras Rubras
E porque o pessoal merece
Até foram fornecidas
As coordenadas para o GPS

E sem culpas para este
Que só dá voz de comando
Seleccionamos "O Malheiro"
E fomos ter ao "Fernando"

Os promotores decidiram
Que o encontro ficou marcado
Às 12:30 em ponto
Para quem não chegue atrasado

Escolhido o restaurante
Com uma ementa selectiva
O bacalhau foi o prato forte
E a vitela a alternativa

O Victor e O Cardoso
Foram os primeiros a chegar
Faziam a sua caminhada
Estava eu estava a estacionar

O pessoal foi chegando
E conversando sem stress
Identificando alguns colegas
Enganados pelo GPS

Por volta das 13 horas
Iniciou-se o almoço
Com toda a gente solidária
Nesta prova de esforço

Já estávamos nós à mesa
Aquecendo para as entradas
E alguém disse com humor
"As noivas não estão sentadas"

No início o pessoal
Mostrou-se muito disponível
Para começar a desbravar
O que era mais apetecível

Com vinho à descrição
E outras bebidas variadas
O pessoal distraiu-se
E deu cabo das entradas

Passado algum tempo
Lá chegou o Bacalhau
Só não comeu quem não quis
E não estava nada mau

Depois chegou a vitela
Cumprindo a ementa a preceito
Mas o pessoal comeu pouco
Porque estava satisfeito

Vários temas de conversa
Na mesa enquanto comem
Mas a mais animada
Foi a origem do homem

A Paula e o Alberto Queirós
Foram os seus protagonistas
Com Frade, Aníbal e o Victor
A darem algumas pistas

Ser ou não ser estéril
Eis a grande questão
Mas quando nasce uma mula
É uma grande confusão

Chegada a sobremesa
Era a altura ideal
Para dar a volta à mesa
E consultar o pessoal

Pedi a todos os presentes
Que ali com toda a calma
Dissessem em duas palavras
O que lhes ia na alma

Duas palavras apenas
Expressando o sentimento
De amizade que os ligam
E sentiam no momento

Embora sendo perceptível
É preciso esclarecer
Que se referem mais ao Botelho
Por muito tempo conviver

Aqui o Alberto Gonçalves
Não irá levar a mal
Pelos elogios ao Botelho
De forma individual

Começo pela Fernanda
Que do fundo do coração
Irá ter muitas saudades
Da sempre boa disposição

Dois amigos que nos deixam
Este grupo de boa gente
Recebam do amigo Oliveira
Um abraço para sempre

Se para o Cardoso é um bom amigo
Expressando assim a sua verdade
Para o Alexandre é um bom colega
Que deixará muita saudade

Ouvindo o António Teixeira
Deixou apenas uma dica
Não percebi a relação
Mas foi "Glorioso Benfica"

De seguida o Victor Monteiro
Com um sorriso no rosto
Destacou as piadas/estórias
Estando sempre bem disposto

Para o Aníbal, o Botelho
Deixa-nos muita saudade
Pela boa disposição
E muita tranquilidade

Do colega Alberto Queirós
Uma palavra especial à malta
Em especial ao Botelho
Que vai fazer muita falta

A Paula Sousa inveja
O início de vida para os dois
A pensar numas viagens
E tudo o que virá depois

O Bruno Tavares destacou
Tranquilidade e Fiabilidade
Enquanto Frade desejou
Aos dois muita felicidade

O Rui Matos guarda dele
Muito boas memórias
Considerando que ele é
O melhor contador de estórias

Destaca o Fernando Correia
O Homem sempre bem disposto
Prevalecendo o consenso
De contador de estórias com gosto

O Armando Quintas deixou
Uma frase conhecida
"Que seja o primeiro dia
Do resto da boa vida"

O destaque do Luís Martins
E que muito enaltece
Humor na ponta da língua
E um homem sem "Stress"


Uma nova etapa da vide
Com muita actividade
Vaticinou Manuel Oliveira
Nesta nova realidade

A Isabel também deseja
Do fundo do Coração
Saúde e muitas felicidades
E muito boa disposição

Deseja o Alberto Azevedo
O melhor nestes momentos
Tenham muito boa sorte
Nestes próximos tempos

Para o Pombo foi uma honra
O convívio ao longo dos anos
E assim se preservam valores
Na relação entre os humanos

Disse o Tiago a sorrir
Pensando em coisas boas
Em pouco tempo de convívio
Viu que são boas pessoas

Um exemplo de como se pode
Fazer tudo sem "Stress"
Quis sublinhar o Helder
Sobre o homem que não esquece

No que a mim (Cardoso) diz respeito
Há muitos anos te conheci
Embora fosse pouco o tempo
Que contigo convivi

Subscrevo por inteiro
Todos estes adjectivos
Reveladores das qualidades
Sentidas por estes amigos

Em nome de todos obrigado
Pelo ambiente e boa disposição
Que sempre proporcionavas
Qualquer que fosse a situação.

Dada a voz aos protagonistas
E a resposta é de cada um
"São todos muito bons rapazes"
Num sentimento comum

Em alguns breves discursos
O Alberto Queirós deu o mote
Frisou a falta que o Botelho faz
E que a sua saída foi um choque

Deu a prenda ao Botelho
Um relógio Bonitinho
Que com um sorriso rasgado
O recebeu com carinho

Passaram logo a palavra
Para o Albano intervir
Disse que os melhores 30 anos
Ainda estão para vier

Logo corrigiu o Botelho
Que só deve estar nos 60
Você disse 30 anos
Mas não serão os 40?

Sugeriu ele ao Botelho
Que para o ver outra vez
Venha comemorar os anos
Aqui todos os fins de mês

Em relação ao Alberto
A relação é recente
Mas correu bastante bem
Num grupo de boa gente

Muitas felicidades e força
E obrigado por estares aqui
Em nome de todo o grupo
Tenho uma prenda para ti

Foi também um relógio
E ele muito bem disposto
Ficou obrigado a todos
E que pessoal teve bom gosto

De seguida o Botelho
Agradeceu a toda a gente
Não só por o ter aturado
Mas também por estar presente

O Alberto Realçou
Que é tímido e envergonhado
Que é que querem que diga!
O Melhor é estar calado!

Discurso para mim é fácil
Vou-vos dar um conselho
Eu cá vim de boleia
O homenageado é o Botelho

Todos os colegas são excelentes
Não me senti nada mal
Saio de consciência tranquila
Por ter sido sempre leal

Por fim o Manuel Oliveira
Frisou de modo aberto
Que o Botelho era o principal
Sem desprimor para o Alberto

Quero dizer qualquer coisa
Do fundo do coração
No momento da dar a noticia
Foi uma triste sensação

Uma pessoa muito válida
Numa actividade sem paragem
Obrigado pelo que fez por nós
Até ao momento de viragem

Continuem sempre activos
Disse a Paula de seguida
Isto é princípio e não um fim
É preciso gozar a vida

Dizendo que ia sentir a falta
Falou de seguida o Tiago
Espero que a culpa não seja minha
E obrigado por me ter aturado

De seguida o Fernando Correia
É com saudade, referiu
Ver o colega de labuta sair
Mas foi isso que sentiu

E o Alberto Queirós
Fez questão de frisar depois
Que o Fernando e o Botelho
Labutavam sempre os dois

Um abraço muito especial
A todos que estão ausentes
Que por variadas razões
Não puderam estar presentes

Para estes dois amigos
Uma palavra de amizade
Continuem a sorrir
Nesta nova realidade




Um grande abraço a todos
Cardoso