24 dezembro 2008
Natal PT 2008- FIL
Foi um ano diferente
Para os colaboradores PT
Por decisão do Presidente
Assumiu ser ponto de honra
Com tudo o que envolvia
Mas juntar a família PT
Era aquilo que ele queria
Ele já nos habituou
Que gosta de assumir
Empenhamento pessoal
Em tudo o que decidir
Para que tivesse êxito
Teve que escolher um local
Que para além de espaçoso
Fosse um ponto central
A FIL foi a escolhida
Sita no parque da Nações
Além de bem situada
Contempla vários pavilhões
Um dos grandes problemas
Era o transporte do pessoal
De vários pontos do mundo
Como também de Portugal
De carro ou de comboio
De avião ou de autocarro
O objectivo era chegar
Ao encontro marcado
De vários pontos do mundo
Chegaram Administradores
Em aviões especiais
Com mais colaboradores
Chegaram de Moçambique
De Botswana e Guiné
E também de Cabo Verde
Assim como São Tomé
Da Namíbia e Angola
Também vieram à FIL
Com destaque especial
Para quem veio do Brasil
Não esqueçamos Macau
E a Timor Telecom
Que enriquecem o portfólio
Da Portugal Telecom
De todos os pontos do País
Ajudados pelos promotores
Entraram para os comboios
Milhares de trabalhadores
Sobre o eixo Norte-Sul
Nas duas linhas principais
Chegavam ao Oriente
Os comboios especiais
Seleccionadas para a PT
As últimas quatro carruagens
O PT TMN
Efectuou muitas paragens
Para outros colaboradores
Isso já não aconteceu
Foram no Alfa Pendular
Designado PT MEO
O comboio PT SAPO
Para quem vinha do Minho
Era um ALFA Especial
Com três paragens no caminho
No PT BANDA LARGA
Que de Faro também veio
Vieram os colegas do Sul
Com duas paragens no meio
Honra aos promotores
Na promoção deste evento
Ao negociar com a CP
Barato estacionamento
Não me lembro na CP
Ser tão fácil viajar
Apenas mostrar o cartão
Sem nada para obliterar
Trabalhando em Devesas
Lá partimos nós de Gaia
Sendo nossa promotora
Uma bonita catraia
Uma viagem tranquila
E para evitar grande seca
Juntaram-se três equipas
Para jogar a sueca
A jogar ao bota fora
Às primeiras três partidas
As duas equipas mais fracas
Eram muito renhidas
Significa que uma equipa
Estava sempre a ganhar
E as equipas adversárias
Estavam sempre alternar
Era o Tiago e o Nuno
O Eduardo e o Pinho
Com o Pedro e o Cardoso
A pô-los fora do Joguinho
Até que a equipa ganhadora
Chegou a um ponto e cansou
Mesmo ganhando a partida
O jogo abandonou
Invocando desconhecer
Quais as regras da sueca
Não quiseram reconhecer
Que não tinham estaleca
Com uma hora de viagem
Lá veio o revisor
Que apenas queria ver
O cartão de colaborador
Com meia hora de atraso
Chegamos ao Oriente
Gerou-se alguma confusão
No meio de tanta gente
As placas identificativas
Para quem não sabia
Orientavam as pessoas
A promotora era a guia
Quando chegamos à FIL
Tivemos que esperar
Pelos colegas de Lisboa
Que estavam prestes a chegar
Deparamo-nos com o SAPO
Quando íamos a entrar
Fotografando-se connosco
Para lá dentro passar
Entramos num Pavilhão
Com muitas mesas de entradas
Vários tipos de bebidas
E comidas variadas
Muita gente com casacos
Antes de ir ao faqueiro
A primeira coisa que fez
Foi chegar-se ao bengaleiro
Vários encontros casuais
E reencontros de amigos
Que há muito não se viam
Lembrando tempos antigos
Outros encontros esporádicos
Entre as chefias e o pessoal
Como por exemplo a Ana Leite
Em encontro ocasional
A certa altura o presidente
Numa breve alocução
Deu as boas-vindas à gente
E mudamos de pavilhão
Alguns milhares de pessoas
Numa passagem estreita
Permitiu logo aos primeiros
Que tivessem a cama feita
Quando entramos e vimos
Uma grande confusão
Fomos para junto do palco
Que estava no pavilhão
Com mais espaço vazio
E um ar muito fresquinho
Arranjamos uma mesa
Para pousar o pratinho
Mas mesmo que não tivesse
Onde pôr o pratinho
Este tinha um invólucro
Para pôr o copo do vinho
Muitas meninas bonitas
Muito bem indumentadas
Distraíndo os presentes
De minissaia sentadas
Alguns observadores
Não deixavam de comer
Mas distraídos no olhar
Gostavam mais de beber
E o nosso presidente
Aos grupinhos se juntava
Seleccionando o pessoal
Com quem se fotografava
Com bonita música de fundo
E fotos do SAPO a passar
Estava o pessoal atento
Se a nossa ia lá estar
As fotografias a passar
E o pessoal a olhar de lado
Sem saber quando olhava
Se a nossa tinha passado
Tudo isto nos permitia
Curtir este grande evento
Porque tantas horas de pé
Custava a passar o tempo
Cadeiras só para alguns
Que mais cedo chegaram
Outros arranjaram camas
E até nelas se deitaram
Já a noite ia longa
E os GATOS de repente
Apareceram no palco
Alegrando aquela gente
Mas como foi muito pouco
O tempo de actuação
Para as expectativas criadas
Foi alguma frustração
Seguindo-se o Presidente
O Engenheiro Zeinal Bava
Fez um discurso para a PT
Dentro do que se esperava
Dando ênfase ao crescimento
No meio de tanta crise
É um sinal demonstrativo
Que não permite um deslize
Fez questão de mencionar
Que crescemos em todo o lado
Mas podemos melhorar
Sem os erros do passado
Agradeceu a presença
Com o seu sentir profundo
Dos alguns administradores
De vários pontos do mundo
Confiante nas palavras
Para com os colaboradores
Deu realce a quem trabalha
Orientado pelos Gestores
Convidou alguns gestores
Dada a sua contribuição
Como antigos presidentes
Para a actual situação
Invocando este encontro
Deixou uma lembrança
Natal significa Família
Em união e esperança
E reiterou a confiança
Que com iniciativas audazes
Teremos bons resultados
E soluções eficazes
De seguida fez questão
De apresentar a surpresa
Uma amiga da PT
Cantora de rara beleza
Como a surpresa não era
E muita gente já sabia
Convidou o pessoal
A adivinhar quem seria
"Daniela Mercury!" respondeu.
O pessoal em bom tom
Então passem de imediato
Para o outro pavilhão!!
Com o pessoal a mudar
Muito espaço ficou
E muita gente cansada
De imediato se sentou
Com ar mais aliviado
Muitos aproveitaram
Para acabar a sobremesa
Que antes não saborearam
Lentamente o pessoal
Lá foi ver a Daniela
Para curtir e dançar
A música cantada por ela
A sua presença em palco
Faz esquecer a tristeza
Além de proporcionar
Momentos de rara beleza
No espaço entre pavilhões
Aproveitavam os fumadores
Para fumar um cigarrinho
E provar outros sabores
Cerca da uma da manhã
Muita gente dispersou
Porque a organização
No regresso falhou
Informaram por e-mail
Que quando fosse para sair
Informavam as pessoas
Para estas se reunir
Entretanto a informação
Veiculada na Empresa
Previa hora de regresso
Embora sem ter a certeza
Perante estas duas fontes
Muita gente se ausentou
E antes da hora prevista
No comboio se sentou
Prevista a hora de regresso
À uma e vinte da manhã
Alguns saíram à uma
E outros ficaram lá
Quem veio à hora prevista
Esperou mais hora e meia
Ao contrário os que ficaram
Chegaram de barriga cheia
Mas neste tempo de espera
Alguns dos que lá estavam
Divertiam-se no comboio
Enquanto outros esperavam
Passava um quarto da uma
Quando eu e o Tiago
Entramos numa carruagem
No comboio identificado
Descansamos um pouco
Depois fomos ao bar
Que exclusivo para a PT
Se encontrava a funcionar
Estavam o Pinho e o Nuno
Os dois à mesa sentados
Quando à nossa chegada
Nos fizemos convidados
Entretanto chega a Armanda
Que se queria sentar
Para que isso acontecesse
Alguém teve de se arranjar
Houve lugar para todos
E algumas cervejas também
Mas só essa bebida
Não fazia muito bem
Pensando na nossa saúde
E para evitar os desmaios
Alguém começou a pedir
Umas garrafinhas de favaios
Tão rápidos foram a beber
E uma ronda não chegou
Sumindo-se logo a segunda
Que alguém encomendou
O Tiago e o Nuno
Numa amena cavaqueira
Pediam a quem passava
Favaios na brincadeira
Começaram a chegar
Outros grupos da PT
O Nuno pedia Favaios
E eles perguntavam porquê
De repente um desses grupos
Um novo Hino cantou
Zei! Zei! Zei! Nal! Nai! Nal!
Sinal que algo mudou
Uma senhora perplexa
Quando o Nuno perguntou
Se trabalhava na PT
No momento em que passou
Resposta curta e directa
Trabalho pois! E que tem?
Então pague-me um favaios
Porque ganha muito bem
Empresta-me cinco Euros!
Dirigindo-se a outro colega!
E este na sua inocência
Quase que lhos entrega
O momento mais divertido
Estava para acontecer
Quando um açoriano
Ali entrou para beber
Vi que o Nuno e O Tiago
Que nessa altura sentiram
Este vai pagar o favaios
E então logo pediram
O homem chegou-se à frente
E o favaios pagou
O Nuno depois de beber
O dinheiro lhe entregou
Mas o favaios esgotou
Escolheram outra bebida
Optando pelo Martini
Com a garrafa parecida
Cometeu erro o Tiago
Ao tomar um cafezinho
Criando dificuldades
Em andar pelo pezinho
Voltando ao Açoriano
Bebendo a sua cerveja
Não há tristeza que dure
No local onde ele esteja
O nosso amigo Flores
Como alguém lhe chamou
Contou toda a sua história
Da forma como ali chegou
Foi fumar um cigarro
Cansado de estar sentado
Encontrou o Luis Frade
Ficou o caldo entornado
Não sei de que falaram
Mas numa amena cavaqueira
Entenderam-se muito bem
Numa sintonia verdadeira
Com elogios de parte a parte
Era o seu sustentáculo
Mas o Frade comentava
O Flores é um espectáculo
No meio de tudo isto
Pensou o homem do bar
Se alguém me pede bebidas
Não sei o que lhe vou dar
Levantou-se o Açoriano
Que de forma harmoniosa
Lhe pediu uma cerveja
E ele lhe deu leite mimosa
Com todas estas peripécias
Muito tempo se passou
Às duas e quarenta e cinco
E o comboio arrancou
Com muito tempo perdido
Foi uma longa viagem
Com o pessoal apreensivo
Por ter muita paragem
Com a lentidão da viagem
Ninguém se queria divertir
Eram alguns a conversar
E outros a tentar dormir
Só lá mais para o fim
O ressonar se ouvia
Deu para alguns colegas
Tirarem uma fotografia
E assim chegamos a Gaia
Eram sete horas da manhã
Já ninguém acreditava
Que tinha chegado cá
Finalizada a viagem
Olhando para cada rosto
Tudo muito direitinho
E o pessoal bem disposto
Um Jantar duradoiro
Com todo o pessoal unido
Por isso para o Presidente
O objectivo foi cumprido
Esperemos que para o ano
Possamos ter melhor sorte
Se me é permitido opinar
Podem fazê-lo no norte
Para todos muita saúde
Desejo um Santo Natal
Também boas entradas
E um 2009 especial
Um Grande abraço
Cardoso
Dez-2008
19 dezembro 2008
Natal - Devesas 2008
Em 21 de Novembro
Recebemos um e-mail
A convidar os pagantes
Par a um pequeno cocktail
Era o encontro de Natal
A realizar em Devesas
Nem que para o efeito
Fossem feitas as mesas
Abraçado o projecto
As bases estavam lançadas
Utiliza-se uma garagem
Com mesas improvisadas
Fazer um evento destes
Numa pequena garagem
Além de muita imaginação
É preciso muita coragem
Honra aos seus promotores
Que juntaram o necessário
Contratando um empreiteiro
Para montar todo o cenário
Prevenindo-se do mau tempo
Um tolde na esplanada
Aumentando assim o espaço
Duma garagem arranjada
Mas sendo o espaço exíguo
Pensou o seu promotor
Temos espaço na cave
Aproveitamos o corredor
Já não temos problemas
Em meter cá cem pessoas
Com um mínimo de condições
Poupando assim umas coroas
Muito trabalho foi feito
Para dar algum conforto
E para saciar as pessoas
Não há como um grande porco
Em churrasco ao domicílio
Duas pessoas especialistas
Enquanto uma rodava o porco
A outra cortava as iscas
O Porco enfiado num veio
Virado pelo comandante
Que estava comodamente
Sentado ao seu volante
Cada um fazia as sandes
Ao seu belo prazer
Com o pão cortado ao meio
Era pôr a carne e comer
Acompanhado à descrição
Com vários tipos de salada
Muita gente o curtiu
Com espumante da Bairrada
Foi uma grande surpresa
Com que eu não contava
Uma ma boa sopa de carne
Que delícia que ela estava
Uma variedade invulgar
De bolos para sobremesa
Rapidamente se comeram
Com muita subtileza
No decorrer destes eventos
Há algo que chama a atenção
Vão-se formando grupinhos
Para conversas de ocasião
Também surgem os encontros
De pessoas que aparecem
Que falando-se todos os dias
Ainda não se conhecem
Mas vamos às peripécias
Se ainda me posso lembrar
Porque com um vinho tão bom
Eu posso-as desvirtuar
Quando cheguei à cave
Pude logo observar
Uma mesa com um grupo
Que me fez logo parar
Quem Havia de ser
No meio desta gente chata
Era o grupo denominado
Pelas meninas do Barata
Como alguns observaram
É um grupo experiente
Que dão gritos em uníssono
Para alegrar esta gente
Uma ou outra pessoa
Não pertencia ao baralho
Mas para comer todas juntas
Não fugiram ao trabalho
E foi toda esta gente
Que com muito carinho
Trataram de arranjar o tacho
E trazer para cá o vinho
Muito gratos lhe estamos
Pelo trabalho que tiveram
Sempre dispostas a servir
Com o melhor que souberam
Incansáveis a ir ao tacho
Para encher o seu pratinho
Sujeitas a entorná-lo
Com as pessoas no caminho
Muito bem combinadas
De vez em quando lá iam
Observando na garagem
O que os outros comiam
A Ana ficou separada
Sentindo alguma tristeza
Estava à beira da Luísa
Sentada na outra mesa
Muitas pessoas se conhecem
Apenas pelos seus nomes
A Luísa é secretária
Do Eng. Fino Gomes
Outro grupo habitual
E também muito conhecido
Estou a falar do pessoal
Que pertence ao Carvalhido
Estando sempre presente
Este ano não sei porquê
Não vi ninguém do S12
Mas vi do EWSD
De longe viemos nós
Pessoal da rede inteligente
A “viver” no andar de cima
Não deixamos de estar presente
Estamos com as malas feitas
Por trabalharmos na IN
Uma vez que as plataformas
Passaram para a TMN
Mas há laços afectivos
Que nunca se vão desfazer
Porque o pessoal da PTC
Faz parte do meu viver
E pelo caminho que isto leva
Poderá levar-nos a pensar
Que num prazo muito curto
Nos voltamos a encontrar
Mas voltando ao almoço
Foi muito bom observar
Que o churrasco estava bom
E o pessoal estava a gostar
Que o diga o Pedro Sampaio
Ou a Armanda e Luís Frade
Todos juntinhos ao churrasco
Comendo com felicidade
Uma palavra ao Barata
Preocupado com o evento
Bem lhe apetecia comer
Mas quase não teve tempo
Desejo saúde para todos
Que infelizmente poucos tem
Tenham um Santo Natal
E até ao ano que vem
Bom Natal 2008
Um abraço
Cardoso
04 dezembro 2008
O Ano 2008
Mais um ano a findar
Com algumas peripécias
Que podemos observar
Logo no início do ano
Uma medida de fundo
Alterada a lei do tabaco
Com significado profundo
Com um melhor ambiente
Mesmo para o fumador
Qualquer ambiente fechado
Só se fuma no exterior
Só em casos excepcionais
Com condições pré-concebidas
Embora sejam muitas vezes
Dificilmente esclarecidas
Para muitos um sacrifício
Escolher um local para o fumo
Para outros uma oportunidade
Para mudarem a vida de rumo
E foi isso que aconteceu
Em Portugal a muita gente
Se uns fumam muito menos
Outros deixaram totalmente
Com sacrifício de fumadores
Melhora muito o ambiente
Contribuindo eles também
Para o bem de toda a gente
Num ano em que o Euro
Viu aderir Chipre e Malta
Mesmo instável esta moeda
A eles fazia muita falta
Renasceu uma esperança
Para os Homossexuais
Com a Espanha e Estados Unidos
A aceitarem estes casais
No ano em que o Kosovo
Se autoproclamou
Território independente
Para o que muito lutou
Reconhecido por alguns Países
Mas por outros ainda esperam
É uma situação delicada
E por isso não o fizeram
Foi um ano singular
Para Cuba e sua revolução
Que viu seu Líder carismático
Passar o poder ao Irmão
Também mudanças na Rússia
Para Putin foi um risco
Deixar de ser Presidente
Para ser Primeiro-Ministro
Um terramoto surgiu
Nalgumas zonas do Brasil
Com estragos em edifícios
No dia vinte e dois de Abril
De terramotos e cheias
Também a China foi alvo
Fábricas pessoas e casas
Quase nada ficou salvo
Os chineses viram os rios
Levarem tudo nos seus leitos
Que nem os jogos Olímpicos
Superaram os seus efeitos
Jogos que os Chineses
Com orgulho realizaram
Com qualidade e beleza
E que o mundo espantaram
Em termos de resultados
Tivemos o ponto mais alto
Através de Nelson Évora
O ouro no triplo salto
No Futebol como sempre
Para não mudar a canção
O Futebol Clube do Porto
Foi outra vez campeão
Equipa que este ano
Tentou manter sua raça
Mas houve outro vencedor
O Sporting ganhou a taça
No brilhantismo da bola
Perdemos um jogador
Que mesmo fora do campo
Foi um grande Senhor
Estou a falar de Rui Costa
Sem esquecer João Pinto
Dois génios portugueses
No mundo, em qualquer recinto
No desporto motorizado
Refiro-me à formula 1
Onde Lewis Hamilton foi
O Campeão número um
Ingrid Betancourt
Mais catorze Reféns
Foram resgatados às FARC
Que os mantinham reféns
Uma grande descoberta
Existe água em Marte
Qualquer dia vamos lá ver
Uma fita da sétima arte
Ficou um triste acidente
Registado na nossa memória
Com um avião da Spanair
Que Espanha regista na História
Em termos económicos
Houve muitas variações
Com altas e baixas de preços
Fruto de especulações
Primeiro o Barril de petróleo
Com subidas incessantes
Ultrapassou os 150 Dólares
E os consumidores expectantes
Os especialistas comentavam
O Mercado está maluco
Já não há razoabilidade
Para este preço tão bruto
De um momento para o outro
Estados Unidos entram em crise
Os mercados Internacionais
Sofrem todos um deslize
Circunscrita inicialmente
Ao mercado imobiliário
Teve os seus efeitos nefastos
Em todo o sector Bancário
O mercado especulativo
Caminhava para o precipício
Onde os lucros exorbitantes
Tinham um valor fictício
Os especuladores atentos
Aproveitando as ocasiões
Ganham balúrdios de dinheiro
No mercado das acções
Como era possível pensar
Que não causasse estranheza
Surgirem muitos novos ricos
Sem que criassem riqueza
Parece que desceram à terra
Sentindo a necessidade
De criar uma nova ordem
Assente na realidade
Mas os Bancos sem liquidez
Tinham que salvar o mal
Com o dinheiro do contribuinte
O Estado injecta capital
Como o dinheiro é pouco
Gasta-se com moderação
Tem o efeito positivo
De conter a inflação
Mas os efeitos da crise
Não foi tudo para pior
Baixou o preço do petróleo
E os juros da Euribor
Resta essa consolação
A quem paga prestações
Com esta modalidade
Sujeita a variações
Neste mundo conturbado
De guerrinhas permanentes
É necessário que os poderes
Adoptem políticas diferentes
Espera-se a nível mundial
Que surja uma nova chama
As expectativas são grandes
Com a eleição de Obama
No âmbito laboral
No que respeita à PT
Mais uma reestruturação
Culminando na PTP
Em toda a sua dimensão
Parece que algo falhou
Se para uns houve cedências
Para outros nada mudou
Esperemos que o processo
Siga um comportamento
Coerente em toda linha
Em termos de tratamento
O que se espera no futuro
É que tudo aponte no sentido
De uma empresa que integre
Este pessoal dividido
O ano está a findar
Esperemos que algo mude
E para o ano que vem
Tenhamos paz e saúde
Abraço
Cardoso
Dezembro 2008
03 novembro 2008
A Simpatia de uma amiga
Com cara de boa pessoa
Mais uma amiga conquistou
E não é à toa
Que à escrita me incentivou
Esteja sol ou chuva
Vai dar a sua voltinha
E durante o almoço
Bebe a sua garrafinha
Num mundo maravilhoso
Eu gostaria de viver
Com muito Cardoso's
Me agradaria conviver
Do pouco que conheço
Deu bem para perceber
Quando de braços abertos
Nos veio receber
É um bom amigo
Que todos gostariam de ter
Eu tenho esse privilégio
Que espero merecer
Para escrever estas palavrinhas
Algumas horas perdi
Pois não tenho o dom
Do amigo que conheci
Anabela
03.11.2008
==========================
Cada dia uma surpresa
E já tenho dificuldade
Em agradecer os elogios
E a sua amabilidade
Uma amizade tão sincera
Não é fácil conquistar
Num mundo tão atribulado
Sem tempo para conversar
Mas é muito bom sentir
Que existem outros valores
Emergentes de um jardim
Que viu nascer novas flores
Sendo a vida uma virtude
Defendendo tudo o que é bom
Quando se pugna pela amizade
A persistência é um dom
Cardoso (4-11-2008)
30 outubro 2008
Parabéns - Anabela para Cardoso
Não tenho grande jeito
Para coisas bonitas escrever
Sobre um "querido" colega
Pois muito há a dizer
Homem bem educado
De sorriso rasgado
É muito admirado
Pois nunca está chateado
Sempre sorridente
Com muita amabilidade
Parece ser prudente
E com grande responsabilidade
Passe um dia Feliz
Anabela
===================
Do Cardoso para Anabela
===================
Bom dia amiga Anabela!!!!!
A chuva logo de manhã
Causou-me alguma tristeza
Mas ao chegar melhorei
Com semelhante surpresa
Quero-lhe ficar muito grato
Por toda esta simpatia
Expressando toda a ideia
De tudo aquilo que eu sabia
Depois de tantos elogios
Vindo eles de quem vem
Responsabilizam-me mais
Pelo significado que tem
Estou muito preocupado
Com a sua veia poética
Perpectivando entre nós
Uma luta muito frenética
Aceite antes de tudo
Os meus agradecimentos
E permita que registe
No meu blog estes momentos
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De Anabela para Cardoso !! Após comer o bolo!!
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Comi do seu bolinho
O que muito me agradou
Foi com muito carinho
Que o Cardoso o comprou
Espero que para o ano
Nos presenteie de novo
Com um delicioso bolo
De massa folhada com ovo
30 Outubro 2008
Anabela Lopes
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É com grande satisfação
E digo-lhe em alta voz
Para o ana está convidada
A comer torta de noz
Não sendo uma surpresa
O que lhe posso oferecer
Caso não goste muito
Outra coisa pode escolher
Cardoso
11 outubro 2008
Historia passeio 2008
Mais um lindo dia chegou
E o pessoal da confraria
Para o passeio se juntou
Logo de manhã no café
Ouvi a conversa da treta
Não tinha como tomar nota
Pedi ao Armando uma caneta
Quando cheguei ao mini BUS
O Oliveira deu o mote
'Parece que vai haver exames'
Por me ver com um envelope
Observei que o motorista
Estava um pouco cansado
Só para chegar até ali
Das voltas que tinha dado
Realmente a informação
Não dava grande conforto
Ir ter à rua 2 de Agosto
Na Areosa no Porto
Os confrades vão chegando
Surge o Hernâni à verão
Camisa de manga curta
Só lhe faltava o calção
Avisaram-no que estava frio
E podia ficar doente
Foi a casa num instante
Mudou de roupa de repente
O Tonecas vê o Sr.Batista
E com um ar preocupado
Que é que se passa com o Batista?
Parece que vem meio de lado!
Estava o Tonecas distraído
Diz o Sérgio armado em esperto
Tu com essa camisa verde
Pareces um semáforo aberto!
Sugeriu então o Luís
Que com o verde fluorescente
Para não existirem paragens
O Tonecas fosse à frente
Vem o Joaquim com o Jornal
Dentro dum saco jeitoso
O Oliveira aproveitou
Lá vem outro estudioso!
Com destino a Poiares
Lá iniciamos a viagem
Na área de Penafiel
Foi a primeira paragem
Neste espaço de tempo
Distribuiu-se o relatório
Das peripécias do ano
Fruto do meu relambório
Com vistas muito bonitas
Lá seguimos a viagem
Nas margens do Rio Douro
Até à próxima paragem
Nos quatro lugares traseiro
Iam o Queirós e Armando
Mais o Alfredo e o Cordeiro
Com sono de vez em quando
Perante tanto silêncio
Diz o Hernâni com leveza
Aqueles quatro ali atrás
São os que vão servir à mesa
Então distribui as tarefas
Vendo a cabeça rapadinha
Para evitar cabelos no tacho
Ia o Cordeiro para a cozinha
A viagem prosseguiu
Já não era muito cedo
Quando passamos pelas termas
Sitas em "Caldas de Moledo"
Na Quinta da Capeleda
Situada em "FONTELAS
Quem tiver certas doenças
Pode ali tratar delas
Quando chegamos à Régua
Fizemos outra paragem
Passeando à beira rio
E apreciar a outra margem
Rodeada de montes verdes
Capital do vinho e da vinha
Com o Douro auspicioso
Nesta cidade ribeirinha
Entramos lá numa rua
Junto ao Museu do Douro
Em que o Tonecas destacou
As obras a peso de ouro
Uma das grandes riquezas
E fonte de grande atracção
É este famoso Museu
Em franca recuperação
Esta casa de cultura
Muito mais que exposição
Pretende estudar o Douro
E os valores da Região
Em frente num restaurante
Não tendo muito conforto
Comemos ali umas mistas
E bebemos um copo do Porto
Seguimos para o Almoço
Passando no Centro de Poiares
Ruas muito limpinhas
Na pureza daqueles ares
A beleza daquelas terras
De vinhas enfileiradas
Onde é difícil distinguir
As vinhas já vindimadas
Chegamos ao restaurante
O "Autocarro" entrou
Para dentro de um pinhal
E ali estacionou
Alguns foram mijar
Junto às árvores com medo
O Hernâni aproveitou
Fotografar o Alfredo
A seguir fomos pr'a mesa
Surgiu logo um acidente
Uma garrafa entornou
Perante o olhar daquela gente
A sua simples colocação
Num Local menos feliz
Provocou a sua queda
Sujando as calças ao Luís
Com as entradas na mesa
Num instante desapareceram
Dando lugar às travessas
Que entretanto apareceram
Com gente nova à nossa volta
Num ambiente sedutor
Alguns molhando a vistinha
Outros curtindo o sabor
Que é que já estão pensando
Refiro-me à especialidade
Cabrito bem confeccionado
E também de tenra idade
A Batata a acompanhar
Não era nada especial
Reconheço que não há tempo
Para um assado normal
O vinho era muito bom
Desta zona demarcada
É a região do Douro
Especialmente conceituada
Numa primeira avaliação
Não estava nada mau
Para uns foi o cabrito
Para outros o Bacalhau
Mas para que não queria
Qualquer um destes pratos
Podia comer vitela
Para encher os seus papos
Mas vamos ver para já
O que disse o pessoal
Sobre o almoço deste ano
Que para mim foi normal
Muito bom! Diz o Ricardo
Foi mesmo muito especial!
Desejo repetir para o ano!
Se possível igual.
Na opinião do Oliveira
Muito curiosa também
Achou que o amigo Ricardo
Comeu ali muito bem!
Feita a pergunta ao Sérgio
Respondeu no seu bom tom
Estou muito satisfeito!
Pá!! Achei bom! Achei bom!
O Ferreira não faz por menos
Reparem bem no que diz!
Comi o melhor cabrito
Que se pode comer no País!
Perante a mesma pergunta
Feita ao amigo Luís
Respondeu! Vá para o caraças.
Eu não sei que mal lhe fiz.
Diz-me o Sérgio entretanto
No meio daquela gente
Que estava a ser incomodado
E assediado sexualmente
O Almoço para o Jordão
Não nada de especial
Estava tudo muito bom
Que ali já é normal
Os ossos estavam um espectáculo
Diz o Queirós ainda a comer
É o guardião da capela dos ossos
Tinha o Jordão acabado de dizer
Mas ainda sobre o Queirós
Estava o Oliveira observando
Até os ossos comi!!!!
Disse o que estava pensando
Nada bom para o Tonecas
O ano passado foi melhor
Estou a ver que não há lanche
P.Q.P. Mais nada! Ainda Pior!!
Foi a melhor refeição! Disse o Manel.
Que comeu naquele dia
Preocupando-se em responder
Com alguma simpatia
Joaquim Correia escreveu
Dois versos naquele momento
Que transcrevo na íntegra
Sem perverter seu pensamento
"Já muitos ouvi gabar
Da Repentina o cabrito
Oiço e não posso calar
Que só em casa o repito"
Se um dia aqui almoçar
Cristo de fome e aflito
Da repentina irá gabar
O Tintol!! Não o Cabrito!!!
(Joaquim Correia)
Não é grande m..! Disse o Victor
Convicto da sua certeza
Comia antes aquela vitela
Que está ali na outra mesa!
Diz o Alfredo contente
Comi Cabrito de cabrito
Mas fiquei pensativo
Ao ver o Daniel Aflito
Pratiquei uma boa acção
Porque não estava nada mau
Ajudei o Daniel
A comer o Bacalhau!
Ao praticar esta acção
Que é o nosso dever
Bebi um vinho divinal
Porque melhor não sei dizer
"E aos sessenta chegado
Porque o t… já não promete
Dou uma f… por mês
Alternado com m….."
(?????)
"Eu venho de lá de xima
Da vareja d'á zeitona
P'ra perguntar à menina
Quantos pelos tem a Cabexa
(Armando)
Surge uma fotografia
Do 1º casamento gay
Ricardo e Sérgio a beijarem-se
E o resto já não sei
O Daniel sensibilizou-me
Na opinião que lhe pedi
Lembrou-me confrades ausentes
E outros amigos que não vi
Disse que estava tudo bom
Assim como o convívio
Ressalvou a falta de amigos
Como espécie de alívio
Para o Jorge estava óptimo
Coisa que ele conhecia
O pior foi o Alfredo
Comer o que lhe pertencia
E foi a pedido do Jorge
Que aqui fica um jogo
Mas quem o descodificar
Fica pior que o fogo
"L. L. Cidade
T. H. Santos
P. T. Lados
C. T. Cantos"
(Jorge Castelo)
Estava bom! Disse o Cordeiro
Com pena dos Cabritinhos
Embora não goste de comer
"Meus familiares" os Cordeirinhos
Para o Moreira estava bom
E consolou muita gente
A piela tinto era bom
Mas a branca passa à frente
Para o Hernâni, tudo bom em geral!
Mas vamos aos particulares
Que aponta todos os defeitos
À Repentina de Poiares
Não vi cornos no cabrito
É de uma pessoa ficar tola
Faltarem as ervas no almoço
E alface com pouca cebola
Cabrito sem piri-piri
E a sobremesa não presta
O molotofe não vale nada
E aqui nada mais resta
Digo-lhe uma coija!!!!
Falou o Armando sem enredo
Não venha cá mais! É uma vergonha!
Estava bom, mas o pior foi aturar o Alfredo!
"Entra Alfredo que estás à porta!
Entra sarilhos no cu a fomegar!
Entra de Marreta!
E sai de Chapeleta!! "
(Armando)
Para o nosso amigo Coutinho
Foi um dia de felicidade
"Para mim é tudo belo
Se o Convívio for a amizade"
Estava bom para o Batista
E nele posso acreditar
Porque a água não altera
Nossa forma de pensar
Acabada a sobremesa
Tomamos café ao balcão
E uma garrafa de Whisky
Para alguns que já lá estão
Findo o almoço lá fomos
Ver um lindo miradouro
Situado em Galafura
E ver as paisagens do Douro
Sendo um dos mais bonitos
Nesta região duriense
O Miradouro de S. Leonardo
Orgulha o povo reguense
Onde o escritor Miguel Torga
No rio ali mergulhava
E escrevia os seus "Diários"
E na paisagem se embrenhava
Com vinhas e terras do Douro
Uma paisagem deslumbrante
E o Douro lá ao fundo
Encanta qualquer visitante
Com estas vistas imponentes
Ali passamos um bocado
Pensando estar perto de nós
A beleza do outro lado
Assim começo o regresso
Que não correu nada mal
Com paragem em Amarante
Passando por Vila Real
No largo António Cândido
Nome de um Conselheiro
Saímos do autocarro
E escolhemos o nosso roteiro
Uns foram aos bolos
Comprar a especialidade
Só Produtos tradicionais
Daquela localidade
Outros foram ao vinho doce
Uma pequenina tasquinha
Onde as sandes de presunto
Consolaram a barriguinha
Outros foram ainda
Ao café junto ao mosteiro
Designados por S. Gonçalo
Que para um turista é o roteiro
Perante um mal entendido
O insólito aconteceu
No regresso ao autocarro
O Hernâni não apareceu
Pensando que o autocarro
Estava no parque do mercado
Era já um pouco tarde
Quando viu que estava errado
Chamaram para o telemóvel
O Hernâni não atendia
Alguém chamou a atenção
Que no autocarro o ouvia
Restou apenas ao pessoal
Ir à procura do amigo
O Jorge Gritou por ele
E veio logo ter comigo
Enfim tudo terminou bem
Após alguns dançar à roda
Da música que se ouvia
Num desfile amador de moda
Lá viemos para casa
Com o pessoal um pouco mole
Mortinhos por chegar a casa
Para ver o Futebol
O Hernâni insatisfeito
Disse que era inacreditável
Um passeio só para almoçar
Com um tempo memorável
Chegamos cá todos bem
Com boa disposição
Em que não sobressaiu
Um bebedor campeão
Esperemos que para o ano
Continuemos unidos
E que a crise actual
Não nos declare falidos
Um abraço
Domingos
Passeio Sueca 2008
Neste ano 2008
Para um passeio do grupo
De pessoal muito afoito
A história deste ano
Não tem muito que contar
Talvez a falta de atenção
Não deu para observar
Os actores são sempre os mesmos
E também muito repetitivos
Todos os dias a mesma ementa
E ausência de aperitivos
De vez em quando lá surge
Uma ou outra frase que fica
Há muito sentido de humor
Mas pouca gente o pratica
Valores nunca faltaram
No seio da Confraria
Mas o silêncio não fala
E dele nunca ninguém se ria
Esta nossa confraria
Precisa de uma lufada
De ar muito fresquinho
Ao sabor da limonada
Algo que rejuvenesça
E nos dê outra alegria
De forma que o grupo sinta
O que noutros tempos sentia
Proponho que neste passeio
Cada um diga para mim
A sua versão do passeio
Do princípio até ao fim
Vai ser muito interessante
Compilar todos os dados
Tratá-los com sal e pimenta
E ver no fim os resultados
Um pequenino esforço
Apenas basta memorizar
Depois em prosa ou em verso
É muito fácil contar
Mas quero toda a verdade
É um imperativo formal
Não distorcer a realidade
Do que fez o pessoal
Por exemplo um confrade
No regresso sentadinho
Conta a sua verdade
Dizendo que não bebeu vinho.
É lógico que está a mentir
Ou então está fora de si
Porque ficar assim com a água
Foi coisa que nunca vi
Mas contem outras peripécias
Que tenham em vossa memória
Porque é uma forma de registo
Para que fiquem na história
Para realizar este passeio
Houve alguns preparativos
Estando uns a trabalhar
E outros gozavam entretidos
Pelo que sei foi o Moreira
Que preparou este dia
Para levar ao cabritinho
O pessoal da confraria
Para isso foi escolhido
Um restaurante de alta gama
Que em termos de cabrito
Ninguém lhe tirou a fama
A sua localização
É um factor importante
Num ambiente acolhedor
Num local que encante
No Concelho da Régua
Distrito de Vila Real
Parece estarmos a caminhar
Para um excelente local
Mas para os mais exigentes
Que apreciem os bons ares
Fica distante do centro
Na freguesia de Poiares
Muito bem apetrechado
Para qualquer evento
Foi já tudo pensado
Até o estacionamento
Qualidade garantida
Mas é preciso uma senha
Com prévia marcação
Para o assado na lenha
Mas atenção ao pagamento
Para quem gosta de cartões
Só se aceita dinheiro vivo
Para evitar confusões
BOM PASSEIO!!!
BOM ALMOÇO!!!!
ABRAÇO a TODOS
- Domingos -
Sueca - 2007_2008
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No dia nove de Outubro
O Moreira determinou
Que eu fizesse o rascunho
Das contas do ano que findou
A história da nossa viagem
Foi entregue na confraria
Com o resumo completo
Do que se passou naquele dia
Vários foram os comentários
Que à noite observei
É para mim gratificante
Os amigos que ganhei
Muito convencido o Ricardo
Diz que está sempre a ganhar
Com pena dos meus amigos
Não sei se cá vou voltar
Jogando ele e o Armando
Contra Hernâni e Postiga
Embalado pelas vitórias
Perdeu com eles de seguida
Mesmo ganhando comigo
O Hernâni não me perdoa
O seu silêncio nos meus erros
E deu cabo da minha pessoa
Depois começou a ameaçar
Eu já não sei que lhe diga
Mas a vitória final
Foi a resposta do Postiga
O Alfredo a meu lado
Estou aqui para o defender
Mas eu sou como o Camacho
A defesa é o meu saber
Na noite seguinte o Jordão
Saiu a meio da partida
Alegando que tinha a tratar
Um assunto da sua vida
Na compreensão de todos
Abandonou o recinto
Estava tudo equilibrado
Empatados cinco - cinco
O Hernâni e o Alfredo
Numa noite ao relento
Acusam-se mutuamente
Com um sorriso cinzento
O dicionário do Hernâni
É uma cartilha que espanta
Disse naquela noite ao Alfredo
Que não passa de uma anta
Se é normal o Hernâni
Tratar o Alfredo por cromo
Já não é normal o Alfredo
Tratar o Hernâni por Tono
Para mim o Sr. Alfredo
Podia ser mais meiguinho
Em vez de lhe chamar Tono
Podia chamar-lhe Toninho
O Ricardo com o Postiga
E o Hernâni com o Daniel
O Hernâni esquece quem dá
Começa a escrever no papel
Está o Hernâni a mandar vir
E o Daniel olha-o de mansinho
Se continuas a mandar vir
Vais ficar a jogar sozinho
O Moreira estava a jogar
Um jogo no computador
Permitindo que nas cartas
Entre outro jogador
Numa determinada altura
Tinha um jogo apetecível
Sempre a disparar bolas
Tentando subir de nível
Até dá cabo dos dedos
Mas não faz outras escolhas
De tal forma que o Jorge
Lhe chamou o rebenta bolhas
Vai, vai sempre criticando
Que eu estou a sair daqui já
Se queres que rebenta a bolha
Podes virá-la para cá
Entrou o chato do Sérgio
Nunca mais estava calado
Meteu-se com o Moreira
Ele atirou-lhe com o teclado
Começou o Sérgio a queixar-se
E o Quim ouviu-o com mágoa
Desconfio que apanhei gripe
Então bebe um copo de água
Luís diz que vai embora
Ver Fátima na TV
No dia de congresso o Jordão
Mandou ligá-lo ao PSD
Gerou-se um certo barulho
Na sala da confraria
Indiferente ao ambiente
O Sr. Batista dormia
Já convenci o Hernâni
Agora fora de tangas
Que melhoro o desempenho
Quando arregaço as mangas
Mas para ele ainda é pouco
E diz com toda a certeza
Tira as fraldas da camisa
E chega mais perto da mesa
No dia 16 de Outubro
Apareceu outro computador
Melhorando a performance
Proporcionada pelo anterior
Sucedeu que o monitor
No novo PC não dava
Alterou-se a definição
Para ver se funcionava
Os dois deixaram de funcionar
Após alterar a definição
Chamou-se um especialista
Para corrigir a situação
A vítima foi o Luís
Que já estava de pijama
Tenho dúvidas se o Moreira
O fez levantar da cama
Mas a situação justificava
A chamada de um perito
Estava um confrade privado
Do seu jogo favorito
Ficou assim a confraria
Munida de um outro PC
Passando do WINDOWS 98
Para o Ambiente XP
O Moreira entusiasmado
Tentou-se logo adaptar
A este novo ambiente
Para o poder utilizar
Comigo logo desabafou
Que estava tudo em inglês
O que havia de ser dele
Se mal sabia português
O Luís deu-lhe a esperança
Que podia ser mudado
Esperemos pela promessa
Mas é melhor esperar sentado
No dia seguinte à noite
O Ricardo desconcentrado
Levou o Hernâni aos píncaros
Ficando muito chateado
Ameaçou o seu parceiro
E o Alfredo logo augura
Que fique o registo em acta
Para memória futura
O Jordão e o Alfredo
Discutiu e ficou fula
De seguida jogou comigo
Até me chamou Makukula
Não esqueçam que neste dia
Ele jogou pela Selecção
Marcando um golo no jogo
E vencemos o Cazaquistão
No dia 18 de Outubro
O Luís experimentou
O disco do computador
Que o Moreira desmontou
O olhar triste do Moreira
Deu bem para perceber
Que sem o jogo das bolinhas
Ele estava a esmorecer
Mesmo assim desmantelou
O seu computador velhinho
Deitou ao lixo a carcaça
E pôs as peças num baldinho
O Moreira é o povo
Com o Luís a comandar
Com o Tonecas e o Manel
Mais o Maurício a observar
Mal sabia esta equipa
Que estavam a ser observados
Pelo nosso amigo Queirós
Para reforçar os seus quadros
Analisando individualmente
O perfil de cada um
Eram muito barrigudos (cito)
Não escolhendo nenhum
Entretanto na taça da liga
Uma surpresa em Alvalade
Uma vitória do “Fátima”
E parece que não foi milagre
O Benfica com o Setúbal
É um clube de outros mundos
Estando a perder todo o jogo
Empatou nos últimos segundos
O dia 1 de Dezembro
Foi um dia diferente
O Porto ganhou por 1-0
Alegrando muito gente
Mas o País ficou triste
Porque o Benfica é um mundo
Como é possível o Porto
Pôr o Benfica no fundo
No fim do jogo o Jordão
Quis ouvir o comentário
Do Rui Santos na SIC
Que vê tudo ao contrário
Pensava ele após o jogo
Que o Rui Santos reconhecia
O Valor da vitória do Porto
Sendo isento neste dia
Mas muito cedo concluiu
Que o Rui nunca mudará
Mesmo sendo melhor o Porto
Para ele nunca o será
Então resolveu o Jordão
Vir jogar uma suecada
Quando lhe calhou o Alfredo
Deu-lhe logo uma tacada
Logo no primeiro jogo
O Hernâni e o Makukula
Deram-lhe uma bandeira
E o Jordão ficou fula
Começou aqui um diálogo
Muito objectivo e concreto
Quando o Jordão afirmou
Estou a jogar com um Meco
O Alfredo muito sentido
Ficando logo sem sono
Afirmou que também ele
Estava o jogar com um Mono
Logo na jogada seguinte
O Jordão muito chateado
Levanta os dois braços e diz
O meu parceiro é um nabo!
Entretanto o Hernâni
Com toda a sua estaleca
Vê-me com as mãos cruzadas
Disse: Olha o freituck da sueca!
Acabamos os dez riscos
E demos outra bandeira
O ambiente nesta noite
Mais parecia uma feira
O Alfredo num desabafo
Aplicou um estranho termo
Ao dizer que o seu parceiro
Não passava de um estafermo
Mas tudo terminou bem
Com a caixinha a sorrir
Contando as moedinhas
Que nela estavam a cair
Afinal no fim de contas
Ninguém ficou chateado
Enquanto uns foram à caixa
Outros registavam o resultado
Em Janeiro de 2008
Houve mudança de rumo
Com a nova lei do tabaco
A defender salas sem fumo
Uma lei controversa
Que muito deu que falar
Sem saber qual a fronteira
Que possa impedir de fumar
Aproveitei o decreto
E suspendi o tabaco
Ainda não me arrependi
Por saborear melhor o prato
Mas digamos que não é fácil
Depois de tantos anos de fumo
Foi apenas uma tentativa
De mudar a vida de rumo
Mas voltando às peripécias
Muitas mais aconteceram
Mas não sendo elas escritas
As memórias se perderam
Outros tempos virão
Que nos permitam recordar
Muitas cenas engraçadas
Dos confrades a jogar
Abraço
DCC
26 junho 2008
Almoço Carlos Almeida
E para mim foi uma surpresa
Que o Eng. Carlos Almeida
Ia embora da Empresa
Fiquei um pouco perplexo
E não muito convencido
Mas veio-se a confirmar
Que já que estava decidido
Com estas novas políticas
Ninguém pode garantir
Que pensando fazer falta
Não seja convidado a sair.
Decide-se com muita frieza
E não se pensa no momento
Que há valores intransponíveis
Sedimentados no tempo
Refiro-me concretamente
À relação de proximidade
Entre colaborador e empresa
Que aumenta com a antiguidade
Às vezes podemos pensar
Que somos insubstituíveis
Mas somos postos à margem
Como alguns bens consumíveis
É este capitalismo selvagem
Que põe muita gente perdida
Pelos lucros a qualquer preço
Esquecem os valores da vida
Impunha-se uma alteração
Ou uma nova ordem mundial
Um novo modelo económico
Na defesa do bem social
Mas voltemos ao que interessa
E ao nosso tema central
Em que o Eng. Carlos Almeida
É a personagem principal
Em Abril de 92
Chegou ele de Penafiel
À digital da Batalha
Conhecendo novo Quartel
Chegou numa altura decisiva
Em que tínhamos um grande frete
A duplicação da base de dados
Na implementação do SS7
Tinha o Eng. Pedro Sampaio
Incumbido a mim essa tarefa
Mas com a sua chegada
O plano avançou mais depressa
Grande volume de trabalho
Tratado em várias frentes
Sobrepondo-se a base de dados
Em dois planos diferentes
Este processo faseado
Com a sua intervenção
Foi bastante acelerado
Para início da migração
Foi no EWSD
Um técnico conceituado
Para resolver os problemas
Pensava apenas um bocado
Dedicou-se a esta Empresa
Às vezes em demasia
Mostrando aos colaboradores
Tudo aquilo que sentia
Era bastante exigente
Ao longo da sua gestão
Esquecia por vezes as regras
Por sentir muita pressão
Compreendido por uns
Por outros não era tanto
Mas neste mundo conturbado
Ninguém consegue ser santo
Ele sempre se empenhou
Subindo gradualmente
Por cada reestruturação
Geria sempre mais gente
Durante estas etapas
Sofreu alguns dissabores
Mas convenhamos também
Que eram muitos comutadores
No decorrer duma delas
Pensou com muita tristeza
Já não chefio o Cardoso
Que me dava cabo da cabeça
Mas tínhamos o grande mérito
De esclarecer as questões
Nem que fosse necessário
Gerar algumas confusões
Reconheçamos também
Uma verdade insofismável
É uma pessoa divertida
E também muito sociável
Existe outra característica
De que ele é possuidor
Apreciada por muitos
O seu sentido de humor
Não esqueço a protecção
Que dava às suas “meninas”
Falando das Engenheiras
Sendo elas pessoas finas
Mas houve outros momentos
Que o diga o Eng. Barata
Que seguido a um comentário
Vinha um insulto de gravata
Mas com sentido de humor
Bons momentos se passaram
Ficando na nossa memórias
Momentos que agradaram
São estes momentos que ficam
Gravados na nossa memória
Outros escritos por alguém
Que se encarregue da História
Termino com os desejos
E votos de muitas felicidades
Receba um grande abraço
Em nome destas personalidades
Cardoso
30 março 2008
Almoço - Botelho e Carvalho 31 Março 2008
Um homem que ignorava
Mas quando ia ao depósito
Era ele que encontrava
Ao longo de muitos anos
Sedimentou-se uma amizade
Que se veio fortalecendo
Com muita naturalidade
Como qualquer ser humano
Tem defeitos e qualidades
Mas o trabalho e o bem servir
Impunham as suas vontades
Directo e muito frontal
E às vezes intempestivo
Mas pensando na sua razão
Tornava-o muito objectivo
Uma enorme capacidade
De trabalho e abrangência
Facetas de um polivalente
Que deve ser uma referência
Não gosto de hipocrisia
Nem de falsos adjectivos
Mas por toda ajuda que deu
Deixa cá muitos amigos
Toda a gente reconhece
A força e dedicação
Ao trabalho desempenhado
Na Portugal Telecom
Sempre muito disponível
Fazendo tudo o que podia
Para responder aos pedidos
Que muita gente lhe fazia
Muito obrigado amigo
E em nome desta gente
Dedico um pequeno poema
Para que fique para sempre
BOTELHO!
Obrigado!
Por ser amigo
Directo e objectivo
Frontal e verdadeiro
Afável e companheiro
Disponível em tempo útil
Mesmo por coisa fútil
Tinha a mesma dedicação
De alma e coração
Obrigado mais uma vez!
Por todo o trabalho que fez
Em prol de muita gente
Que tem de reconhecer
Que sem a sua preciosa ajuda
Teria muito a perder
E estar-lhe grato por tudo
É o mínimo que pode fazer
Obrigado!
Por todo o seu jeito
De encarar o trabalho
Com amizade e respeito
E muitas vezes sabendo
Que era mal compreendido
Cumpria o objectivo
Deixando o trabalho feito
Com a mesma abnegação
Mesmo estando ferido.
Obrigado!
Pela sua polivalência
Se um dia eram veículos
Outro era material
Todo o tipo de compras
A pedido do pessoal
Às vezes complicado
De arranjar no mercado
Mas a sua persistência
Nunca nos deixou mal
Obrigado!
Pela sua capacidade
De enfrentar a realidade
Simplificar os problemas
Que para nós eram algemas
E para si a liberdade
Muitas Felicidades
Um grande Abraço
Cardoso
Da mesma equipa do Botelho
Fazia parte o Carvalho
Que se davam lindamente
Nos intervalos do trabalho
É lógico que estou a brincar
Que eles sempre se deram bem
Quando um mandava vir
O outro mandava também
Devia falar do Carvalho
E estou a falar dos dois
Porque sempre os vi juntos
Mas prometo falar depois
Muitas vezes chateado
Não por não querer trabalhar
Mas segundo a sua óptica
Era preciso saber mandar
Homem muito trabalhador
Mas sempre contrariado
Quando achava justamente
Que alguma coisa estava errado
Pela parte que me toca
Só tenho a agradecer
Toda a sua colaboração
Fazendo o que podia fazer
Muitas vezes acontece
Que somos mal compreendidos
Mesmo quando temos razão
Não somos reconhecidos
Cada pessoa tem o seu estilo
E o Carvalho tem o seu
Vou-lhe dedicar um poema
Com o estilo que é o meu.
CARVALHO
Tantos anos trabalhei
Muitas vezes me cansei
E poucas fui reconhecido
Muito trabalho executei
E uma noite sonhei
Que ia ser promovido.
Continuei a trabalhar
De dia e de noite a pensar
Que um dia isto mudava
Mas o tempo ia passando
E eu sempre me cansando
E nunca me chegava nada.
Até mesmo no trabalho
Às vezes este me faltava
E eu sentado não sei porquê
Até mudaram o pessoal
Para um outro local
Lá longe que ninguém vê.
Não posso estar de acordo
Com algumas injustiças
Que hoje ainda se observam
Sinto-me vítima delas
Por isso não me alheio
E são elas que me enervam
Mas hoje é tempo de paz
Faço por ser bom rapaz
Amigo do seu amigo
Neste dia que resta
Não quero que seja esquecido
E que se torne numa festa.
Festa de muita amizade
Recordando o bom que passei
E muitas marcas que deixei
Que mais tarde recordarei
Com carinho e saudade.
Muitas felicidades
Um grande abraço
Cardoso
25 fevereiro 2008
EMANCIPAÇÂO
Mas não sei o que dizer
Não me sinto inspirado
Enquanto não beber
Para escrever alguma coisa
Tenho que me lembrar
Como já provei o vinho
Já começo a pensar
A dizer coisas sem sentido
Estou pr’aqui a divagar
Vamos ao que interessa
Que é a razão de aqui estar
Hoje neste jantar
O Frade aqui nos juntou
Para comemorar algo
Que na sua vida mudou
O seu convite de hoje
Com o sentido da amizade
Leva sempre a sua vida
Com verdadeira lealdade
Algo mudou hoje na vida
Mas para isso lutou
Não é alheio o sacrifício
Que no passado passou
Fazendo um historial
Foi nomeado supervisor
Da plataforma IN
Conhecendo o seu teor
Era na sua secretária
Que os manuais ele lia
Continuando a estudar
Aquilo que já sabia
Manteve-se no gabinete
E foi lá que estudou
Talvez um dia pensando
Que Chegaria onde chegou
Depois veio para Devesas
Começando a trabalhar
Incansável nas tarefas
Sem nunca mais sossegar
Sempre a pensar no trabalho
Sem nada reivindicar
Resolvendo os problemas
Pondo tudo a funcionar
Enfrentou problemas
E muitos deles resolveu
Ensinou-me muita coisa
Daquilo que aprendeu
Não há horário para sair
Nem hora para almoçar
Nem tempo para o café
E muito menos para jantar
Com esta nomeação
O trabalho vai aumentar
Penso que esta equipa
Está pronta a ajudar
Este cargo nacional
É um cargo de referência
Demonstrando que ele tem
Personalidade e Competência
Vai mudar a sua vida
Com esta nomeação
Adquirir uma viatura
É a próxima pretensão
Desejamos felicidades
Mesmo tendo alguns contra
Que só para subir na vida
Gostam de estar na montra
2003-02-18
Felicidades !!!!!
Cardoso
Paula Sousa
Fernando Gomes
Pedro Oliveira
Tiago
Esclarecimento:
Isto passou-se quando o meu chefe, foi nomeado para reponsável das plataformas e serviços da PT Comunicações
13 fevereiro 2008
Dia de S. Valentim
A 14 de Fevereiro
Dia dos namorados
Enviam-se mensagens
Cheias de floreados
O dia de S. Valentim
Lembra a palavra "Amor"
Enviam-se muitos beijinhos
Que têm outro sabor
Uma mensagem do tipo
"Olá sou o teu querido"
Lembro-me sempre de ti
E ando sempre esquecido
São mensagens enviadas
Por todo o tipo de canais
Telefone, Internet e SMS
Voice Mail e outros mais
Tudo ganha dinheiro
À custa de S. Valentim
Basta a Maria Lembrar-se
Do seu amigo Joaquim
A PT Comunicações
Através dos cartões virtuais
Associou-se à efeméride
Com campanhas originais
Pode surgir também
Entre dois namorados
Um Encontro especial
Enquanto não são casados
Aproveitemos este dia
Para nos aliviar
Da pressão dos outros dias
Enquanto estamos a trabalhar
DCC