26 dezembro 2009

Natal PT 2009

Pela segunda vez a PT
Tentou juntar toda a gente
Num encontro de Natal
Um desejo do Presidente

Repetiu esta façanha
Com um êxito total
Juntando nove mil pessoas
Numa festa especial

É esta família PT
Em toda a sua plenitude
Onde as empresas do grupo
Demonstraram boa saúde

Esta festa de colaboradores
Que quiseram estar presentes
Reforça a ideia do presidente
De aumentar os clientes

Já são 75 milhões
Segundo o nosso presidente
Mas podemos atingir os cem
Com o esforço desta gente

Foi uma festa bonita
De muita confraternização
Em que o conceito de família
Reforça a sua união

........

Cardoso

22 novembro 2009

O batizado do Eduardo

O dia 8 de Novembro
Foi o dia do Eduardo
Escolhido pelos pais
Para ele ser batizado

Com seis meses de idade
assim quis o destino
Que era a altura ideal
Para Deus banhar o menino

Fruto do amor dos pais
Incansáveis no carinho
Com permente sorriso
Olhando o seu fofinho

Neste dia especial
Recebe muitos beijinhos
Continuando a sorrir
No meio de tantos miminhos

Os tios
Domingos e Júlia
A prima Daniela

20 novembro 2009

Obrigado - Frederico

========================
Obrigado
========================

Frederico Vieira!


Um nome conhecido
Muitas vezes solicitado
Fazendo todo o sentido
Ficar-lhe muito obrigado

Tendo um problema em mão
Sempre pronto a colaborar
Para obter uma solução
Não se cansava de pesquisar

Com total profissionalismo
Sendo muito competente
Connosco colaborou
E foi muito paciente

É com muita pena nossa
Que sai neste momento
Muita gente vai sentir
A ausência deste talento

Agora o nosso desejo
Do fundo do coração
É que seja muito feliz
Na sua nova função

Felicidades!!!!

Abraço

07 novembro 2009

Mestrado - 8 de Novembro 2009

As palavras que se seguem
São uma especial dedicatória
À minha filha Daniela
Que neste dia fez História

6 de Novembro de 2009
É uma data feliz
O dia da recompensa

Pelo esforço que já fiz

Num esforço permanente
Podemos conseguir tudo
Mesmo estando a trabalhar
Ao mesmo tempo que estudo

Começando na primária
Segui para o secundário
Ingressei no superior
Com muito trabalho diário

Optei pelo ISEP
Na Engenharia informática
Ficando um pouco apreensiva
Na cadeira de matemática

No Início do 3º ano
Pensei logo em trabalhar
Adquirindo experiência
E continuando a estudar

E durante mais três anos
Foi essa a minha postura
Dar o máximo no trabalho
E tirar a licenciatura

Com bastante sacrifício
Porque o trabalho é exigente
Muitas vezes faltava às aulas
Mas gostaria de estar presente

Mas a recuperação das aulas
Era ao fim de semana
Levantando cedo ao sábado
Em vez de ficar na cama

Feita a Licenciatura
Passando as noites a estudar
Pensei logo no mestrado
Mesmo estando a trabalhar

A FEUP foi a escolhida
Entre outras opções
Limitada nas escolhas
Devido às minhas condições

O tema que desenvolvi
Foi os ciberjornais
Sendo os seus utilizadores
Os elementos principais

E assim fiz uma pesquisa
Com uma certa sequência
Num estudo exploratório
Sobre a sua preferência

E foi nesta sequência
Que fiz uma dissertação
Culminando este dia
Com a sua apresentação

E o resultado final
Foi muito gratificante
Passei com 17 valores
Ficando muito radiante

Repito a primeira frase
Hoje é uma data feliz
O dia da recompensa
Pelo trabalho que fiz

O que sentis-te neste dia
Os teus pais também sentiram
Sentindo um grande orgulho
Duma filha que admiram

Um grande beijinho

14 outubro 2009

Passeio Confrades Out 2009

Mais um cinco de Outubro
Que em 2009 chegou
Mais um passeio se fez
Mas menos pessoal juntou

As bases da confraria
Que pareciam de betão
Começaram a ceder
E não sei se aguentarão

Mas mesmo assim foi feito
O nosso famoso passeio
Registo aqui o que se passou
Para mostrar a quem não veio

Logo de manhã o Armando
Começou a trabalhar
Abriu o café só para nós
Para um cafezinho tomar

Ia a descer as escadas
Ia o Hernâni a caminho
Sugeriu que eu também
Fosse tomar cafezinho

Com a máquina fotográfica
Tinha que a utilizar
Apanhou o Armando no café
Dentro do balcão a fumar

Com a conivência do Tonecas
Que também estava presente
Não podemos fazer nada
Por ser irmão do presidente

Estava chegada a hora
De ver quem tinha chegado
Há sempre alguém neste dia
Que chega um pouco atrasado

E foi o nosso amigo Jordão
Que este ano se atrasou
Com os seus óculos de sol
Ao pessoal se juntou

Olhando as calças do Hernâni
Diz o nosso presidente
Vou-te comprar umas calças!
Olha que figura indecente!!!

Olha bem para tua altura
O maior anão que já vi
Arranja-me umas compridas
Que estas ficam bem a ti

Para apenas 18 pessoas
Um carro pequeno bastava
Apareceu um grandalhão
Que ninguém esperava

Vendo tantos lugares vazios
Diz o Jordão ao pessoal
Podiam também arranjar
Uma companhia ideal

Alguém gritou lá no meio
Gosto muito de Italianas
Mas outro macho latino
Lembrou-se das ucranianas

A certa altura da viagem
O Armando molha a vistinha
Com o seu olhar indiscreto
Através da janelinha

E como bom observador
Diz-lhe o Victor de mansinho
Armando para onde estás a olhar?
Vamos guardar respeitinho!

A resposta do Armando
Foi um silêncio profundo
Simplesmente ignorando
Mas curtindo o seu mundo

O Alfredo era o único leitor
Numa determinada altura
Mas toda a nossa viagem
Foi de pouca leitura

O dia estava cinzento
Não dando para apreciar
Embora algumas paisagens
Fossem para admirar

Este ano o destino
Foi a Póvoa de Lanhoso
Com uma história grandiosa
E um passado honroso

A Revolução Maria da Fonte
Teve aqui o epicentro
Sendo esta Jovem Maria
A mulher desse momento

Natural de Fontarcada
Foi a instigadora inicial
Que gerou a confusão
No norte de Portugal

Foi em 1846
Que Costa Cabral cedeu
Após assinar uma convenção
Que o povo não entendeu

Mas Voltemos ao passeio
Relembrando a viagem
Que teve na cidade de Braga
A nossa primeira paragem

Num passeio pedonal
Em direcção às arcadas
Não se via muita gente
Sentada nas esplanadas

E o grupo dos confrades
Seguindo um só caminho
Com um destino comum
As frigideiras do cantinho

Especialidade singular
Numa casa especial
Como atractivo turístico
E muito valor cultural

A delícia das frigideiras
Nem local tão embelezado
Com restos de ruínas romanas
E o chão envidraçado

Saímos deste cantinho
E prosseguimos a pé
Onde além de outras visitas
Tínhamos que visitar a Sé.

Por volta das onze e trinta
Hora que estava marcada
Continuamos a viagem
A pensar já na chegada

Alguns enganos no caminho
Cujo motivo eu não sei
Mas o Restaurante “O Victor”
Fica em S. João de Rei

Houve alguma confusão
E alteração no caminho
Seguimos Póvoa de Lanhoso
Em vez de Vieira do Minho

Mais tarde numa saída
Para São João de Rei
Passou-nos despercebida
Mas o motivo, eu não sei

Só havia uma solução
Fazer inversão de marcha
E num cruzamento à frente
O motorista se despacha

Numa descida acentuada
Com bastante inclinação
Era tão estreita que exigiu
Muita perícia na condução

Quase incrédulos chegamos
Com o pessoal radiante
A pensar no Cabritinho
E no bacalhau do restaurante

Com a calma habitual
Lá entramos devagar
Indicaram-nos que a mesa
Era no primeiro andar

Ficando no Rés-do-chão
O WC e o Lavatório
Formou-se uma fila indiana
Para ir ao mictório

Às pinguinhas subimos
E na mesa nos sentamos
Começando logo a comer
E nos outros não pensamos

Chega lá um empregado
Perguntando num instante
Se queríamos antes do vinho
Um copinho de espumante
E pelo que me apercebi
Ninguém disse que não
Todos quiseram provar
O espumante com limão

Lá comemos as entradas
Era pouca variedade
Não abundando também
Em termos de quantidade

Depois chegaram as travessas
Com o cabrito e o Bacalhau
E em termos globais
Não estava nada mau

Mas por vezes acontece
Alterando o que foi escrito
Confrades escolhem bacalhau
E depois comem cabrito

Esta alteração às regras
Gera desequilíbrio total
Para uns ficarem saciados
Afectam o resto do pessoal

E no meio de tudo isto
Gera-se alguma confusão
Com muitos a mandar vir
Sem ninguém ter razão

Para comer os dois pratos
Uma vaquinha a partilhar
Armando, Alfredo e Manel
Com o Sérgio a comandar

Começa o Sérgio a criticar
Aquela posta de bacalhau
Dizendo que era pequena
Mas não parecia nada mau

O Armando replica
Querendo-o indigitar
Que seja no próximo ano
O Sérgio a organizar

Respondendo prontamente
Logo o Sérgio fecha porta
Indigitando Manuel Gonçalves
Que pelos vistos não se importa

Mas lá comeu o bacalhau
Já a pensar no cabrito
Viu a travessa vazia
Ficou logo aflito

Palavra puxa palavra
E veio-se logo a saber
Que vieram ali buscá-lo
Para outro confrade comer

O que mais o irritou
É que quem o comeu
Escolheu o bacalhau
Na altura que se inscreveu

Os ânimos aqueceram
Mas ele não prescindia
De comer o cabritinho
Que a ele pertencia

Falando com empregados
O que mais o irritou
Foi a única resposta
Que o cabrito acabou

Eu quero comer cabrito!
Mas o cabrito acabou!
Chame aí o seu patrão
Para saber quem errou!

Entretanto o patrão veio
Confirmando que não tinha
Já não temos cabrito
Mas arranjo-lhe vitelinha

Lá acabou por aceitar
Até gosto de vitela no espeto
Começando a provar
Viu que era porco preto

Ele já nem acreditava
No que estava a acontecer
Eles não conhecem o Sérgio!
Mas vão ficar a conhecer

Ameaçando que não saía
Sem falar com o patrão
Só queria demonstrar
A sua desilusão


Gerou mini assembleias
Pondo em causa o contrato
Que culminou no resultado
De falta de cabrito no prato

Pedi a todos os confrades
Uma avaliação global
Sendo o que se vai seguir
Da responsabilidade individual

Muito Simples diz o Victor
Falando com toda a certeza
O Sérgio careca não é pessoa
Para estar sentado numa mesa

E continuou a citar
O Alfredo come bem
E ali na ponta escondido
Também dorme muito bem
(Victor)
Estava tudo muito bom
Mas eu até nem acredito
Por outros comerem muito
Eu comi pouco cabrito
(Ricardo)
Mudo e Quedo!!!
E o Sr. Alfredo mais não diz
Foi esta a sua resposta
À pergunta que eu lhe fiz
(Alfredo)
Lamento, mas é lamentável
Porque comeu-se muito bem
O Sérgio a meias com o Manel
Quer cabrito e já não têm
(Armando)
Comer o bacalhau meias
É coisa que eu não gabo
Como acabou o cabrito
Vão ter que comer o rabo
(Armando)
Fiz vaquinha com Sérgio Poinhas
Porque ele até é um bom tipo
Só que comeu meu bacalhau
E eu não comi cabrito
(Manuel Gonçalves)
Respondo já directamente
Aqui há falta de jeito
A minha avaliação é positiva
Mas o negócio foi mal feito
(Batista)



O Sérgio todo chateado
Por comer só bacalhau
Teve uma resposta directa
Numa só palavra “MAU!!!”
(Sérgio)
Para o Madeira Martins
Ao seu característico tom
Disse: Para mim chega!!
Comi bem e estava bom
(Madeira Martins)
Só digo que comi bem
Não há que criar atrito
Eu não quero pôr defeitos
Eu só comi cabrito
(Oliveira)
Depois do que hoje se passou
È uma necessidade premente
Ou estamos todos fodidos
Ou temos que trocar o gerente
(Tonecas)
Não falo do almoço
Diz este confrade genial
Falo só da amizade
Que aqui é fundamental
(Hernâni)
Óptimo! Óptimo! Óptimo!!
E mais não disse este senhor
Se todos fossem como ele
O gerente recebia um louvor
(Jorge Castelo)
Sendo o Moreira o gerente
Não se quis pronunciar
Na minha condição de Lider
Sou suspeito se falar
(Moreira)
De seguida o Coutinho
Quase a limpar o suor
Tudo bom e bem servido
E também bebi do melhor!
(Coutinho)
Médio e mais nada a comentar
Foi a resposta do Jordão
Foi preciso e directo
Na sua avaliação
(Jordão)
O Daniel como sempre
Disse que para ele o evento
Simplesmente impecável
Estava tudo a cem por cento
(Daniel)


Sofrível! Sofrível!
Proponho para o ano uma mudança.
Que seja o Manuel Gonçalves
O Mordomo desta festança
(Joaquim Correia)
A minha avaliação
É total solidariedade
Para quem em prol dos outros
Trabalha com amizade
(Domingos, postiga)

Em relação ao Moreira
Eu quase que diria
Que ele é o principal pilar
Que suporta a confraria
(Domingos, postiga)
Mas tudo acabou bem
E ninguém ficou triste
Sentaram-se numa mesa
Com uma garrafa de Whisky

Regressamos ao autocarro
Mas a culpa morreu solteira
Embora quisessem Culpar
O nosso amigo Moreira

Diz o Sérgio para o Moreira
Tu tens que pagar as favas
Olha! Vai ao Manel do redondo!
E vê lá quanto é que pagas!

Diz o Victor de seguida
A culpa é do Sr. Alfredo!
Que vá comer ao c……
Diz o Moreira sem enredo

O Cabrito estava bom
Diz o Alfredo a sorrir
Estava aí tão calado
Pensei que estava a dormir

Pergunta o Victor ao Moreira
Onde é a próxima paragem?
Temos que tomar um café
Antes de terminar a viagem

De imediato o Joaquim Correia
Não quis deixar de intervir
Se for directo à Mãos à Obra
Em Famalicão peço para sair


Por ironia do destino
Paramos em Famalicão
Se uns tomaram um café
Outros água com limão

Também foi a um café
Alguém que não tomou nada
Querendo ver de pertinho
As mamocas da empregada

Ela ali despreocupada
E o pessoal todo de pé
Tanto tempo demorou
Só para tomar um café

Retomamos a viagem
Vindo pela Auto-estrada
Encontramos tanto trânsito
Que retardou a chegada

Mesmo assim viemos cedo
E todos chegaram bem
Desculpem qualquer coisinha
E até ao ano que vem

Abraço

Domingos

24 junho 2009

Ao amigo Ricardo Lampreia

Quando estava solteirinho
Era muito bom rapaz
Mas a vida de casado
É o que mais o satisfaz

Já lá vai algum tempo
Que a sua calma aparente
Não escondia a ansiedade
Que estava na sua mente

Mortinho por dar o nó
A promessa foi cumprida
Esperando o momento certo
Apanhou a Cátia distraída

Foi o amor da sua vida
Assim com ela casou
Preparando este dia
Enquanto namorou

Falo do Ricardo Lampreia
Que fez questão de passar
Pelo edifício das Devesas
Para connosco almoçar

Esta data memorável
Tem que ficar na História
Não há como vir ao Norte
Para ficar na memória

Na véspera de S. João
Que é altura da sardinha
Quis surpreender a esposa
Com uma boa francesinha

Como oferta do marido
A surpresa não se enjeita
Mas não chegamos a saber
Se a Cátia ficou satisfeita

Este prato delicioso
Especialidade do Norte
Todos querem experimentar
Mas poucos têm essa sorte

Lá seguiram viagem
Para a cidade dos arcebispos
Tem muito para visitar
Além de ter bons petiscos

Um grande abraço das Devesas
E o que desejamos no fundo
Que sejam à face da terra
O casal mais feliz do mundo

Cardoso
24 de Junho de 2009

21 maio 2009

Aniversário - Graça 19 de Maio 2009

Estando eu a trabalhar
A Mauriceia chegou
Ao meu local de trabalho
E a todos cumprimentou

Alguém logo lhe perguntou
O que a trazia por cá
É o aniversário da Graça
E vim ver como ela tá!

Sendo uma data especial
De manhã quando entrei
Apenas lhe disse bom-dia
E o resto ignorei

Espero ser perdoado
Por esta falha importante
Mas disponho este momento
Para saudar a aniversariante

Na PT a trabalhar
Neste mundo de castigos
Não ficou em casa hoje
Para não deixar os amigos

Almoçando todos juntos
É só ternura e carinho
Aquecendo o ambiente
Com mini garrafa de vinho

Parece ao que ouvi
Só a Mauriceia ajudou
A beber um copinho
Que no momento festejou

Receba muitos parabéns
Neste dia especial
E tenha muita saúde
São os desejos do pessoal

Mesmo em dia de trabalho
Arranja-se sempre tempo
Reservado a uma colega
Neste especial momento

Por falta de inspiração
Sugerirão-me o diccionário
Mas a importância deste dia
Só se vê no Calendário

Figuras proeminentes
Que nasceram neste dia
Mas nasceu uma com Graça
Com o lindo nome de Maria


Muitos Parabéns!!!!!

Para variar vai um poema!

Desconhecia
Porque não sabia!
Mas o facto é que existia
Ago mais para festejar!
Portanto aqui me penitencio
A todo o grupo deste trio
Mas não me atirem ao rio
Por simplesmente ignorar!

Soube pela Mauriceia
Que antes da barriga cheia
Teve uma excelente ideia
De cá vir comemorar!
Com seu carinho de sempre
Veio cumprimentar a gente
Com seu ar sorridente
Antes de ir almoçar!

Posteriormente vim a saber
Mas era difícil perceber
O que estava a acontecer
Com estas aniversariantes!
Mas aminha investigação
Levaram-me à conclusão
Que duas amigas do coração
Tinham feito anos antes!

A Graça fez naquele dia
Mas disse que não sabia
Que a Mauriceia oferecia
Este gesto de carinho!
E para ela não pensar
Que a estava a enganar
Também a quis acompanhar
Bendo um pouco do seu vinho!

Mas a Anabela também
Com a amizade que tem
É uma amiga que mantém
Uma ligação especial!
Com a Graça no dia a dia
Uma amizade e simpatia
Que com sorriso e empatia
Até se torna normal!

O grupo!

Olá!
Somos três
E de quando em vez
Chegamos!
E cá estamos!
E assim demonstramos
Que às vezes mesmo triste
A amizade persiste
E nela acreditamos!
É não é a longitude
Que faz algo que mude
A nossa aproximação
É é com esta amizade
E sentido de unidade
Que emergem outros valores
Como o da fraternidade
Olá!
Somos três
E cá estamos outra vez!
Se repararem verificam
Que nunca estamos sós
E por isso a solidão
Nunca se livra de nós!
E com esta unidade
Daremos a muita gente
Prova da nossa amizade
Sendo nosso corolário
Festejar todos os anos
Juntas o aniversário

Parabéns
Beijnhos