16 dezembro 2010

Natal Devesas-2010

O Natal 2010
Do pessoal das Devesas
Foi um encontro de "família"
Com algumas surpresas

Numa primeira fase
Ainda foi questionado
Se o encontro deste ano
Seria realizado

Mas alguém teria de ser
E a Armanda se empenhou
E graças à sua persistência
O almoço se realizou

Foi pena não ser feito
Da forma que é habitual
Na garagem das Devesas
Juntando muito pessoal.

Mas existem outros valores
Que justificam alterações
Nem que seja a voz solidária
Em prol de outros corações

Feito em moldes diferentes
Dos de anos anteriores
Realizou-se num restaurante
Também com outros sabores

Perante algumas opções
Um tinha que ser escolhido
Fomos ao Ponte da Pedra
E ninguém está arrependido

Era para ser o menu
Com vários condimentos
Mas uma nota de vinte
Excluía elementos

Numa segunda ronda
De difíceis negociações
Decidimos escolha à carta
Para evitar confusões

Entre pratos de carne e peixe
A maioria escolheu Vitela
Com muito poucas excepções
Que passavam bem sem ela

Estavam 25 pessoas
Unidas à volta da mesa
Que com a força de comer
Mostravam a sua fraqueza

Dum barulho infernal
Veio o silêncio profundo
Provando que uma travessa
Consegue mudar o mundo


Houve trocas de prendinhas
Para alegrar o pessoal
Saindo-me um paspatur
Com a foto do Zeinal

Também houve bonecos
E estojos de ferramentas
Caixinhas, incenso e velas
E outras variadas prendas

Foi um momento divertido
A volta daquela mesa
Ficando todos satisfeitos
Com a agradável surpresa

O almoço terminou
Com a alegria salutar
Não tanto como no início
Porque Íamos trabalhar

Desta equipa da IN
Uma palavra amiga
A fim destes anos juntos
Surgiu a nossa saída

Em nome de toda a equipa
O nosso agradecimento
Pela salutar convivência
Durante todo este tempo

No final e para terminar
Um licor e um bagaço
Houve quem não se conteve
E foi trabalhar como o aço (Tiago)

Desta equipa recebam
Um abraço especial
E tenham em 2010
Um Santo e feliz Natal.


Cardoso

www.dcc-livro.blogspot.com

09 outubro 2010

Passeio 2010 - Confrades da sueca

Os confrades se juntaram
Este ano outra vez
No dia 5 de Outubro
Do ano 2010

Com partida marcada
Às oito e meia da manhã
E cumprindo esta regra
Quase toda a gente está

Bastou um mini autocarro
Para os 17 confrades
Que hoje se encontraram
Fruto das suas amizades

É de louvar este grupo
Que quase desmoronou
E foi a sua espinha dorsal
Que lutando não deixou

A organização este ano
Recaiu em dois elementos
Que desde o ano passado
Sempre estiveram atentos

Foram o Manuel e o Sérgio
Os confrades eleitos
E as suas acções este ano
Surtiram os seus efeitos

Fizeram uma programação
Digna de ser louvada
Que ao longo desta viagem
Aqui será retratada

Foi com boa disposição
Que iniciamos a viagem
Onde prevaleceu a leitura
Numa primeira abordagem

Viajando na A1
Paramos em Antuã
Para fumar um cigarro
E tomar café ou chá

Seguimos na A25
A caminho de Viseu
Para uma nova paragem
Que o pessoal escolheu

Fomos ao café Cacimbo
Onde uma empregada meiga
Foi convidada pelo Hernani
A servir um pão com manteiga

Muito atento como sempre
Foi o primeiro a chegar
Mas ela deixou-o para último
E ele não deixou de falar

Menina quero que saiba
Fui o primeiro a chegar
Sou o ultimo a ser atendido
E não posso reclamar!!

O Sr. esteja descansado
Que não vai ficar esquecido
E como é a última pessoa
Vai ser muito bem servido

Expectante, pensou ele
Isto vem atrasado
Mas com estas palavras
Ainda sou compensado

Aguardou calmamente
E o pão com manteiga chegou
Pediu mais um café cheio
Que ela logo lhe tirou

Viu o pão partido ao meio
Com uma metade sequinha
Metade tinha manteiga
E a outra nada tinha

Menina eu sou do Porto
E aqui algo está mal
Se lá me servissem assim
Era notícia no jornal

Sorrindo ela respondeu
Dizendo: Aqui é assim!
Não vale apenas enervar-se
Porque não depende de mim

Ele acabou por acalmar
E assim se convenceu
Isto aqui é assim!!!
E o diferente sou eu!!!

Por uma estrada secundária
Seguimos a nossa viagem
Passando várias localidades
Apreciando a paisagem

Passamos Carvalhal da Louça
E também Paranhos da Beira
Vila Verde e Vila chã
Com S. Romão na dianteira

Quando chegamos a Seia
Uma cidade bonita
Fomos ao museu do brinquedo
Fazer uma curta visita

Vendo os velhos brinquedos
Passamos ali bons momentos
Recordando a nossa vida
Nos brinquedos de outros tempos

Para ficarmos na História
Com sentido de amizade
Tiramos uma foto de grupo
Ficando para a posteridade

Lá fomos no Mini-Bus
Visitar o Museu do Pão
Em que a nossa Cicerone
Era aberta à discussão

Relatando as várias fases
Das cearas até à mesa
O que implica fazer o pão
É cultura e muita beleza

Mas o esforço incansável
Da sociedade criadora
Concilia a tradição
Com a parte inovadora

Tentou explicar ao máximo
O peso que teve o pão
Na história da sociedade
E na sua evolução

Não só na vertente política
Mas também cultural
Sem esquecer a religiosa
Com influência social

Fluente na comunicação
Sem palavras de catálogo
De uma forma muito simples
Estava aberta ao diálogo

Não fugindo às questões
Expôs o seu ponto de vista
E o Tonecas com ironia!!!
Olha que ela é comunista!!!

É um museu muito bonito
E uma escola sobre o pão
A história e o seu trajecto
E toda a sua evolução.

Feliz foi também a escolha
Do Restaurante do Museu
Sendo uma boa surpresa
Para quem o conheceu

Com duas salas grandinhas
Um pouco desniveladas
Fomos para a superior
Com mesas mais arejadas

Muita gente numa mesa
Pode fazer muitas ondas
Resolveram separar-nos
Em duas mesas redondas

Começaram os confrades
A ir buscar as entradas
Com uma grande variedade
Em cima de duas bancadas

O pessoal não se cansava
É que eram mesmo boas!
Uma variedade imensa
Deliciou aquelas pessoas!

Não sendo eu especialista
Acho que o vinho era bom
E mesmo os conhecedores
Deram uma boa avaliação

Quanto á ementa quentinha
Bom bacalhau sobre a mesa
Muito bem complementado
Com cozido à portuguesa

Em termos de qualidade
Não há nada a apontar
E então em quantidade
Foi comer até fartar

O pessoal bem-disposto
Sempre a confraternizar
Tudo na maior amizade
Num convívio salutar

Em relação à sobremesa
Tudo boa qualidade
Foi difícil escolher
Com tanta variedade

Como já nos outros anos
Foi sempre nosso apanágio
Dei a volta aos confrades
Para fazer um sufrágio

Se para o Moreira está bom!
Para o Tonecas, bom está!
O Jorge não é puta que minta!
E o Quim, inspirado não está!

Mas reforçou a pedalada
Vincando assim também
Nesta terra de Portugal
Almoça-se muito bem

Disse o Madeira Martins
Gostei e espero repetir
E repetir novamente
Disse o motorista a rir

Este livro que vos deixo
Do António Aleixo
Eis as palavras genuínas
Do nosso confrade Aleixo

Acabando a sobremesa
Disse com ar sorridente
Espero que para o ano
Se repita novamente

O Oliveira radiante
Não estava nada chateado
Realçando que o Ricardo
Estava bem comportado

Fica contente e feliz
Quando o sente até berra
Passando a mão pelo pêlo
Com o queijo da serra

Companhia fora de série
Disse o amigo Ferreira
Diversificada e homogénea
Analisada à sua maneira

Para o Daniel estava a 100%
E espero que se repita
Mas devia ser ao contrário
1º o Almoço e depois a visita

Para o amigo Batista
Rápido e objectivo e lesto
Estava bom! Estava bom!!
E eu cá que diga o resto

Para o Manuel Gonçalves
Expressando-se em baixo tom
O Daniel disse que estava péssimo!
Mas acho que estava muito bom!

A companhia é óptima
E o Luís concordou
Fazendo dele as suas palavras
E assim se pronunciou

Está tudo muito bom
Disse o Sérgio convencido
O pessoal bem comportado
Espero não ser destituído

O Oliveira aproveitou
E lançou umas farpitas
Sendo da comissão de festas
O Sérgio tem que levar as fitas

Disse o Hernâni meio triste
Gostei muito do casqueiro
Mas tive pena de no museu
Não ter visto o Padeiro

Em princípio o almoço
Foi muito bem organizado
Disse o Coutinho também
Que de comer estava cansado

Mas não se ficou por aqui
E quis realçar também
Que o convívio neste mundo
É o que mais valor tem

Estou muito adoentado
E não posso falar
Disse o Ricardo tristonho
Sem nunca se calar

Eu quero também dizer
Senão solto-vos os cães
Que quero chegar às oito
Para ver o Porto-Guimarães

Uma palavra amiga
Para o pessoal ausente
Como Armando e o Jordão
E o Victor Presidente

Este género de restaurante
É do tipo Paga e come
Qualquer pessoa que entre
Aqui nunca passa fome

Findo o almoço recheado
Numa viagem muito breve
Fomos à serra da estrela
Ver a paisagem sem neve

Mesmo assim a paisagem
Deslumbra quem a passear
Com várias lagoas de água
Numa beleza singular

Quando chegamos à Torre
Fomos ao centro comercial
Em que queijo foi rei
Nas compras do pessoal

Paisagem maravilhosa
Mesmo sem neve à vista
Nem teleférico funciona
Por falta de Gente na pista

Para o regresso a casa
E aqui foi sempre a andar
Passamos pela Covilhã
Com pena de não parar

Vimos o Hotel da Serra
E uma bonita estalagem
A Varanda do Carqueijais
Que não foi local de paragem

O sossego tomou conta
Dos confrades na viagem
Apenas algumas conversas
Antes da última paragem

Foi na Zona de Viseu
Numa estação de serviço
O que cada um foi fazer
Ninguém tem nada com isso

Uma palavra final
A toda a organização
Que envolveu duas cabeças
Com alma e coração

O Sérgio e O Manuel
Estão ambos de parabéns
Para o ano não se livram
Nem que os façamos reféns

Em nome da confraria
O nosso muito obrigado
Pelo trabalho que tiveram
Sem nada nos ter cobrado

Sãos estes pequenos bocados
O melhor que a gente tem
Um abraço para todos
E até ao ano que vem


9 de Outubro de 2010
Domingos

14 junho 2010

A surpresa de Paulo e Marisa ao seu pai

No dia 4 de Junho
O telemóvel tocou
Era o meu sobrinho Paulo
Que um convite formulou

O seu pai tinha um desejo
E ele queria-o surpreender
Juntar todos os irmãos
Para almoçar e conviver

Estava isto relacionado
Com os seus sessenta anos
Então o Paulo e a Marisa
Convocaram todos os manos

Mantendo os seus intentos
Concretizaram a surpresa
Juntando no dia dez
Muita família à mesa

Com trabalho planeado
E sem grande alvoroço
Não resgataram esforços
Para fazerem este almoço

O simbolismo deste acto
Independente de quem vai
Revelam o amor que têm
Pelo seu querido pai

Tentaram juntar a família
Para ficar na memória
Os irmãos tiveram todos
Menos a irmã Glória

Realço a presença da Emília
Que nunca deixa a mãe só
Dando prazer à Marisa
De ter em casa a sua avó

Para fazer este evento
Era preciso uma garagem
Escolheram a casa da Marisa
Que tinha esta vantagem

Chegamos bastante cedo
E podemos observar
A azáfama das cozinheiras
Que não paravam de trabalhar

Trabalhando sempre a sorrir
Pareciam não se cansarem
Mas isto cansa e cansa muito
Para os outros se enfartarem

Enquanto o Paulo orientava
O pessoal que ia chegando
O Quim da Mila estava atento
Ao frango que estava assando

A chegada da Elisabete
É um momento a realçar
Pela sua disponibilidade
Sempre pronta a trabalhar

Chegou e vestiu uma bata
Fugindo do pessoal falador
Quando demos por ela
Já estava no assador

O pessoal foi chegando
Para comer ninguém falta
E por volta da uma hora
Já lá estava toda a malta

O Quim tinha um biscato
E de manhã foi trabalhar
O Paulo só lhe tinha dito
Para ele vir almoçar

Entretanto ele chegou
Sendo o actor principal
Qualquer que seja a surpresa
Nunca leva nada a mal

Ele achou um pouco estranho
Mas nunca desconfiou
Ficando muito surpreendido
Pelo pessoal que encontrou

Não ficou nada chateado
Por ser vítima da surpresa
Tendo vontade de comer
Sentou-se logo à mesa

Começam logo a chegar
As travessas com comida
Dando ordem aos convidados
Para se sentarem de seguida

Para uma entrada picante
Cebolinhos muito tenros
Tem um nome especial
Mas agora não me lembro

Frango assado na Brasa
Com salada a acompanhar
E costeletinhas grelhadas
Também para alternar

E para os mais exigentes
Uns bifinhos especiais
Com batatinhas a murro
Com sabores tradicionais

Tudo isto acompanhado
Com genuína linguiça
Com tanta coisa para comer
Até nos dava a preguiça

Uma salada de frutas
Excelente para sobremesa
Com um molho maravilhoso
Foi uma agradável surpresa

E para finalizar
Bolos tradicionais
Havendo também folheados
Feitos por profissionais

Estava tudo tão bom
Dava vontade de comer
E o pessoal a saborear
Não parava de beber

O Paulo sempre incansável
Não parava um bocadinho
Sempre à volta da mesa
Para nunca faltar vinho

Não podia ver um copo
Um pouco abaixo de meio
Mal a gente se distraí-a
Já o copo estava cheio

A Andrea incansável
Estava sempre a levantar
Arrumando toda a loiça
Acabada de utilizar

A Marisa não parava
E tudo o que fosse preciso
Tentava logo arranjar
Mantendo sempre um sorriso

O Tone que é seu marido
Uma pessoa especial
Sempre muito generoso
E uma disponibilidade total

Esta maravilhosa família
Com tanta gente a fazer mossa
Disponibiliza a sua casa
Como se ela fosse nossa

Naquilo em que podiam
Todos colaboravam
Enquanto uns só comiam
Os outros só trabalhavam

Descobrimos dois pombinhos
Há muito tempo casados
Que festejaram neste dia
Aniversário de namorados

Eu não digo quem são
Que eles podem não gostar
Mas se falarem à Elisabete
Ela é capaz de ajudar

Já de barriguinha cheia
Lá nos pusemos de pé
Decidimos ir ao Pacheco
Tomar o nosso café

A Mila ficou com a mãe
Aliás como faz sempre
Com a Carla e os seus filhos
Que também estava presente

Encontrei a Rosa do ferreiro
Era assim que a conhecia
Quando ia à Miquinhas
Era ela que me servia

Uma partida de snooker
Para acalmar o coração
Desafiei o Tone da Marisa
Verdadeiro campeão

De seguida uma visita
À casa do Paulo e Andrea
Fazendo uma caminhada
E abater a pança cheia

De uma casa muito antiga
Totalmente recuperada
Alterou-a a seu gosto
Ficando toda remodelada

Fruto de muito esforço
E muita labuta diária
Com a família e os amigos
Em grande ajuda solidária

Tem nuns terrenos anexos
Hortaliças árvores e flores
Vários tipos de fruta
E legumes de vários sabores

Batatas cebolas e pimentos
E outros tipos de horta
Feijões tomate e alface
Prontinhos ali à porta

Mas tudo isto dá trabalho
E um cuidado permanente
E além de pagar os adubos
Tem os custos da semente

Fazem isto por gosto
E de uma forma admirável
Além de terem as coisas
Tornam o ambiente agradável

Visita feita lá fomos
Dispersados no caminho
A Andrea sem promessa
Foi mas é de carrinho

As mulheres foram à horta
Porque a Alice as convidou
Alface, couves e nabiças
E tudo o que agradou

Com mais algumas peripécias
Aproximava-se o jantar
Quando o Raul e a Adelaide
Acabaram de chegar

Após alguma conversa
Voltamos ao firmamento
Todos sentados à mesa
Com o Paulo sempre atento

Começam todos a comer
Repetindo-se os cenários
As mulheres a trabalhar
E os homens solidários

Muita gente bebeu bem
Mas evitaram os abusos
Eu até pedi ao Quim
Se me arranjava parafusos

E teve muito sucesso
Porque eu tinha um dilema
E ele com dois parafusos
Resolveu-me o problema

Às pessoas lá presentes
Aqui não mencionadas
Não foi falta de lembrança
E muito menos ignoradas

E assim terminou o evento
Destinado ao sexagenário
Promovido pelos seus filhos
Que voltam ao trabalho diário

Pela parte que me toca
Um abraço com amizade
A todos muitos parabéns
E votos de muita felicidade


Domingos
2010-06-14

19 abril 2010

Aniverário de colega - Anabela

Estava eu a tomar café
Quando a Anabela entrou
Tinha um ar muito feliz
Quando para mim olhou

Disse bom dia Cardoso
Com o sorriso habitual
Simplesmente ignorei
Que era um dia especial

O meu pedido de desculpas
Por esta falha imperdoável
Pois para a aniversariante
Isto era inaceitável

Mas vi que estava perdoado
Quando alguém me alertou
A Anabela faz anos hoje
E ainda ninguém se lembrou

Íamos nós almoçar
Quando isto aconteceu
Eu fui o grande visado
E toda a gente se esqueceu

Prometi-lhe uns versinhos
Nesta data memorável
Prova da nossa amizade
Que penso ser intocável

Estava eu a elaborá-los
E diz o chefe de repente
Há bolo no andar de cima
E estão à espera da gente

Fomos todos convidados
Para comer um bocadinho
De um bolo especial
Feito com muito carinho

Digo feito, porque soube
Que foi a Edite que o fez
Esperemos que para o ano
Faça outro outra vez

Gostei muito do champanhe
Com gosto tradicional
Genuinamente feito
Só de sumo natural

Foi saudável conviver
Recordando outros tempos
Com o Stress de hoje
Raros são estes momentos

Receba os sinceros parabéns
Destes amigos que tem
Continue sempre a sorrir
E até ao ano que vem

PARABÈNS !!!!!

BEIJINHOS!!!!!

19-Abril-2010