02 outubro 2007

Confraria da Sueca 2007

A confraria em 2007
Foi um pouco atribulada
Com algumas peripécias
Feitas pela rapaziada

Começou logo no Início
Com o afastar do Branquinho
Que por razões que só ele sabe
Seguiu por outro caminho

Foi para o grupo uma perda
Com grande significado
Não só pelo que representa
Mas por todo o seu passado

Com a sua iniciativa
A confraria beneficiava
Com o sentido profissional
Que sempre o caracterizava

Para ele fica um abraço
Com pena de cá não estar
Mas sempre com a esperança
Que um dia vai voltar

O nosso amigo Cordeiro
Também deixou de aparecer
Mas sabe que a sua presença
Era para nós um prazer

A sua vinda ao almoço
É sinónimo de união
Sendo a sua presença
Uma grande satisfação



Mas a ementa da sueca
Sem estes dois elementos
É uma caldeirada insabida
Sem alguns condimentos

Não há histórias para contar
Com algum conteúdo
Fala-se muito sobre nada
E com pouco se conta tudo

Digamos que o Sr. Hernâni
É o grande animador
Duma confraria carente
De histórias com mais humor

Mas ele optou este ano
Por um caminho infeliz
Meter-se sempre com o miúdo
Que despreza o que ele diz

Nada pior do que isto
Lhe poderia acontecer
Pretende dar ensinamentos
E acaba por aprender

Se a resposta é o silêncio
Ele sente-se provocado
Mas se a resposta é rude
Ele sente-se mal amado

Na sua grande teoria
Ninguém pode falhar
È só cromos e ignorantes
Que não se podem enganar




Qualquer que seja o parceiro
Parece que está em voga
Atribuir uma alcunha
A qualquer um que com ele joga

Se a um lhe chama cromo
Ao outro chama-lhe vela
Não se esquecendo da estátua
Quando se esquece do fatela

São estes belos momentos
Que nos levam a persistir
Porque sem cromos e fatelas
Muitos iriam desistir

Mas este ano foi diferente
Com algumas fricções
Sem querer personalizar
Houve algumas confusões

Nada que não se resolva
Evitando assim atritos
Porque também em fair-play
Temos muitos bons peritos

Em relação ao almoço
Há sempre iniciativas
Agradecemos aos mentores
Pelas acções criativas

Convocada uma assembleia
Sem nenhum alvoroço
Para informar e decidir
Onde seria o almoço


Ma s não foi necessário
E Alguém decidiu assim
Pomos na sala uma ementa
E vamos à Casa de Martin

Uma casa ou Quinta rural
Situada em Ponte de Lima
Em que o arroz de sarrabulho
Faz parte da sua cantina

Estamos apreensivos
Vamos ver o que isto dá
Na pesquisa que foi feita
Não encontrei nada de lá

Mas estamos confiantes
Ou não fosse o Moreira
Em conjunto com o Manel
Uma equipa de primeira

Mas este ano o Restaurante
Foi o Armando que escolheu
Aqui fica a gratidão
Pelo trabalho que lhe deu

Resta-me apenas desejar
A todos os nossos Confrades
Que tenham boa viagem
Sem as suas Comadres

Abraço

Domingos
(O Postiga)

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