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S.João no Porto
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Festa singular
Tão peculiar, neste povo
Que te adora, que chora
Com alegria,neste dia
Sim. O alho porro e o martelo
Como é belo
O ambiente, frio ou quente
Sempre com tanta gente
Que irmãmente se diverte
Esta gente que não sente
A martelada que foi dada
Com carinho e amizade
Com sentido de unidade
Responde com uma piada
Um sorriso recebe
E às vezes não percebe
O porquê de tudo isto
Rico ou pobre
Grande ou pequeno
Velho ou novo
É o povo
Que adora ver o fogo
É a multidão
Português ou estrangeiro
Mas muito forasteiro
Na rua comunicando
Numa simples linguagem
Universal e global
Genuina e verdadeira
Alegre e sorridente
É a nossa gente
Que comunica sem falar
Com amor e carinho
É uma festa popular
DCC
23 junho 2007
21 junho 2007
Ao Amigo Borges
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Uma palavra de gratidão
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Desapareceu um amigo
Personalidade ímpar
Sábio nas telecomunicações
Humanista nas relações
Defensor da verdade e da justiça
Porta-voz da amizade!
Foi-se o amigo, ficou a saudade
Foi-se o homem, ficou a amizade
Foi-se o professor, ficou o saber
Foi-se o filósofo, ficaram os textos
Comunicador fluente
Que ajudou tanta gente
Professor desinteressado
Mas muito empenhado
Em partilhar conhecimento
Ficarás na história
Obrigado Borges!
Não te dizemos adeus
A partir deste momento
Por estares sempre presente
Ficando na nossa memória!
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Uma palavra de gratidão
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Desapareceu um amigo
Personalidade ímpar
Sábio nas telecomunicações
Humanista nas relações
Defensor da verdade e da justiça
Porta-voz da amizade!
Foi-se o amigo, ficou a saudade
Foi-se o homem, ficou a amizade
Foi-se o professor, ficou o saber
Foi-se o filósofo, ficaram os textos
Comunicador fluente
Que ajudou tanta gente
Professor desinteressado
Mas muito empenhado
Em partilhar conhecimento
Ficarás na história
Obrigado Borges!
Não te dizemos adeus
A partir deste momento
Por estares sempre presente
Ficando na nossa memória!
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17 junho 2007
Jantar de Natal PT - 1999
1
A todos muito boa noite
Espero que estejam bem
Juntos neste jantar
Pensando no ano que vem
2
Ao longo de muitos anos
De trabalho nesta empresa
Poucas vezes aconteceu
Juntar-nos todos a à mesa
3
O Ano de 99
Foi um ano crucial
Para esta pequena casa
Que é grande em Portugal
4
Nestes últimos anos
Grandes transformações
Se foram verificando
Em particular nas comunicações
5
Gostaria rapidamente
De fazer alguma história
De algumas fases importantes
Que ainda tenho em memória
6
Não quero ser maçador
Portanto chamo à atenção
Que o que vou recordar
Diz respeito à comutação
7
Entrei para esta casa
No ano de setenta e dois
Comece no ABH13
E tudo o que veio depois
8
Das ligações manuais
Passando pele automatização
Foram fases aliciantes
Que tenho de recordação
9
As instalações automáticas
Que iam sendo instaladas
Eram o nosso orgulho
De também serem tratadas
10
Com limpeza implacável
Nada de escaramuças
Ninguém entrava na central
Sem calçar umas pantufas
11
Alguns tipos de estações
Gostaria de recordar
Uma grande diversidade
Que agora me fazem pensar
12
STROWGER, SASC e ATU
Foram as que me marcaram
Umas estão no museu
Outras ainda ficaram
13
Com um jogo de relés de entrada
E outro jogo de saída
Com selectores pelo meio
Era um via escolhida
14
Fazer o escalonamento
E os serviços comuns associados
Era muito interessante
Mas bastante complicados
15
Também o SASC era giro
Designado pró coordenadas
Onde surgiam os cruzamentos
Para efectuar as chamadas
16
Entrando nas horizontais
E saindo nas verticais
Com o diagrama de galinhas
Tínhamos os pontos fulcrais
17
Os dígitos armazenados
Num simples registador
As chamadas orientadas
Com preço no tarifador
18
Com o decorrer dos tempos
Surgiram novas inovações
Que tiveram grande impacto
Ao nível das sinalizações
19
Com o esforço do CET
Surgiu o MFC
Que teve grande aplicação
Ao nível das EIUT
20
De terras em frequências
Tratados na conversão
Cujos dígitos em códigos
Seguiam na perfeição
21
Mas as coisas evoluem
Surgindo a digitalização
Deparando-se os nossos chefes
Com o problema da selecção
22
Muito sinceramente
Fiquei um pouco apreensivo
Ao ser seleccionado
Dado que estava indeciso
23
O tempo deu-me razão
Que esta nova realidade
Exige muita dedicação
E grande sensibilidade
24
Ao entrar nesta onda
Fiquei um pouco perplexo
Para enfrentar o futuro
Que eu achava complexo
25
As fases de transição
Do analógico ao digital
Exigiu um grande esforço
Para não acabar mal
26
Com uma grande entreajuda
E com orgulho o digo
Pertenci a uma equipa
Da qual não estou esquecido
27
Surgiu-me um problema
Os manuais em inglês
O que havia ser de mim
Que mal sabia português
28
Tenho de salientar
Muitas acções de formação
Que fomos frequentar
Acompanhando a evolução
29
Esta política acabou
E com mágoa o digo
A pensar na contenção
O saber foi preterido
30
Voltando às digitais
Agora é o que se vê
Comutadores S12
Outros EWSD
31
Com sinalização E e M
Numa fase Inicial
Surge o CCS7
Como solução final
32
Com esta sinalização
Aumenta os compromissos
Melhorando a fiabilidade
Integrar novos serviços
33
Numa primeira fase
Recordo-me do número verde
Sem alterar o Hardware
Que já existia na rede
34
A oferta destes serviços
Melhorou potencialmente
Com a entrada ao serviço
Da Rede Inteligente
35
Recordo alguns serviços
Apenas como exemplo
Número verde e azul
E outros de atendimento
36
Número Único e Pessoal
Também não podem esquecer
Que em conjunto com outros
Poderemos oferecer
37
Com os novos operadores
Temos de estar atentos
Não só durante o trabalho
Como nos dias de pagamento
38
Tudo isto para dizer
Em jeito de conclusão
Que a área do nosso trabalho
Está em constante mutação
39
Gostaria de lembrar
Que é necessário gostarmos
Para ter êxito e sucesso
Na profissão que abraçarmos
40
Gostaria e lembrar também
E dizê-lo nunca é demais
Que além do mero trabalho
Há outros valores fundamentais
41
O respeito e a amizade
Que nos ajudam a crescer
Também a solidariedade
São valores a não perder
42
Agora para terminar
Uma palavra final
Para vos desejar
A todos um Santo Natal
UM ABRAÇO
Cardoso (Dez-1999)
Publicado na revista "Linhas Cruzadas" nº 10 (Ano3 "2000)
A todos muito boa noite
Espero que estejam bem
Juntos neste jantar
Pensando no ano que vem
2
Ao longo de muitos anos
De trabalho nesta empresa
Poucas vezes aconteceu
Juntar-nos todos a à mesa
3
O Ano de 99
Foi um ano crucial
Para esta pequena casa
Que é grande em Portugal
4
Nestes últimos anos
Grandes transformações
Se foram verificando
Em particular nas comunicações
5
Gostaria rapidamente
De fazer alguma história
De algumas fases importantes
Que ainda tenho em memória
6
Não quero ser maçador
Portanto chamo à atenção
Que o que vou recordar
Diz respeito à comutação
7
Entrei para esta casa
No ano de setenta e dois
Comece no ABH13
E tudo o que veio depois
8
Das ligações manuais
Passando pele automatização
Foram fases aliciantes
Que tenho de recordação
9
As instalações automáticas
Que iam sendo instaladas
Eram o nosso orgulho
De também serem tratadas
10
Com limpeza implacável
Nada de escaramuças
Ninguém entrava na central
Sem calçar umas pantufas
11
Alguns tipos de estações
Gostaria de recordar
Uma grande diversidade
Que agora me fazem pensar
12
STROWGER, SASC e ATU
Foram as que me marcaram
Umas estão no museu
Outras ainda ficaram
13
Com um jogo de relés de entrada
E outro jogo de saída
Com selectores pelo meio
Era um via escolhida
14
Fazer o escalonamento
E os serviços comuns associados
Era muito interessante
Mas bastante complicados
15
Também o SASC era giro
Designado pró coordenadas
Onde surgiam os cruzamentos
Para efectuar as chamadas
16
Entrando nas horizontais
E saindo nas verticais
Com o diagrama de galinhas
Tínhamos os pontos fulcrais
17
Os dígitos armazenados
Num simples registador
As chamadas orientadas
Com preço no tarifador
18
Com o decorrer dos tempos
Surgiram novas inovações
Que tiveram grande impacto
Ao nível das sinalizações
19
Com o esforço do CET
Surgiu o MFC
Que teve grande aplicação
Ao nível das EIUT
20
De terras em frequências
Tratados na conversão
Cujos dígitos em códigos
Seguiam na perfeição
21
Mas as coisas evoluem
Surgindo a digitalização
Deparando-se os nossos chefes
Com o problema da selecção
22
Muito sinceramente
Fiquei um pouco apreensivo
Ao ser seleccionado
Dado que estava indeciso
23
O tempo deu-me razão
Que esta nova realidade
Exige muita dedicação
E grande sensibilidade
24
Ao entrar nesta onda
Fiquei um pouco perplexo
Para enfrentar o futuro
Que eu achava complexo
25
As fases de transição
Do analógico ao digital
Exigiu um grande esforço
Para não acabar mal
26
Com uma grande entreajuda
E com orgulho o digo
Pertenci a uma equipa
Da qual não estou esquecido
27
Surgiu-me um problema
Os manuais em inglês
O que havia ser de mim
Que mal sabia português
28
Tenho de salientar
Muitas acções de formação
Que fomos frequentar
Acompanhando a evolução
29
Esta política acabou
E com mágoa o digo
A pensar na contenção
O saber foi preterido
30
Voltando às digitais
Agora é o que se vê
Comutadores S12
Outros EWSD
31
Com sinalização E e M
Numa fase Inicial
Surge o CCS7
Como solução final
32
Com esta sinalização
Aumenta os compromissos
Melhorando a fiabilidade
Integrar novos serviços
33
Numa primeira fase
Recordo-me do número verde
Sem alterar o Hardware
Que já existia na rede
34
A oferta destes serviços
Melhorou potencialmente
Com a entrada ao serviço
Da Rede Inteligente
35
Recordo alguns serviços
Apenas como exemplo
Número verde e azul
E outros de atendimento
36
Número Único e Pessoal
Também não podem esquecer
Que em conjunto com outros
Poderemos oferecer
37
Com os novos operadores
Temos de estar atentos
Não só durante o trabalho
Como nos dias de pagamento
38
Tudo isto para dizer
Em jeito de conclusão
Que a área do nosso trabalho
Está em constante mutação
39
Gostaria de lembrar
Que é necessário gostarmos
Para ter êxito e sucesso
Na profissão que abraçarmos
40
Gostaria e lembrar também
E dizê-lo nunca é demais
Que além do mero trabalho
Há outros valores fundamentais
41
O respeito e a amizade
Que nos ajudam a crescer
Também a solidariedade
São valores a não perder
42
Agora para terminar
Uma palavra final
Para vos desejar
A todos um Santo Natal
UM ABRAÇO
Cardoso (Dez-1999)
Publicado na revista "Linhas Cruzadas" nº 10 (Ano3 "2000)
A Confraria da Sueca
Um dia alguém se lembrou
Numa pequena reunião
Criar o grupo da sueca
Para se juntar ao serão
2
O surgimento do grupo
Foi uma óptima ideia
Permitindo a minha entrada
Sem nenhuma assembleia
3
É um óptimo passa tempo
Para o pessoal se distrair
Propenso a discussões
Para quem queira intervir
4
Da cultura ao desporto
E da política à religião
É raro passar uma noite
Que não exista discussão
5
Depois de um dia cansativo
Com o Stress da vida
É bom chegar à noitinha
E jogar um partida
6
Mas a sueca tem regras
Que são mais do que parece
Muitos dizem que as sabem
Mas pouca gente as conhece
7
Com fundamento ou não
Nunca vi nada escrito
Dizem-me só quais são
E por isso eu acredito
8
Uma regra importante
Diz respeito à pontuação
Embora sem ambiguidades
Gera muita confusão
9
Se com 120 pontos
Posso dar uma bandeira
Também dou numa borrada
A não ser por brincadeira
10
Para ganhar uma partida
Preciso mais de sessenta
Mas também posso dar dois
Se tiver mais de noventa
11
Significa tudo isto
Que com sessenta empato
Podendo librar com trinta
E com zero apanho quatro
12
Em relação às outras regras
Não serão muitas mais
O importante é assistir
E o resto são sinais
13
Sinais ao nosso parceiro
Cujo efeito é contrário
Ao denunciar o nosso jogo
Ao nosso adversário
14
Quando o meu parceiro joga
E eu viro carta na jogada
Se for copa quero ouro
Ser for pau quero espada
15
Quando ele puxa um “ Ás”
E eu der seca, ou baldar
Ele puxa o mesmo naipe
Para a manilha caçar
16
Se o parceiro puxa trunfo
Com o intuito de destrunfar
É porque tem jogo firme
Para depois o puxar
17
Neste caso voltamos lá
Puxando trunfo novamente
Para então lhe permitir
Que o seu jogo siga em frente
18
Não é sempre linear
Seguir este procedimento
Teremos que analisar
A situação no momento
19
São algumas regras do jogo
Que temos de assimilar
Mas eu muito distraído
Estou-me sempre a enganar
20
E aqui me penitencio
Por muitas vezes acontecer
Tendo como consequência
O meu parceiro perder
21
Fiz alusão a este facto
Porque o Branquinho pediu
Realmente tanta asneira
Quase nunca se viu
22
Mas perdoem-me os parceiros
Pois eu não estarei sozinho
Existem outros mais antigos
Que trilham o mesmo caminho
23
Falemos agora das coimas
Que nalguns casos é fogo
Ao contrário não existe
Nenhum prémio de jogo
24
Mas mantemos a esperança
De melhorar com o tempo
A culpa é do legislador
Que elaborou o regulamento
25
Penso que foi o primeiro
Sendo uma óptima ideia
Tendo entrado em vigor
Sem passar na assembleia
26
E pelo que me constou
Teve aprovação unânime
Pois a democracia das bases
Está no topo da pirâmide
27
E já que foi aprovado
Na sua globalidade
Criticam e não propõe
Alterações na especialidade
28
Estamos perante um documento
Que é anticonstitucional
Embora o que dele resulta
Seja para o bem social
29
Um factor que está omisso
De primordial importância
É alguém ser penalizado
Pela sua ignorância
30
Numa outra vertente
Analisada em psicologia
É a normal distracção
Que acontece dia a dia
31
Acabando com a anarquia
De uma forma incansável
Legislou muito aquém
Do que seria expectável
32
Poderei especificar
Porque não critico em vão
Citando algumas injustiças
E as alíneas onde estão
33
Fazendo em termos gerais
Uma análise global
Umas coisas estão correctas
Outras estão muito mal
34
Se ao fim de dez partidas
For incapaz de ganhar
Se não for penalizado
Dez cêntimos vou pagar
35
Se no decorrer dos jogos
Num deles eu não livrar
Pagarei mais 20 cêntimos
Contribuindo para o jantar
36
Se ao perder a rodada
Tiver apanhado um xito
Pago mais 50 cêntimos
E ainda mais triste fico
37
Por muito que eu discorde
Não vale a pena chorar
Porque fazendo uma borrada
Um Euro tenho que pagar
38
É de uma grave injustiça
E já tem vindo a terreiro
Quando faço uma borrada
Penalizar o meu parceiro
39
Por isso estamos perante
Uma fraude contabilística
Além de ser penalizado
Ainda vai para a estatística
40
Vai para o passe-partout
Como alguém já frisou
Sem ter culpa nenhuma
Uma bandeira apanhou
41
Diz o legislador
Que são as regras da sueca
Mas com o devido respeito
Muito mal as interpreta
42
Nas estatísticas do mês
Obtidas no computador
Não conheço o programa
E quem foi o seu mentor
43
Mas pelos seus resultados
Muitas lacunas existem
Por pouca objectividade
A nossas dúvidas persistem
44
O computador é falível
Se o programa executável
Que analisa as jornadas
Não for muito fiável
45
E aqui salvaguardo
A posição do legislador
Porque o resultado final
Depende do programador
46
Há factores importantes
Como o da concentração
Com o ruído da assistência
Sofre um grande abanão
47
Este meio ambiente
Que nos leva a distrair
Quando o pessoal assistente
Se lembra de discutir
48
São premissas importantes
Que o computador não sabe
Apresentando resultados
Com alguma inverdade
49
Mas mesmo assim podemos
Tirar algumas ilações
Nem sempre são os melhores
Que se sagram campeões
50
Vejamos o Sr Alfredo
Que embora bom jogador
Foi campeão de Dezembro
Segundo o Computador
51
Numa avaliação contínua
À sua forma de jogar
Certamente no final
Ficaria noutro lugar
52
Mas assim fez ele história
Sendo campeão do momento
Além de ser o primeiro
No novo regulamento
53
Parabéns ao campeão
Que nada tem a demonstrar
Embora alguns convencidos
O continuem a massacrar
54
Mas ele é indiferente
À provocação exterior
Com a sua experiência
Confia no seu valor
55
Com seu sorriso maroto
Para muitos é um fadário
Quando corre bem o jogo
Perturba o adversário
56
E para quem vai na onda
Até fica chateado
Ele disfarça e faz borrada
Com o adversário perturbado
57
Gosto de o ver feliz
Quando dá uma bandeira
Não consegue disfarçar
Toda esta brincadeira
58
Confessou-me uma vez
Que não consegue evitar
Embora essa atitude
Não seja para chatear
59
Uma palavra amiga
Para o amigo Jordão
Tem tido muito azar
Merece ser campeão
60
O nosso amigo Hernani
Tem fama de professor
Penso que justamente
Por ser grande jogador
61
No que a mim diz respeito
O que eu tenho a dizer
É que quem joga comigo
É candidato a perder
62
Com muita tranquilidade
O Branquinho a jogar
Impõe o seu estilo de jogo
Sem ninguém o chatear
63
Muitas vezes o Moreira
Ameaça que se vai embora
Basta mais uma picadela
E sai pela porta for a
64
O Sr Joaquim Ferreira
Jogando com elevação
Tranquiliza o parceiro
Aumentando a concentração
65
O amigo Joaquim Correia
Joga com muita firmeza
Olhando o seu adversário
Bate as cartas na mesa
66
O nosso amigo Cordeiro
É uma pessoa singular
Mantém a sua postura
Sem nunca a alterar
67
Indiferente às provocações
Ou a quem o tenta provocar
Sorri com o seu estilo
Que lhe é muito peculiar
68
Vamos ao “se” Manel
Pessoa muito massacrada
Ele não consegue ter paz
Numa única jogada
69
Continuam a criticá-lo
Só para o provocar
E ele responde com vitórias
Quando se senta a jogar
70
Quanto ao Sr Baptista
Homem de convicções
Levanta a voz se necessário
Para calar as oposições
71
O Sr Jorge Castelo
Leva tudo a brincar
Tendo como objectivo
Chegar ao fim a ganhar
72
O Sr Domingos Ferreira
Homem de grande memória
Fixa tudo ao pormenor
Para alcançar a vitória
73
Para o Sr Oliveira
Uma palavra especial
Porque o jogo para ele
Foi ser tratado no Hospital
74
Aqui em nome de todos
Do fundo do coração
Desejamo-lhe que tenha
Uma boa recuperação
75
Temos que homenagear
O campeão de Janeiro
Parabéns ao Sr Joaquim
Por ter ficado em primeiro
76
Em relação às equipas
Há algumas engraçadas
Conforme os elementos
Que as compõe nas jogadas
77
O Hernani e o Branquinho
É uma equipa temível
Mas não há neste mundo
Ninguém que seja invencível
78
O amigo Joaquim Correia
A jogar com o Jordão
São candidatos à vitória
Sendo jogadores de eleição
79
Existem algumas histórias
Que contadas têm graça
Quando o resultado dos Reis
Dão equipas pr á desgraça
80
Vejamos eu e o se Manél
Só elogios dos assistentes
Tendo vitória no final
Surpreendemos os presentes
81
O Sr Jordão e o Sr Cordeiro
São uma equipa de valor
Mas o Jordão diz no início
Que joga com um perdedor
82
O sr Cordeiro e o Sr Alfredo
Uma equipa espectacular
O Sr Cordeiro joga firme
E o Sr Alfredo á a cortar
83
Outra equipa especial
Equilibrada! claro está!
Mas um chama ao outro
Madre Teresa de Calcutá
84
Diz o Hernani ao Alfredo
De cartas não percebe nada
Virava o pau seco ao parceiro
Dando sinal na espada
Um grande Abraço!!!!
DCC
Numa pequena reunião
Criar o grupo da sueca
Para se juntar ao serão
2
O surgimento do grupo
Foi uma óptima ideia
Permitindo a minha entrada
Sem nenhuma assembleia
3
É um óptimo passa tempo
Para o pessoal se distrair
Propenso a discussões
Para quem queira intervir
4
Da cultura ao desporto
E da política à religião
É raro passar uma noite
Que não exista discussão
5
Depois de um dia cansativo
Com o Stress da vida
É bom chegar à noitinha
E jogar um partida
6
Mas a sueca tem regras
Que são mais do que parece
Muitos dizem que as sabem
Mas pouca gente as conhece
7
Com fundamento ou não
Nunca vi nada escrito
Dizem-me só quais são
E por isso eu acredito
8
Uma regra importante
Diz respeito à pontuação
Embora sem ambiguidades
Gera muita confusão
9
Se com 120 pontos
Posso dar uma bandeira
Também dou numa borrada
A não ser por brincadeira
10
Para ganhar uma partida
Preciso mais de sessenta
Mas também posso dar dois
Se tiver mais de noventa
11
Significa tudo isto
Que com sessenta empato
Podendo librar com trinta
E com zero apanho quatro
12
Em relação às outras regras
Não serão muitas mais
O importante é assistir
E o resto são sinais
13
Sinais ao nosso parceiro
Cujo efeito é contrário
Ao denunciar o nosso jogo
Ao nosso adversário
14
Quando o meu parceiro joga
E eu viro carta na jogada
Se for copa quero ouro
Ser for pau quero espada
15
Quando ele puxa um “ Ás”
E eu der seca, ou baldar
Ele puxa o mesmo naipe
Para a manilha caçar
16
Se o parceiro puxa trunfo
Com o intuito de destrunfar
É porque tem jogo firme
Para depois o puxar
17
Neste caso voltamos lá
Puxando trunfo novamente
Para então lhe permitir
Que o seu jogo siga em frente
18
Não é sempre linear
Seguir este procedimento
Teremos que analisar
A situação no momento
19
São algumas regras do jogo
Que temos de assimilar
Mas eu muito distraído
Estou-me sempre a enganar
20
E aqui me penitencio
Por muitas vezes acontecer
Tendo como consequência
O meu parceiro perder
21
Fiz alusão a este facto
Porque o Branquinho pediu
Realmente tanta asneira
Quase nunca se viu
22
Mas perdoem-me os parceiros
Pois eu não estarei sozinho
Existem outros mais antigos
Que trilham o mesmo caminho
23
Falemos agora das coimas
Que nalguns casos é fogo
Ao contrário não existe
Nenhum prémio de jogo
24
Mas mantemos a esperança
De melhorar com o tempo
A culpa é do legislador
Que elaborou o regulamento
25
Penso que foi o primeiro
Sendo uma óptima ideia
Tendo entrado em vigor
Sem passar na assembleia
26
E pelo que me constou
Teve aprovação unânime
Pois a democracia das bases
Está no topo da pirâmide
27
E já que foi aprovado
Na sua globalidade
Criticam e não propõe
Alterações na especialidade
28
Estamos perante um documento
Que é anticonstitucional
Embora o que dele resulta
Seja para o bem social
29
Um factor que está omisso
De primordial importância
É alguém ser penalizado
Pela sua ignorância
30
Numa outra vertente
Analisada em psicologia
É a normal distracção
Que acontece dia a dia
31
Acabando com a anarquia
De uma forma incansável
Legislou muito aquém
Do que seria expectável
32
Poderei especificar
Porque não critico em vão
Citando algumas injustiças
E as alíneas onde estão
33
Fazendo em termos gerais
Uma análise global
Umas coisas estão correctas
Outras estão muito mal
34
Se ao fim de dez partidas
For incapaz de ganhar
Se não for penalizado
Dez cêntimos vou pagar
35
Se no decorrer dos jogos
Num deles eu não livrar
Pagarei mais 20 cêntimos
Contribuindo para o jantar
36
Se ao perder a rodada
Tiver apanhado um xito
Pago mais 50 cêntimos
E ainda mais triste fico
37
Por muito que eu discorde
Não vale a pena chorar
Porque fazendo uma borrada
Um Euro tenho que pagar
38
É de uma grave injustiça
E já tem vindo a terreiro
Quando faço uma borrada
Penalizar o meu parceiro
39
Por isso estamos perante
Uma fraude contabilística
Além de ser penalizado
Ainda vai para a estatística
40
Vai para o passe-partout
Como alguém já frisou
Sem ter culpa nenhuma
Uma bandeira apanhou
41
Diz o legislador
Que são as regras da sueca
Mas com o devido respeito
Muito mal as interpreta
42
Nas estatísticas do mês
Obtidas no computador
Não conheço o programa
E quem foi o seu mentor
43
Mas pelos seus resultados
Muitas lacunas existem
Por pouca objectividade
A nossas dúvidas persistem
44
O computador é falível
Se o programa executável
Que analisa as jornadas
Não for muito fiável
45
E aqui salvaguardo
A posição do legislador
Porque o resultado final
Depende do programador
46
Há factores importantes
Como o da concentração
Com o ruído da assistência
Sofre um grande abanão
47
Este meio ambiente
Que nos leva a distrair
Quando o pessoal assistente
Se lembra de discutir
48
São premissas importantes
Que o computador não sabe
Apresentando resultados
Com alguma inverdade
49
Mas mesmo assim podemos
Tirar algumas ilações
Nem sempre são os melhores
Que se sagram campeões
50
Vejamos o Sr Alfredo
Que embora bom jogador
Foi campeão de Dezembro
Segundo o Computador
51
Numa avaliação contínua
À sua forma de jogar
Certamente no final
Ficaria noutro lugar
52
Mas assim fez ele história
Sendo campeão do momento
Além de ser o primeiro
No novo regulamento
53
Parabéns ao campeão
Que nada tem a demonstrar
Embora alguns convencidos
O continuem a massacrar
54
Mas ele é indiferente
À provocação exterior
Com a sua experiência
Confia no seu valor
55
Com seu sorriso maroto
Para muitos é um fadário
Quando corre bem o jogo
Perturba o adversário
56
E para quem vai na onda
Até fica chateado
Ele disfarça e faz borrada
Com o adversário perturbado
57
Gosto de o ver feliz
Quando dá uma bandeira
Não consegue disfarçar
Toda esta brincadeira
58
Confessou-me uma vez
Que não consegue evitar
Embora essa atitude
Não seja para chatear
59
Uma palavra amiga
Para o amigo Jordão
Tem tido muito azar
Merece ser campeão
60
O nosso amigo Hernani
Tem fama de professor
Penso que justamente
Por ser grande jogador
61
No que a mim diz respeito
O que eu tenho a dizer
É que quem joga comigo
É candidato a perder
62
Com muita tranquilidade
O Branquinho a jogar
Impõe o seu estilo de jogo
Sem ninguém o chatear
63
Muitas vezes o Moreira
Ameaça que se vai embora
Basta mais uma picadela
E sai pela porta for a
64
O Sr Joaquim Ferreira
Jogando com elevação
Tranquiliza o parceiro
Aumentando a concentração
65
O amigo Joaquim Correia
Joga com muita firmeza
Olhando o seu adversário
Bate as cartas na mesa
66
O nosso amigo Cordeiro
É uma pessoa singular
Mantém a sua postura
Sem nunca a alterar
67
Indiferente às provocações
Ou a quem o tenta provocar
Sorri com o seu estilo
Que lhe é muito peculiar
68
Vamos ao “se” Manel
Pessoa muito massacrada
Ele não consegue ter paz
Numa única jogada
69
Continuam a criticá-lo
Só para o provocar
E ele responde com vitórias
Quando se senta a jogar
70
Quanto ao Sr Baptista
Homem de convicções
Levanta a voz se necessário
Para calar as oposições
71
O Sr Jorge Castelo
Leva tudo a brincar
Tendo como objectivo
Chegar ao fim a ganhar
72
O Sr Domingos Ferreira
Homem de grande memória
Fixa tudo ao pormenor
Para alcançar a vitória
73
Para o Sr Oliveira
Uma palavra especial
Porque o jogo para ele
Foi ser tratado no Hospital
74
Aqui em nome de todos
Do fundo do coração
Desejamo-lhe que tenha
Uma boa recuperação
75
Temos que homenagear
O campeão de Janeiro
Parabéns ao Sr Joaquim
Por ter ficado em primeiro
76
Em relação às equipas
Há algumas engraçadas
Conforme os elementos
Que as compõe nas jogadas
77
O Hernani e o Branquinho
É uma equipa temível
Mas não há neste mundo
Ninguém que seja invencível
78
O amigo Joaquim Correia
A jogar com o Jordão
São candidatos à vitória
Sendo jogadores de eleição
79
Existem algumas histórias
Que contadas têm graça
Quando o resultado dos Reis
Dão equipas pr á desgraça
80
Vejamos eu e o se Manél
Só elogios dos assistentes
Tendo vitória no final
Surpreendemos os presentes
81
O Sr Jordão e o Sr Cordeiro
São uma equipa de valor
Mas o Jordão diz no início
Que joga com um perdedor
82
O sr Cordeiro e o Sr Alfredo
Uma equipa espectacular
O Sr Cordeiro joga firme
E o Sr Alfredo á a cortar
83
Outra equipa especial
Equilibrada! claro está!
Mas um chama ao outro
Madre Teresa de Calcutá
84
Diz o Hernani ao Alfredo
De cartas não percebe nada
Virava o pau seco ao parceiro
Dando sinal na espada
Um grande Abraço!!!!
DCC
O Vencedor e o Derrotado - 2006
===============
O Vencedor
===============
Olá Nani!
Cheguei e venci!
Estou aqui!
Pronto a continuar!
A ganhar!
Não fiz isto por mal!
Sou teu amigo, e continuarei a ser!
Diferente doutra gente!
Pelo menos uma vez na vida!
Ganhei por ter valor!
Não reconhecido!
Por um professor!
Mas continuo por perto!
Estás perdido!
E com sentido de humor!
Muito provocador!
E convencido!
Penso que estou certo!
Eu apenas ignoro!
E até choro por ser o primeiro!
Por seres um tipo porreiro!
Voltarás a ser um dia!
O principal mensageiro!
Duma nova era! Que te espera!
Nani! Sou um fatela!
Que segundo as tuas palavras!
Às vezes pareço uma vela!
Não o único!
Aliás todos os teus adversários!
Numa óptica coerente!
Não passam de jogadores primários!
Neste grupo de gente!
Que raio! Um professor a perder!
Eu sei que nada tens a aprender!
Mas com um pouco de humildade!
Reconhecerás um dia!
Que todavia!
Existiu uma autoridade!
Que pelo seu próprio valor
Te venceu! E tu pensas!
Mas não convenceu!
E é por ser teu amigo!
Que te dedico este poema!
Não sendo um estratagema!
Quero estar contigo!
Nani!
Já te fodi!
Foi isso que senti!
Mas te envio com amizade!
Um grande abraço para ti!
O vencedor Absoluto
Cordeiro - "A autoridade
=================
O Derrotado
=================
Derrotado absoluto!!!
Que é isso!
De que estão falando!
Não abdico do meu estatuto,
Não querendo ser bruto,
Estou-me borrifando
Para a classificação.
Só eu sei o meu valor!
Credenciado professor!!
Com todo o meu saber!
Só eu sei o que é sofrer!
E qual a sensação,
De descer de divisão!
Pensando toda esta gente
Que me obrigam um dia
A jogar com o Gil Vicente!
Não sabem do que sou capaz!
Que mesmo sendo bom rapaz!
Não imaginam o que faria!
Mas como é possível!
O Inimaginável!
Ser eu o derrotado!
Isto é um escalabro!
Sendo eu insuperável!
No verdadeiro jogo jogado!
Será o Apito dourado??
Não acredito!
Mas começo a ficar aflito!
Quando outros valores se levantam!
Ficando mal classificado!
Não falo do vencedor!
Que tendo ele algum mérito!
Devia-se fazer um inquérito!
Porque tem pouco valor!
Mas enfim!
Já que não gostam de mim!
Para o Cordeiro uma palavra
Que tendo ficado em primeiro!
Para mim não vele nada!
Mas é um tipo porreiro!
E não me venham com autoridade!
Porque andam aí uns fatelas!
Que a jogar parecem velas!
Que mais não são do que cromos!
Com cabeça de pedra pomos.
Façam um exame de consciência!
E digam se não é verdade!
E logo verificarão!
Que sou o maior!
O melhor!
E algo está muito mal!
Porque o resultado final
Foi uma grande confusão!
Não aceito nem nunca aceitarei!
E eu é que os derrotei!!!!!!!!!
O Não DERROTADO ABSOLUTO
HERNANI "O CIENTISTA"
O Vencedor
===============
Olá Nani!
Cheguei e venci!
Estou aqui!
Pronto a continuar!
A ganhar!
Não fiz isto por mal!
Sou teu amigo, e continuarei a ser!
Diferente doutra gente!
Pelo menos uma vez na vida!
Ganhei por ter valor!
Não reconhecido!
Por um professor!
Mas continuo por perto!
Estás perdido!
E com sentido de humor!
Muito provocador!
E convencido!
Penso que estou certo!
Eu apenas ignoro!
E até choro por ser o primeiro!
Por seres um tipo porreiro!
Voltarás a ser um dia!
O principal mensageiro!
Duma nova era! Que te espera!
Nani! Sou um fatela!
Que segundo as tuas palavras!
Às vezes pareço uma vela!
Não o único!
Aliás todos os teus adversários!
Numa óptica coerente!
Não passam de jogadores primários!
Neste grupo de gente!
Que raio! Um professor a perder!
Eu sei que nada tens a aprender!
Mas com um pouco de humildade!
Reconhecerás um dia!
Que todavia!
Existiu uma autoridade!
Que pelo seu próprio valor
Te venceu! E tu pensas!
Mas não convenceu!
E é por ser teu amigo!
Que te dedico este poema!
Não sendo um estratagema!
Quero estar contigo!
Nani!
Já te fodi!
Foi isso que senti!
Mas te envio com amizade!
Um grande abraço para ti!
O vencedor Absoluto
Cordeiro - "A autoridade
=================
O Derrotado
=================
Derrotado absoluto!!!
Que é isso!
De que estão falando!
Não abdico do meu estatuto,
Não querendo ser bruto,
Estou-me borrifando
Para a classificação.
Só eu sei o meu valor!
Credenciado professor!!
Com todo o meu saber!
Só eu sei o que é sofrer!
E qual a sensação,
De descer de divisão!
Pensando toda esta gente
Que me obrigam um dia
A jogar com o Gil Vicente!
Não sabem do que sou capaz!
Que mesmo sendo bom rapaz!
Não imaginam o que faria!
Mas como é possível!
O Inimaginável!
Ser eu o derrotado!
Isto é um escalabro!
Sendo eu insuperável!
No verdadeiro jogo jogado!
Será o Apito dourado??
Não acredito!
Mas começo a ficar aflito!
Quando outros valores se levantam!
Ficando mal classificado!
Não falo do vencedor!
Que tendo ele algum mérito!
Devia-se fazer um inquérito!
Porque tem pouco valor!
Mas enfim!
Já que não gostam de mim!
Para o Cordeiro uma palavra
Que tendo ficado em primeiro!
Para mim não vele nada!
Mas é um tipo porreiro!
E não me venham com autoridade!
Porque andam aí uns fatelas!
Que a jogar parecem velas!
Que mais não são do que cromos!
Com cabeça de pedra pomos.
Façam um exame de consciência!
E digam se não é verdade!
E logo verificarão!
Que sou o maior!
O melhor!
E algo está muito mal!
Porque o resultado final
Foi uma grande confusão!
Não aceito nem nunca aceitarei!
E eu é que os derrotei!!!!!!!!!
O Não DERROTADO ABSOLUTO
HERNANI "O CIENTISTA"
História Passeio - Out-2006
1
No dia 5 de Outubro
Levantei-me bem cedo
Fui tomar o pequeno-almoço
E encontrei o Sr. Alfredo
2
O encontro no mesmo local
Para toda esta gente
Foi junto ao ATL
Como habitualmente
3
Viu o Hernâni o Joaquim
Protegido das constipações
Comentou! Sabes o que pareces!
A Branca de neve e os sete anões
4
Outros foram chegando
E a primeira desilusão
Foi a notícia do Branquinho
De que não vinha o Jordão
5
Dadas as suas qualidades
Reveladas de vez em quando
Foi uma viagem mais pobre
Culturalmente falando
6
Já agora para o Luís
Uma palavra simpática
É uma ausência notada
De uma pessoa carismática
7
Iniciamos então a viagem
Começa o Daniel a distribuir
A famosa guia de viagem
Que nos faz sempre sorrir
8
Ouve-se a primeira locução
Do motorista a avisar
Que dentro do autocarro
Não se podia fumar
9
Advertiu o Branquinho
Com a sua habitual leveza
Que a classificação deste ano
Era uma grande surpresa
10
Veio-se então a confirmar
Que era um caso de luto
O Hernâni professor
Foi derrotado absoluto
11
Ficou um pouco abatido
E lamentou-se a toda a gente
Porque na próxima época
Vai jogar com o Gil Vicente
12
Muito! Muito! Pensativo
Por não ser vencedor
Culpou logo o Postiga
Como principal causador
13
Sempre criticava o Cordeiro
Pondo em causa o seu valor
Este ignorou todas a críticas
E foi o grande vencedor
14
Verificamos que o Cientista
Vergou perante a autoridade
Mas a ciência terá êxito
Se prevalecer a humildade
15
Sendo o postiga o fair play
E o Jorge embandeirado
Eu acho que já joguei
Com o Moreira despenteado
16
O Ricardo “O mais borrado”
O Alfredo “O mais arrogante”
Revela-o de forma mansinha
Com sorriso provocante
17
Fazendo aqui uma pausa
Voltemos então à viagem
A estação de serviço de Seide
Foi a primeira paragem
18
Uns a comprarem jornais
Outros a tomarem café
A maior parte da malta
Ficou toda de pé
19
Juntou-se ali o pessoal
A voltinha do balcão
Duas simpáticas empregadas
Foi a principal razão
20
O Branquinho as avisou
Cuidado com este pessoal
Vieram de Santa Cruz do Bispo
Mas não os deixo portar mal
21
Aparece lá o Hernâni
Com o seu ar de chorão
Queixando-se de dores da cabeça
Pediu se tinham Ben-u-ron
22
As meninas ao princípio
Não queriam acreditar
Mas ele não desistiu
E acabaram por lho dar
23
O certo é que na viagem
Melhorou a olhos vistos
Voltando as suas peripécias
Com seus actos imprevistos
24
Vimos em Arco de Baulhe
Toda a beleza do mundo
Zona de montes e Vales
Com o Tâmega lá no fundo
25
Vamos parar em Vila Pouca?
Perguntou o Branquinho
Jorge! Lá não há Ucranianas
É melhor seguir caminho
26
Resolveram então parar
Na Vila de Pedras Salgadas
Onde as linhas da CP
Deram lugar a estradas
27
De pé o Paulo e o Postiga
A tomar ao balcão um café
Quando lá chega o Hernâni
E disse para se porem de pé
28
Diz ele para o empregado
Estão aqui estes dois miúdos
Mas sou educador de infância
Por isso são uns sortudos
29
Retomamos a viagem
E muitos pastos de gado
Se avistaram de perto
Com o chão bem regado
30
Diz o Victor ao Joaquim
No silêncio do Autocarro
Ò Quim! Só por veres uma vaca!
Ficas logo excitado!
31
Lá chegamos a Chaves
Dispondo de algum tempo
Para passear a cidade
E ver algum monumento
32
Fomos à ponte dos arcos
Onde o pessoal se juntou
Uns decidiram ver a pesca
E o outro grupo dispersou
33
Passeando separados
Forjaram regras e leis
Mas mais tarde se juntaram
Na famosa casa dos pasteis
34
Pasteis de Chaves e chilas
Às dúzias foram compradas
Tivemos que encomendar
Por ficarem esgotadas
35
Nomes falsos e verdadeiros
Foram dados, eu que o diga
Ficando a minha encomenda
No nome de Helder Postiga
36
O Sérgio à sua maneira
Disse que levou aquela gente
E a senhora para o compensar
Deu-lhe uma natinha quente
37
Lá fomos depois das compras
A caminho do autocarro
Telefona o Branquinho ao Tavares
Mostrando-se algo preocupado
38
Seguimos a caminho da quinta
Falhando aqui o nosso guia
Mas parabéns ao Sr. Batista
Só falhou uma vez no dia
39
Ficamos um pouco surpresos
Ao chegar à porta certa
Verificando que a entrada
Já se encontrava aberta
40
Não vislumbramos portões
Mas uma entrada apertada
Levando o motorista a duvidar
Se o autocarro passava
41
Entramos lá para dentro
Sem nenhum recepcionista
Compensados pela paisagem
Com uma excelente vista
42
Parecia que o pessoal
Não estava muito contente
Entretanto chega o Tavares
Que alegrou o ambiente
43
Sem nenhum cicerone
Que viesse ter connosco
O Armando mijou de pé
Sem se preocupar com o rosto
44
O Queirós preocupado
Em reunir o pessoal
Queria tirar uma foto
Tendo escolhido o local
45
Muita razão tinha ele
Porque podia esquecer
Com a confusão da tarde
Isso veio a acontecer
46
É uma quinta com nível
Muito bem recuperada
Para turismo de qualidade
Está bem apetrechada
47
Com salas de exposições
De automóveis antigos
Tinha também coretos
E outros pequeno a abrigos
48
Hotel piscina e restaurante
E espaços para descansar
Com uma paisagem deslumbrante
E campo de futebol para jogar
49
O Branquinho perplexo
Ao ver aquele ambiente
Fez um pré levantamento
Para informar toda a gente
50
Após uma primeira visão
Virou-se para nós e disse
Pessoal! Aqui não é permitido
Fazer a habitual javardice
51
E verdade seja dita
A mensagem resultou
Não vi o grupo na mesa
Fazer o que nos habituou
52
Vamos então à história
Deste singular almoço
Que foi estranho pela ausência
Do normal alvoroço
53
Entramos para o restaurante
Discreto e silencioso
Para gente de sangue azul
E um aspecto algo pomposo
54
O pessoal lá entrou
Como gente civilizada
Mal sabiam os clientes
Que essa gente se peidava
55
As primeiras divergências
Foi na escolha do vinho
Porque o maduro era bom
E o branco era fresquinho
56
Começaram logo a comer
As entradas de morcela
Enquanto outros se atiraram
À alheira de Mirandela
57
O Sérgio e o Presidente
Num acto muito mesquinho
Discutiam como servir
Uma garrafa de vinho
58
Diz o Sérgio ao Victor
Passa os tomates fresquinhos
Hernâni. Anda por baixo da mesa!
Que estes são genuínos
59
Pegou o Postiga na garrafa
Porque já estava com sede
Diz de seguida o Hernâni
O menino não pega! Pede!
60
O Postiga questionou o tacho
Pensando que ia passar fome
Diz o Hernâni altruísta
Não questiona! Come!
61
Não me tendo apercebido
Do pessoal da outra ponta
Vou ter com o Branquinho
Para ver o que ele me conta
62
Silêncio e meditação
E reflexão sobre a vida
Tudo com muita lucidez
Mesmo depois da bebida
63
Havia alguma preocupação
Com os restos de comida
Que ficava sobre a mesa
Em quantidade excessiva
64
Ainda segundo o Branquinho
Duas partes se passaram
A parte alta e a parte baixa
Que ao fim se equilibraram
65
Parece que naquela zona
Houve apenas uma excepção
O Ricardo” O Padre grilo”
Não prescindiu do biberão
66
Controlado e abusado, bebeu
Todas as marcas e cores
Não prescindindo na comida
De provar todos os sabores
67
Olhando eu para o Paulo
Estava ele sorridente
Pensando o que eu fazia
No meio daquela gente
68
Sentado o Moreira na mesa
Com o Cordeiro a seu lado
Nunca ele imaginou
Que estava a ser controlado
69
Isto não foi por acaso
Disse o amigo Branquinho
Assim evitou-se a dar azo
Que saísse um peidinho
70
Não me consegui aperceber
Do Sr. Alfredo a sorrir
Mas estranhei muito mais
O Sr. Batista não ouvir
71
Não se notou o Tavares
No meio deste pessoal
Faltou o fulgor da viagem
Que lhe levantasse a moral
72
Foi buscar a sobremesa
Esqueceu-se da torrada
Foram-lhe ao queijo no prato
Quando chegou não tinha nada
73
Voltou para buscar os talheres
E o prato tentaram tirar
Apercebeu-se que o Queirós
Se preparava para manjar
74
Estava o Manuel sem óculos
Com o Victor a seu lado
Queirós. Parecem dois gémeos!
Um dia ainda vão cantar o fado
75
A conversar, diz o Victor ao Sérgio
Quando olho para ti só vejo
Que foste mesmo feitinho
Para ser uma bola de queijo
76
Diz o Sérgio. Está calado!
Eu disso não bebo santinho
Tu aqui nesta mesa
Só sabes pensar em vinho!
77
Levanta-se o Sr. Alfredo
Que estava muito calado
Demonstrando que o fumo
O deixou perturbado
78
Um novo acontecimento
Que me levou a pensar
O que se teria passado
Ara ver o Maurício fumar
79
Neste espaço teatral
Sugeriu o Victor aos amigos
Que podiam fazer um filme
“O Hernâni e os seus dois maridos”
80
Diz o Hernâni de repente
Anda cá meu amor
Vamos fazer um filme
Com o Alfredo a realizador
81
Veio a entrega dos prémios
Branquinho. Como vai ser agora!
Para não gerar confusão
É melhor ir lá para fora!
82
Fomos para o coreto
Com os prémios em sacos
Uns estavam calminhos
Outros faziam espalhafatos
83
Resolveram ainda alguns
Fugir às normas de conduta
Uvas, peras e ameixas
Deram cabo da fruta
84
Enquanto o pessoal chegava
Vi o Ferreira no seu reduto
Sentadinho a fumar
Um espectacular charuto
85
Reuniu-se o pessoal
Entregue o prémio revelação
Para o Hélder Postiga
Que levou um apalpão
86
Fiquei um pouco estupefacto
E também apreensivo
Não havendo ali gajas
Deram-me um preservativo
87
O mesmo prémio atribuído
Ao Manel “O estás contente”
Levando uma salva de palmas
Porque não estava presente
88
Também foi dado ao Hernâni
Por ser o que mais jogou
Embora o prémio do derrotado
Foi o que mais o frustrou
89
Pensou a organização
Que seria um bom relaxe
No prémio de classificação
Dar uma t’shirt da praxe
90
Assim para começar
Foi dada uma ao cordeiro
Como vencedor absoluto
Tendo sido o primeiro
91
E o Derrotado absoluto
Foi Hernâni “O Cientista”
Que a t’shirt o incentive
Para que ele não desista
92
Uma T’shirt para o Jorge
Como o mais embandeirado
Teve de requerer protecção
Para não ser apalpado
93
Logo a seguir o Ricardo
Com tanta gente a apalpar
Deram-lhe cabo dos óculos
Mas ninguém os quis pagar
94
Aqui faço um apelo
Do fundo do coração
Façamos uma colecta
Através duma subscrição
95
Veio Moreira a seguir
Como o mais penteado
E o prémio Fair-play
Para o postiga mimado
96
Vamos ao mais arrogante
Directos e sem enredo
Muito bem aplicado
Ao nosso amigo Alfredo
97
Terminados s prémios
Fomos aos passatempos
Malhas bolas e cartas
Como outros eventos
98
Foi junto às piscinas
Que fomos jogar a sueca
Mas surgiu um sol tão quente
Dando-nos quase a sufeca
99
Mas aqui conseguimos
Levar o homem para a pista
Jogando a sueca connosco
Estou a falar do Batista
100
Outra mesa à sombra
Lá continuaram a jogar
Enquanto os da mesa ao sol
Foram para a sala conversar
101
Quando chegou a tardinha
Ninguém podia lanchar
Falta de infra-estruturas
E tacho para murfar
102
Este tipo de quintas
Para nós não é o ideal
Porque é uma frustração
Dar fome ao pessoal
103
Queremos e temos direito
Às mínimas condições
De nos sentar nos sofás
E apalpar os colchões
104
Regressamos à origem
Passando em Vila Pouca
Numa viagem tranquila
Não tendo nada de louca
105
Sobressaindo apenas
O facto de o Ricardo
Não deixando ninguém dormir
Com Hernâni mais sacrificado
106
A ausência do Tavares
Notou-se e de que maneira
Regressando no carro
Com o amigo Ferreira
107
É necessário realçar
Que todos chegaram bem
Continuemos assim
Até ao ano que vem
Um grande abraço
Domingos (O Postiga)
No dia 5 de Outubro
Levantei-me bem cedo
Fui tomar o pequeno-almoço
E encontrei o Sr. Alfredo
2
O encontro no mesmo local
Para toda esta gente
Foi junto ao ATL
Como habitualmente
3
Viu o Hernâni o Joaquim
Protegido das constipações
Comentou! Sabes o que pareces!
A Branca de neve e os sete anões
4
Outros foram chegando
E a primeira desilusão
Foi a notícia do Branquinho
De que não vinha o Jordão
5
Dadas as suas qualidades
Reveladas de vez em quando
Foi uma viagem mais pobre
Culturalmente falando
6
Já agora para o Luís
Uma palavra simpática
É uma ausência notada
De uma pessoa carismática
7
Iniciamos então a viagem
Começa o Daniel a distribuir
A famosa guia de viagem
Que nos faz sempre sorrir
8
Ouve-se a primeira locução
Do motorista a avisar
Que dentro do autocarro
Não se podia fumar
9
Advertiu o Branquinho
Com a sua habitual leveza
Que a classificação deste ano
Era uma grande surpresa
10
Veio-se então a confirmar
Que era um caso de luto
O Hernâni professor
Foi derrotado absoluto
11
Ficou um pouco abatido
E lamentou-se a toda a gente
Porque na próxima época
Vai jogar com o Gil Vicente
12
Muito! Muito! Pensativo
Por não ser vencedor
Culpou logo o Postiga
Como principal causador
13
Sempre criticava o Cordeiro
Pondo em causa o seu valor
Este ignorou todas a críticas
E foi o grande vencedor
14
Verificamos que o Cientista
Vergou perante a autoridade
Mas a ciência terá êxito
Se prevalecer a humildade
15
Sendo o postiga o fair play
E o Jorge embandeirado
Eu acho que já joguei
Com o Moreira despenteado
16
O Ricardo “O mais borrado”
O Alfredo “O mais arrogante”
Revela-o de forma mansinha
Com sorriso provocante
17
Fazendo aqui uma pausa
Voltemos então à viagem
A estação de serviço de Seide
Foi a primeira paragem
18
Uns a comprarem jornais
Outros a tomarem café
A maior parte da malta
Ficou toda de pé
19
Juntou-se ali o pessoal
A voltinha do balcão
Duas simpáticas empregadas
Foi a principal razão
20
O Branquinho as avisou
Cuidado com este pessoal
Vieram de Santa Cruz do Bispo
Mas não os deixo portar mal
21
Aparece lá o Hernâni
Com o seu ar de chorão
Queixando-se de dores da cabeça
Pediu se tinham Ben-u-ron
22
As meninas ao princípio
Não queriam acreditar
Mas ele não desistiu
E acabaram por lho dar
23
O certo é que na viagem
Melhorou a olhos vistos
Voltando as suas peripécias
Com seus actos imprevistos
24
Vimos em Arco de Baulhe
Toda a beleza do mundo
Zona de montes e Vales
Com o Tâmega lá no fundo
25
Vamos parar em Vila Pouca?
Perguntou o Branquinho
Jorge! Lá não há Ucranianas
É melhor seguir caminho
26
Resolveram então parar
Na Vila de Pedras Salgadas
Onde as linhas da CP
Deram lugar a estradas
27
De pé o Paulo e o Postiga
A tomar ao balcão um café
Quando lá chega o Hernâni
E disse para se porem de pé
28
Diz ele para o empregado
Estão aqui estes dois miúdos
Mas sou educador de infância
Por isso são uns sortudos
29
Retomamos a viagem
E muitos pastos de gado
Se avistaram de perto
Com o chão bem regado
30
Diz o Victor ao Joaquim
No silêncio do Autocarro
Ò Quim! Só por veres uma vaca!
Ficas logo excitado!
31
Lá chegamos a Chaves
Dispondo de algum tempo
Para passear a cidade
E ver algum monumento
32
Fomos à ponte dos arcos
Onde o pessoal se juntou
Uns decidiram ver a pesca
E o outro grupo dispersou
33
Passeando separados
Forjaram regras e leis
Mas mais tarde se juntaram
Na famosa casa dos pasteis
34
Pasteis de Chaves e chilas
Às dúzias foram compradas
Tivemos que encomendar
Por ficarem esgotadas
35
Nomes falsos e verdadeiros
Foram dados, eu que o diga
Ficando a minha encomenda
No nome de Helder Postiga
36
O Sérgio à sua maneira
Disse que levou aquela gente
E a senhora para o compensar
Deu-lhe uma natinha quente
37
Lá fomos depois das compras
A caminho do autocarro
Telefona o Branquinho ao Tavares
Mostrando-se algo preocupado
38
Seguimos a caminho da quinta
Falhando aqui o nosso guia
Mas parabéns ao Sr. Batista
Só falhou uma vez no dia
39
Ficamos um pouco surpresos
Ao chegar à porta certa
Verificando que a entrada
Já se encontrava aberta
40
Não vislumbramos portões
Mas uma entrada apertada
Levando o motorista a duvidar
Se o autocarro passava
41
Entramos lá para dentro
Sem nenhum recepcionista
Compensados pela paisagem
Com uma excelente vista
42
Parecia que o pessoal
Não estava muito contente
Entretanto chega o Tavares
Que alegrou o ambiente
43
Sem nenhum cicerone
Que viesse ter connosco
O Armando mijou de pé
Sem se preocupar com o rosto
44
O Queirós preocupado
Em reunir o pessoal
Queria tirar uma foto
Tendo escolhido o local
45
Muita razão tinha ele
Porque podia esquecer
Com a confusão da tarde
Isso veio a acontecer
46
É uma quinta com nível
Muito bem recuperada
Para turismo de qualidade
Está bem apetrechada
47
Com salas de exposições
De automóveis antigos
Tinha também coretos
E outros pequeno a abrigos
48
Hotel piscina e restaurante
E espaços para descansar
Com uma paisagem deslumbrante
E campo de futebol para jogar
49
O Branquinho perplexo
Ao ver aquele ambiente
Fez um pré levantamento
Para informar toda a gente
50
Após uma primeira visão
Virou-se para nós e disse
Pessoal! Aqui não é permitido
Fazer a habitual javardice
51
E verdade seja dita
A mensagem resultou
Não vi o grupo na mesa
Fazer o que nos habituou
52
Vamos então à história
Deste singular almoço
Que foi estranho pela ausência
Do normal alvoroço
53
Entramos para o restaurante
Discreto e silencioso
Para gente de sangue azul
E um aspecto algo pomposo
54
O pessoal lá entrou
Como gente civilizada
Mal sabiam os clientes
Que essa gente se peidava
55
As primeiras divergências
Foi na escolha do vinho
Porque o maduro era bom
E o branco era fresquinho
56
Começaram logo a comer
As entradas de morcela
Enquanto outros se atiraram
À alheira de Mirandela
57
O Sérgio e o Presidente
Num acto muito mesquinho
Discutiam como servir
Uma garrafa de vinho
58
Diz o Sérgio ao Victor
Passa os tomates fresquinhos
Hernâni. Anda por baixo da mesa!
Que estes são genuínos
59
Pegou o Postiga na garrafa
Porque já estava com sede
Diz de seguida o Hernâni
O menino não pega! Pede!
60
O Postiga questionou o tacho
Pensando que ia passar fome
Diz o Hernâni altruísta
Não questiona! Come!
61
Não me tendo apercebido
Do pessoal da outra ponta
Vou ter com o Branquinho
Para ver o que ele me conta
62
Silêncio e meditação
E reflexão sobre a vida
Tudo com muita lucidez
Mesmo depois da bebida
63
Havia alguma preocupação
Com os restos de comida
Que ficava sobre a mesa
Em quantidade excessiva
64
Ainda segundo o Branquinho
Duas partes se passaram
A parte alta e a parte baixa
Que ao fim se equilibraram
65
Parece que naquela zona
Houve apenas uma excepção
O Ricardo” O Padre grilo”
Não prescindiu do biberão
66
Controlado e abusado, bebeu
Todas as marcas e cores
Não prescindindo na comida
De provar todos os sabores
67
Olhando eu para o Paulo
Estava ele sorridente
Pensando o que eu fazia
No meio daquela gente
68
Sentado o Moreira na mesa
Com o Cordeiro a seu lado
Nunca ele imaginou
Que estava a ser controlado
69
Isto não foi por acaso
Disse o amigo Branquinho
Assim evitou-se a dar azo
Que saísse um peidinho
70
Não me consegui aperceber
Do Sr. Alfredo a sorrir
Mas estranhei muito mais
O Sr. Batista não ouvir
71
Não se notou o Tavares
No meio deste pessoal
Faltou o fulgor da viagem
Que lhe levantasse a moral
72
Foi buscar a sobremesa
Esqueceu-se da torrada
Foram-lhe ao queijo no prato
Quando chegou não tinha nada
73
Voltou para buscar os talheres
E o prato tentaram tirar
Apercebeu-se que o Queirós
Se preparava para manjar
74
Estava o Manuel sem óculos
Com o Victor a seu lado
Queirós. Parecem dois gémeos!
Um dia ainda vão cantar o fado
75
A conversar, diz o Victor ao Sérgio
Quando olho para ti só vejo
Que foste mesmo feitinho
Para ser uma bola de queijo
76
Diz o Sérgio. Está calado!
Eu disso não bebo santinho
Tu aqui nesta mesa
Só sabes pensar em vinho!
77
Levanta-se o Sr. Alfredo
Que estava muito calado
Demonstrando que o fumo
O deixou perturbado
78
Um novo acontecimento
Que me levou a pensar
O que se teria passado
Ara ver o Maurício fumar
79
Neste espaço teatral
Sugeriu o Victor aos amigos
Que podiam fazer um filme
“O Hernâni e os seus dois maridos”
80
Diz o Hernâni de repente
Anda cá meu amor
Vamos fazer um filme
Com o Alfredo a realizador
81
Veio a entrega dos prémios
Branquinho. Como vai ser agora!
Para não gerar confusão
É melhor ir lá para fora!
82
Fomos para o coreto
Com os prémios em sacos
Uns estavam calminhos
Outros faziam espalhafatos
83
Resolveram ainda alguns
Fugir às normas de conduta
Uvas, peras e ameixas
Deram cabo da fruta
84
Enquanto o pessoal chegava
Vi o Ferreira no seu reduto
Sentadinho a fumar
Um espectacular charuto
85
Reuniu-se o pessoal
Entregue o prémio revelação
Para o Hélder Postiga
Que levou um apalpão
86
Fiquei um pouco estupefacto
E também apreensivo
Não havendo ali gajas
Deram-me um preservativo
87
O mesmo prémio atribuído
Ao Manel “O estás contente”
Levando uma salva de palmas
Porque não estava presente
88
Também foi dado ao Hernâni
Por ser o que mais jogou
Embora o prémio do derrotado
Foi o que mais o frustrou
89
Pensou a organização
Que seria um bom relaxe
No prémio de classificação
Dar uma t’shirt da praxe
90
Assim para começar
Foi dada uma ao cordeiro
Como vencedor absoluto
Tendo sido o primeiro
91
E o Derrotado absoluto
Foi Hernâni “O Cientista”
Que a t’shirt o incentive
Para que ele não desista
92
Uma T’shirt para o Jorge
Como o mais embandeirado
Teve de requerer protecção
Para não ser apalpado
93
Logo a seguir o Ricardo
Com tanta gente a apalpar
Deram-lhe cabo dos óculos
Mas ninguém os quis pagar
94
Aqui faço um apelo
Do fundo do coração
Façamos uma colecta
Através duma subscrição
95
Veio Moreira a seguir
Como o mais penteado
E o prémio Fair-play
Para o postiga mimado
96
Vamos ao mais arrogante
Directos e sem enredo
Muito bem aplicado
Ao nosso amigo Alfredo
97
Terminados s prémios
Fomos aos passatempos
Malhas bolas e cartas
Como outros eventos
98
Foi junto às piscinas
Que fomos jogar a sueca
Mas surgiu um sol tão quente
Dando-nos quase a sufeca
99
Mas aqui conseguimos
Levar o homem para a pista
Jogando a sueca connosco
Estou a falar do Batista
100
Outra mesa à sombra
Lá continuaram a jogar
Enquanto os da mesa ao sol
Foram para a sala conversar
101
Quando chegou a tardinha
Ninguém podia lanchar
Falta de infra-estruturas
E tacho para murfar
102
Este tipo de quintas
Para nós não é o ideal
Porque é uma frustração
Dar fome ao pessoal
103
Queremos e temos direito
Às mínimas condições
De nos sentar nos sofás
E apalpar os colchões
104
Regressamos à origem
Passando em Vila Pouca
Numa viagem tranquila
Não tendo nada de louca
105
Sobressaindo apenas
O facto de o Ricardo
Não deixando ninguém dormir
Com Hernâni mais sacrificado
106
A ausência do Tavares
Notou-se e de que maneira
Regressando no carro
Com o amigo Ferreira
107
É necessário realçar
Que todos chegaram bem
Continuemos assim
Até ao ano que vem
Um grande abraço
Domingos (O Postiga)
Peripécias da Confraria da Sueca - 2005
Domingos da Telecom
Surpreendeu-me com a Breca
Sendo a Rimar muito bom
É sofrível na Sueca
(Quim)
Disseram-me que o Sr. Alfredo
Apanhou quatro vezes quatro
Nunca pensei que acontecesse
Semelhante desiderato
Alguns jogadores da Sueca
Foram à reunião de barriga cheia
Vieram logo para trás
Por não haver assembleia
Adivinhando a situação
O amigo Hernâni saiu
Foi ver o Vasco Gonçalves
Nunca mais ninguém o viu
O dia dos namorados
Para ele não tem assunto
Comemorando a efeméride
Com duas sandes de presunto
Com amor e presunto à mistura
Fez uma salada de frutas
Mas o seu maior prazer
É ir à pesca das trutas
Um dia chegou o Sr. Alfredo
E mal entrou disse logo
Escusam de me convidar
Porque hoje eu não jogo
O Hernâni desconfiado
Mostra a sua revolta
Por jogar em silêncio
Com tanta gente à sua volta
Estava um jogo a decorrer
Em absoluto sossego
Acabou de entrar o Sérgio
E enervou o Sr. Alfredo
Uma equipa imbatível
É o Armando e o Postiga
A jogar com o Branquinho
O Hernâni que o diga
Ninguém põe em questão
O facto de ser infalível
As borradas do postiga
É que a tornam permissível
Em diálogo com o Jordão
Supero meu pensamento
Mas por muito que me esforce
Falta-me sempre um argumento
(postiga)
Cheguei um dia à sueca
Era um barulho infernal
Fui logo para minha casa
Ver um programa cultural
Era um jogo de futebol
Que antes tinha gravado
Vio em silêncio em casa
No sofá bem instalado
Cheguei no dia seguinte
Estavam todos a discutir
O Hernâni a mandar bocas
Que só davam para rir
Um dia a jogar com ele
Sendo um tipo porreiro
Mas cria rivalidades
Com o seu próprio parceiro
Verifico noutras equipas
Exactamente o contrário
As rivalidades existem
Mas é entre adversários
Estava um jogo a decorrer
Entre o Alfredo e o Branquinho
Se o Alfredo tinha jogo
(Moreira!). Lá está ele a fazer biquinho
Será que este biquinho
É sinónimo de alegria!!
O Moreira fala nisso
Quando o Alfredo se ria
Para mim o Sr. Alfredo
Sabe mais que muita gente
Dá sinais ao seu parceiro
Com o adversário à frente
O Sr. Alfredo não se cala?
Pergunta o Sr. Cordeiro na hora!
Se é Delegado ao Jogo!
Ponha este homem lá fora!
Joguei um dia com o Branquinho
De uma forma inconcebível
Fiquei a pensar toda a noite
Uma justificação plausível
Cheguei á conclusão
Que foi devido aos assistentes
Convenhamos que nessa noite
Foram pouco convenientes
Mas é realmente lamentável
E um acto de pouca proeza
Que não jogue o “Ás” de trunfo
Com a manilha na mesa
UM ABRAÇO
Surpreendeu-me com a Breca
Sendo a Rimar muito bom
É sofrível na Sueca
(Quim)
Disseram-me que o Sr. Alfredo
Apanhou quatro vezes quatro
Nunca pensei que acontecesse
Semelhante desiderato
Alguns jogadores da Sueca
Foram à reunião de barriga cheia
Vieram logo para trás
Por não haver assembleia
Adivinhando a situação
O amigo Hernâni saiu
Foi ver o Vasco Gonçalves
Nunca mais ninguém o viu
O dia dos namorados
Para ele não tem assunto
Comemorando a efeméride
Com duas sandes de presunto
Com amor e presunto à mistura
Fez uma salada de frutas
Mas o seu maior prazer
É ir à pesca das trutas
Um dia chegou o Sr. Alfredo
E mal entrou disse logo
Escusam de me convidar
Porque hoje eu não jogo
O Hernâni desconfiado
Mostra a sua revolta
Por jogar em silêncio
Com tanta gente à sua volta
Estava um jogo a decorrer
Em absoluto sossego
Acabou de entrar o Sérgio
E enervou o Sr. Alfredo
Uma equipa imbatível
É o Armando e o Postiga
A jogar com o Branquinho
O Hernâni que o diga
Ninguém põe em questão
O facto de ser infalível
As borradas do postiga
É que a tornam permissível
Em diálogo com o Jordão
Supero meu pensamento
Mas por muito que me esforce
Falta-me sempre um argumento
(postiga)
Cheguei um dia à sueca
Era um barulho infernal
Fui logo para minha casa
Ver um programa cultural
Era um jogo de futebol
Que antes tinha gravado
Vio em silêncio em casa
No sofá bem instalado
Cheguei no dia seguinte
Estavam todos a discutir
O Hernâni a mandar bocas
Que só davam para rir
Um dia a jogar com ele
Sendo um tipo porreiro
Mas cria rivalidades
Com o seu próprio parceiro
Verifico noutras equipas
Exactamente o contrário
As rivalidades existem
Mas é entre adversários
Estava um jogo a decorrer
Entre o Alfredo e o Branquinho
Se o Alfredo tinha jogo
(Moreira!). Lá está ele a fazer biquinho
Será que este biquinho
É sinónimo de alegria!!
O Moreira fala nisso
Quando o Alfredo se ria
Para mim o Sr. Alfredo
Sabe mais que muita gente
Dá sinais ao seu parceiro
Com o adversário à frente
O Sr. Alfredo não se cala?
Pergunta o Sr. Cordeiro na hora!
Se é Delegado ao Jogo!
Ponha este homem lá fora!
Joguei um dia com o Branquinho
De uma forma inconcebível
Fiquei a pensar toda a noite
Uma justificação plausível
Cheguei á conclusão
Que foi devido aos assistentes
Convenhamos que nessa noite
Foram pouco convenientes
Mas é realmente lamentável
E um acto de pouca proeza
Que não jogue o “Ás” de trunfo
Com a manilha na mesa
UM ABRAÇO
Confrades da Sueca - passeio 2005
1
Cinco de Outubro de 2005
Mais um ano se passou
Mas fiel a esta data
Este grupo se juntou
2
Ficará para a história
A data da informação
Do local deste convívio
E respectiva excursão
3
Foi no dia 13 de Julho
Que o Branquinho informou
Onde seria o almoço
E uma conversa gerou
4
Vamos comer um cabritinho
Disse com um ar sorridente
A Carrazeda de Montenegro
Para satisfazer esta gente
5
Continuou a explicar
As vantagens do local
Com uns passeios a cavalo
Para alegrar o pessoal
6
Esta cena dos cavalos
Gerou logo uma conversa
Quem é que monta e é montado
Porque o resto não interessa
7
Foram seus protagonistas
Jorge Castelo e Moreira
Enquanto um montava
O outro teria de abrir a ceira
8
Estando eles a jogar as cartas
Com um diálogo castiço
Terminaram os dois em paz
Ameaçando o cortiço
9
Entretanto o Branquinho
Elogiava a viagem
Porque a zona de Murça
É uma bonita paisagem
10
Do Porto até Valpaços
Vão ficar radiantes
Porque este belo passeio
Tem paisagens deslumbrantes
11
Em Santa Maria de Emeres
Fica a Quinta D’Alagoa
E uma casa com mesmo nome
Que parece ser coisa boa
12
De arquitectura rural
Mantém viva a memória
Quinta multifacetada
E fiel à sua História
13
Casas no seu interior
Tradicionais traços e esboços
Começamos por salientar
A famosa casa Casa dos moços
14
Mas as leis que numa época
Impunham uma certa cultura
Originou a Casa das mulheres
Evitando homens à mistura
15
Defendia o grande patrão
Cada um no seu celeiro
Para cumprir a missão
Criou a Casa do caseiro
16
Protegendo o seu filho
E netinhos fora de hora
Resolveu o patrãozinho
Criar o Abrigo da Nora
17
Também produtos biológicos
Existem nesta propriedade
Porque a saúde das pessoas
Era uma necessidade
18
Foi este o local escolhido
Pelas suas várias valências
Para um almoço dos confrades
Assim como outras exigências
19
Atenção ao que foi dito
E podem ter a certeza
A escolha não foi cabrito
Mas Vitela Maronesa
20
Sejam todos bem vindos
Com o desejo de boa viagem
Aproveitem bem o dia
E gozem bem a paisagem
21
Um especial cumprimento
A uma pessoa especial
Que com com a sua presença
Honra todo o pessoal
22
Referimo-nos ao Sr. Pires
Com estima e consideração
Pessoa que muito respeitamos
E temos muita admiração
23
Como Presidente da Junta
Connosco sempre cooperou
Os problemas surgiam
E ele sempre nos ajudou
24
Homem de corpo inteiro
Generoso e solidário
Ainda hoje não falha
Um dia de aniversário
25
Por isso a nossa homenagem
Da Cooperativa e sua gente
Não sendo um homem da casa
Está sempre presente. Bem haja!
26
Não podemos esquecer
Que nesta organização
As pessoas envolvidas
Dão tudo do coração
27
Agradecimentos para eles
E para quem contribuiu
Trabalhando por carolice
E de nós nada exigiu
Um grande abraço
a todos!!
Domingos (O postiga)
Cinco de Outubro de 2005
Mais um ano se passou
Mas fiel a esta data
Este grupo se juntou
2
Ficará para a história
A data da informação
Do local deste convívio
E respectiva excursão
3
Foi no dia 13 de Julho
Que o Branquinho informou
Onde seria o almoço
E uma conversa gerou
4
Vamos comer um cabritinho
Disse com um ar sorridente
A Carrazeda de Montenegro
Para satisfazer esta gente
5
Continuou a explicar
As vantagens do local
Com uns passeios a cavalo
Para alegrar o pessoal
6
Esta cena dos cavalos
Gerou logo uma conversa
Quem é que monta e é montado
Porque o resto não interessa
7
Foram seus protagonistas
Jorge Castelo e Moreira
Enquanto um montava
O outro teria de abrir a ceira
8
Estando eles a jogar as cartas
Com um diálogo castiço
Terminaram os dois em paz
Ameaçando o cortiço
9
Entretanto o Branquinho
Elogiava a viagem
Porque a zona de Murça
É uma bonita paisagem
10
Do Porto até Valpaços
Vão ficar radiantes
Porque este belo passeio
Tem paisagens deslumbrantes
11
Em Santa Maria de Emeres
Fica a Quinta D’Alagoa
E uma casa com mesmo nome
Que parece ser coisa boa
12
De arquitectura rural
Mantém viva a memória
Quinta multifacetada
E fiel à sua História
13
Casas no seu interior
Tradicionais traços e esboços
Começamos por salientar
A famosa casa Casa dos moços
14
Mas as leis que numa época
Impunham uma certa cultura
Originou a Casa das mulheres
Evitando homens à mistura
15
Defendia o grande patrão
Cada um no seu celeiro
Para cumprir a missão
Criou a Casa do caseiro
16
Protegendo o seu filho
E netinhos fora de hora
Resolveu o patrãozinho
Criar o Abrigo da Nora
17
Também produtos biológicos
Existem nesta propriedade
Porque a saúde das pessoas
Era uma necessidade
18
Foi este o local escolhido
Pelas suas várias valências
Para um almoço dos confrades
Assim como outras exigências
19
Atenção ao que foi dito
E podem ter a certeza
A escolha não foi cabrito
Mas Vitela Maronesa
20
Sejam todos bem vindos
Com o desejo de boa viagem
Aproveitem bem o dia
E gozem bem a paisagem
21
Um especial cumprimento
A uma pessoa especial
Que com com a sua presença
Honra todo o pessoal
22
Referimo-nos ao Sr. Pires
Com estima e consideração
Pessoa que muito respeitamos
E temos muita admiração
23
Como Presidente da Junta
Connosco sempre cooperou
Os problemas surgiam
E ele sempre nos ajudou
24
Homem de corpo inteiro
Generoso e solidário
Ainda hoje não falha
Um dia de aniversário
25
Por isso a nossa homenagem
Da Cooperativa e sua gente
Não sendo um homem da casa
Está sempre presente. Bem haja!
26
Não podemos esquecer
Que nesta organização
As pessoas envolvidas
Dão tudo do coração
27
Agradecimentos para eles
E para quem contribuiu
Trabalhando por carolice
E de nós nada exigiu
Um grande abraço
a todos!!
Domingos (O postiga)
Passeio dos Confrades da Sueca - 2005
Mantendo-se a tradição
Os Confrades se juntaram
No seu passeio anual
Onde confraternizaram
2
Cumpridores dos seus horários
Nenhum elemento se atrasou
Prova de que a Confraria
Cumpre normas que elaborou
3
Cedo no local do encontro
Lá estava o Daniel
Com uma pequena pasta
Penso que era o “pastel”
4
Avista-se ao fundo da rua
Um homem muito sorridente
Era o amigo Branquinho
Com as prendas para a gente
5
Já tinha chegado o Luís
Carregado de material
Seriamente preocupado
Com o audiovisual
6
Por impossibilidade do pai
Veio o filho do Queirós
Totalmente integrado
No meio de todos nós
7
Com uma camisola “Laranja”
O Ricardo como sempre
Escolheu uma cor singular
Enganando toda agente
8
Foi iniciada a partida
E um pouco mais adiante
Fomos logo informados
Que parava-mos em Amarante
9
Foi o Daniel incumbido
De distribuir o guião
Que incluía o desastre
Da nossa classificação
10
À passagem por Amarante
A organização esteve mal
Sem ninguém dizer porquê
Só paramos em Vila Real
11
Concederam meia hora
Para tomar um cafezinho
Comprar jornais ou revistas
E fumar um cigarrinho
12
Retomando o IP4
Lá seguimos viagem
Através de montes e vales
Maravilhosa paisagem
13
Mas muito espaço queimado
Afectava a sua beleza
Com sensação de revolta
Ao ver assim a natureza
14
Mas a viagem prosseguia
Com o desejo de chegar
Vire à direita! Vire à esquerda!
Era o Batista a comandar
15
O tempo ia passando
Eram quase onze e trinta
Lá encontramos a placa
Que identificava a Quinta
16
Mais umas dezenas de metros
E vimos um portão fechado
Com Vídeo Vigilância
E um sistema codificado
17
Aqui teve o telemóvel
Uma importante função
Pedir o código secreto
Para desbloquear o portão
18
Mais umas centenas de metros
Num traçado sinuoso
Que levou o motorista
A ficar um pouco nervoso
19
Saímos do autocarro
E o pessoal dispersou
Levantando uma poeira
Que a garganta secou
20
Uma segunda entrada
Com um espaço aprazível
Circundado pelas casas
Tornando a quinta invisível
21
À entrada deste espaço
Avistou-se ao fundo a mesa
Preparada para o almoço
Da vitela à Maroneza
22
E foi a porta da cozinha
A primeira a ser encontrada
Mas com o assado do forno
Ninguém resistiu à entrada
23
Prosseguimos as visitas
Entrando nas várias casas
Guiados pelo Sincerone
E por ele identificadas
24
Entretanto o Moreira
Desapareceu como uma seta
Foi à beira da mesa
E pegou numa bicicleta
25
Vimos a casa dos moços
E a casa do Caseiro
Preparadas para receber
Os turistas do estrangeiro
26
Quartos tradicionais
E mobílias de fino traço
Tendo por baixo o lagar
E a prensa do bagaço
27
Quase em sentido oposto
Ficava a casa da Nora
Descendo muitas escadas
Sempre que vinha cá fora
28
Com uma boa piscina
Para uma tarde divertida
Onde o Hernâni curtiu
Cinco minutos de vida
29
No acesso à piscina
Uma sala com bilhar
Música e Televisão
E sofás para descansar
30
Não faltavam os CDs
Para ouvir música à mistura
Aproveitando os livros
Para uma boa leitura
31
O homem da quinta propôs
Ir lá acima ao miradouro
Que para alguns se tornou
Um perfeito mijadouro
32
Mas o Oliveira pensou!
Ir lá coma é uma esfrega!
Vou provar o vinho doce!
E fico aqui em baixo na adega!
33
Após algumas visitas
Passeios e outros passatempos
Chegou a hora de almoço
Fulcral nestes eventos
34
Muitos e bons aperitivos
Difícil foi escolher o vinho
A maioria alinhou
Pela escolha do tintinho
35
Qualquer um era bom
Com genuíno sabor
Mas o tinto atingia
O verdadeiro esplendor
36
Devido a falhas na mesa
Algo viria a acontecer
Foram copos entornados
Mesmo antes de beber
37
O primeiro foi o Paulo
Que apreensivo ficou
Pensando no imediato
Que foi ele que entornou
38
Surgiram logo as críticas
E sério, ele observou
O copo virou sozinho!
Porque ninguém lhe tocou!
39
Estou a dizer a verdade!
Escusam de duvidar!
Não passará muito tempo!
Que mais alguém vai entornar!
40
Realmente esta pessoa
Não podia ficar sozinho
Porque passado pouco tempo
Aconteceu ao Branquinho
41
Disfarçando a cor do vinho
Lá pediram guardanapos
Colocando-os no local
Onde ficaram os pratos
42
Sucedeu o mesmo a outros
Um dos quais o Maurício
De forma que o vinho perdido
Foi um grande desperdício
43
E num aviso para os outros
Para não levantarem a crista
Até veio a suceder
Ao sossegado motorista
44
O pessoal lá se arranjou
Num esforço geométrico
Para evitar que no fim
Se submetesse a um inquérito
45
Azeitonas e bolinhos
Salpicão e presunto
Tudo veio a desaparecer
Após esforço conjunto
46
Nunca vi tanta gente
A comer tanto pão
Feito de trigo e centeio
Realmente é muito bom
47
Depois veio uma sopa
Alguns sem espaço para ela
Evitaram comê-la
Para provar a vitela
48
Mas o ponto mais alto
Estaria para chegar
Vitelinha à Maronesa
E arroz no alguidar
49
Alguém já estava apensar
Que o tacho já viria morno
Mas chegou bem quentinho
E genuíno aroma do forno
50
E ainda a acompanhar
Com a tenrinha vitela
Veio uma excelente salada
Para intercalar com ela
51
Realmente esta salada
Com um paladar diferente
Em que sabor do tomate
Parecia o de antigamente
52
Muito bom! Muito bom!
Era o que se ouvia dizer
Mesmo de barriga cheia
Continuava-se a comer
53
E no fim a sobremesa
Creme e bolo de bolacha
Toda a gente saboreou
Porque a dieta paga taxa
54
Cerca das catorze e trinta
Outro processo se iniciou
Foi a entrega dos prémios
Que a classificação ditou
55
Deliberou a Confraria
Não há prémios acumulados
Assim como os piores
Seriam os mais consagrados
56
É uma boa política
Dar o melhor aos piores
Consagrando “inocentes”
Devido a outros jogadores
57
Muitas vezes “inocentes”
Refiro-me aos bandeirados
Não se podem defender
Da média dos resultados
58
E no jogo da sueca
É totalmente verdadeiro
Se eu sou mau jogador
Penalizo o meu parceiro
59
O Hernâni foi o primeiro
Por ter feito mais jogos
Se ele fosse Bombeiro
Estaria em todos os fogos
60
Ao receber o seu prémio
Como o melhor da Sueca
Alguém lhe puxou os calções
Ficando ele em cuecas
61
E para que isto não esqueça
Aos homens de fraca memória
Tiraram-lhe uma fotografia
E assim ficará na História
62
Uma bruxa numa caixa
Que a rir, espíritos espanta
Mal se abre a caixinha
A bruxa logo se levanta
63
Para o amigo Jordão
Que foi o mais bandeirado
Recebeu também uma bruxa
Por causa do mau olhado
64
O Oliveira recebeu
Prémio do melhor jogador
Não me lembro qual foi
Mas é fruto do seu valor
65
Bem hajam os que defendem
Prémio não acumulado
Porque devido a esta regra
Eu postiga, saí beneficiado
66
Obrigado pelo prémio
Um útil rádio que encanta
Perfeito para ouvir
O programa “Bola branca”
67
Quem não recebeu prémio
Recorda também este dia
Com uma pequena lembrança
Atribuída pela Confraria
68
Mas cada elemento do grupo
Na altura de ser consagrado
Enfiou um capacete dos Vikings
Devidamente chifrado
69
Acabado o almoço
Com café e um bom bagaço
O pessoal continuou
A disfrutar do espaço
70
Uns foram jogar a malha
Outros foram descansar
Ouvindo música de fundo
Vendo outros a jogar bilhar
71
Também não faltaram cartas
Para jogar uma sueca
Mas nesse dia o Sr. Alfredo
Dormiu uma boa soneca
72
O Sr. Luís com pena dele
Por ter frio a dormir
Arranjou uns cobertores
Para depois o cobrir
73
Chegou a hora do lanche
Por volta das cinco e meia
Foi comer até sair
Dispensando à noite a ceia
74
Fomos à mercearia
Comprar algo para trazer
Só havia mel e vinho
Mas nada para comer
75
Alguns foram à cozinha
Agradecer a simpatia
Das cozinheiras da Quinta
Com o pessoal da confraria
76
Um dia cansativo para elas
Em que só demos à letra
Elogiamos as cozinheiras
Mas esquecemos a gorjeta
77
Lá fomos para o Autocarro
E o Sr. Luís se lembrou
Queria ir à casa de banho
E o pessoal aguardou
78
Parte dos nossos confrades
Trouxeram alguma fruta
E eu armado em bonzinho
Demonstrei que era recruta
79
Iniciou-se o regresso
Cerca das dezoito e trinta
Não esquecendo as saudade
Que já tinha-mos da Quinta
80
Na passagem por Murça
Já quase ao fim do dia
O Sr. Luís viu a porca
E tirou uma fotografia
81
Fomos tomar um cafezinho
E fazer umas compras
Umas garrafas de azeite
Porque os bolos nem sombras
82
Já de noite nas calmas
Regressamos ao Porto
O vinho não conseguiu
Pôr nenhum confrade torto
83
Chegaram todos bem dispostos
Após um dia de convívio
Alguns gases no autocarro
Quando saíram foi um alívio
84
Se alguns eram foguetes
Outros eram morteiros
Que passados dois dias
Ainda apagavam isqueiros
85
Mas o que é fundamental
É que tudo correu bem
Parabéns ao pessoal
E até ao ano que vem
Um grande abraço
Domingos (o postiga)
Os Confrades se juntaram
No seu passeio anual
Onde confraternizaram
2
Cumpridores dos seus horários
Nenhum elemento se atrasou
Prova de que a Confraria
Cumpre normas que elaborou
3
Cedo no local do encontro
Lá estava o Daniel
Com uma pequena pasta
Penso que era o “pastel”
4
Avista-se ao fundo da rua
Um homem muito sorridente
Era o amigo Branquinho
Com as prendas para a gente
5
Já tinha chegado o Luís
Carregado de material
Seriamente preocupado
Com o audiovisual
6
Por impossibilidade do pai
Veio o filho do Queirós
Totalmente integrado
No meio de todos nós
7
Com uma camisola “Laranja”
O Ricardo como sempre
Escolheu uma cor singular
Enganando toda agente
8
Foi iniciada a partida
E um pouco mais adiante
Fomos logo informados
Que parava-mos em Amarante
9
Foi o Daniel incumbido
De distribuir o guião
Que incluía o desastre
Da nossa classificação
10
À passagem por Amarante
A organização esteve mal
Sem ninguém dizer porquê
Só paramos em Vila Real
11
Concederam meia hora
Para tomar um cafezinho
Comprar jornais ou revistas
E fumar um cigarrinho
12
Retomando o IP4
Lá seguimos viagem
Através de montes e vales
Maravilhosa paisagem
13
Mas muito espaço queimado
Afectava a sua beleza
Com sensação de revolta
Ao ver assim a natureza
14
Mas a viagem prosseguia
Com o desejo de chegar
Vire à direita! Vire à esquerda!
Era o Batista a comandar
15
O tempo ia passando
Eram quase onze e trinta
Lá encontramos a placa
Que identificava a Quinta
16
Mais umas dezenas de metros
E vimos um portão fechado
Com Vídeo Vigilância
E um sistema codificado
17
Aqui teve o telemóvel
Uma importante função
Pedir o código secreto
Para desbloquear o portão
18
Mais umas centenas de metros
Num traçado sinuoso
Que levou o motorista
A ficar um pouco nervoso
19
Saímos do autocarro
E o pessoal dispersou
Levantando uma poeira
Que a garganta secou
20
Uma segunda entrada
Com um espaço aprazível
Circundado pelas casas
Tornando a quinta invisível
21
À entrada deste espaço
Avistou-se ao fundo a mesa
Preparada para o almoço
Da vitela à Maroneza
22
E foi a porta da cozinha
A primeira a ser encontrada
Mas com o assado do forno
Ninguém resistiu à entrada
23
Prosseguimos as visitas
Entrando nas várias casas
Guiados pelo Sincerone
E por ele identificadas
24
Entretanto o Moreira
Desapareceu como uma seta
Foi à beira da mesa
E pegou numa bicicleta
25
Vimos a casa dos moços
E a casa do Caseiro
Preparadas para receber
Os turistas do estrangeiro
26
Quartos tradicionais
E mobílias de fino traço
Tendo por baixo o lagar
E a prensa do bagaço
27
Quase em sentido oposto
Ficava a casa da Nora
Descendo muitas escadas
Sempre que vinha cá fora
28
Com uma boa piscina
Para uma tarde divertida
Onde o Hernâni curtiu
Cinco minutos de vida
29
No acesso à piscina
Uma sala com bilhar
Música e Televisão
E sofás para descansar
30
Não faltavam os CDs
Para ouvir música à mistura
Aproveitando os livros
Para uma boa leitura
31
O homem da quinta propôs
Ir lá acima ao miradouro
Que para alguns se tornou
Um perfeito mijadouro
32
Mas o Oliveira pensou!
Ir lá coma é uma esfrega!
Vou provar o vinho doce!
E fico aqui em baixo na adega!
33
Após algumas visitas
Passeios e outros passatempos
Chegou a hora de almoço
Fulcral nestes eventos
34
Muitos e bons aperitivos
Difícil foi escolher o vinho
A maioria alinhou
Pela escolha do tintinho
35
Qualquer um era bom
Com genuíno sabor
Mas o tinto atingia
O verdadeiro esplendor
36
Devido a falhas na mesa
Algo viria a acontecer
Foram copos entornados
Mesmo antes de beber
37
O primeiro foi o Paulo
Que apreensivo ficou
Pensando no imediato
Que foi ele que entornou
38
Surgiram logo as críticas
E sério, ele observou
O copo virou sozinho!
Porque ninguém lhe tocou!
39
Estou a dizer a verdade!
Escusam de duvidar!
Não passará muito tempo!
Que mais alguém vai entornar!
40
Realmente esta pessoa
Não podia ficar sozinho
Porque passado pouco tempo
Aconteceu ao Branquinho
41
Disfarçando a cor do vinho
Lá pediram guardanapos
Colocando-os no local
Onde ficaram os pratos
42
Sucedeu o mesmo a outros
Um dos quais o Maurício
De forma que o vinho perdido
Foi um grande desperdício
43
E num aviso para os outros
Para não levantarem a crista
Até veio a suceder
Ao sossegado motorista
44
O pessoal lá se arranjou
Num esforço geométrico
Para evitar que no fim
Se submetesse a um inquérito
45
Azeitonas e bolinhos
Salpicão e presunto
Tudo veio a desaparecer
Após esforço conjunto
46
Nunca vi tanta gente
A comer tanto pão
Feito de trigo e centeio
Realmente é muito bom
47
Depois veio uma sopa
Alguns sem espaço para ela
Evitaram comê-la
Para provar a vitela
48
Mas o ponto mais alto
Estaria para chegar
Vitelinha à Maronesa
E arroz no alguidar
49
Alguém já estava apensar
Que o tacho já viria morno
Mas chegou bem quentinho
E genuíno aroma do forno
50
E ainda a acompanhar
Com a tenrinha vitela
Veio uma excelente salada
Para intercalar com ela
51
Realmente esta salada
Com um paladar diferente
Em que sabor do tomate
Parecia o de antigamente
52
Muito bom! Muito bom!
Era o que se ouvia dizer
Mesmo de barriga cheia
Continuava-se a comer
53
E no fim a sobremesa
Creme e bolo de bolacha
Toda a gente saboreou
Porque a dieta paga taxa
54
Cerca das catorze e trinta
Outro processo se iniciou
Foi a entrega dos prémios
Que a classificação ditou
55
Deliberou a Confraria
Não há prémios acumulados
Assim como os piores
Seriam os mais consagrados
56
É uma boa política
Dar o melhor aos piores
Consagrando “inocentes”
Devido a outros jogadores
57
Muitas vezes “inocentes”
Refiro-me aos bandeirados
Não se podem defender
Da média dos resultados
58
E no jogo da sueca
É totalmente verdadeiro
Se eu sou mau jogador
Penalizo o meu parceiro
59
O Hernâni foi o primeiro
Por ter feito mais jogos
Se ele fosse Bombeiro
Estaria em todos os fogos
60
Ao receber o seu prémio
Como o melhor da Sueca
Alguém lhe puxou os calções
Ficando ele em cuecas
61
E para que isto não esqueça
Aos homens de fraca memória
Tiraram-lhe uma fotografia
E assim ficará na História
62
Uma bruxa numa caixa
Que a rir, espíritos espanta
Mal se abre a caixinha
A bruxa logo se levanta
63
Para o amigo Jordão
Que foi o mais bandeirado
Recebeu também uma bruxa
Por causa do mau olhado
64
O Oliveira recebeu
Prémio do melhor jogador
Não me lembro qual foi
Mas é fruto do seu valor
65
Bem hajam os que defendem
Prémio não acumulado
Porque devido a esta regra
Eu postiga, saí beneficiado
66
Obrigado pelo prémio
Um útil rádio que encanta
Perfeito para ouvir
O programa “Bola branca”
67
Quem não recebeu prémio
Recorda também este dia
Com uma pequena lembrança
Atribuída pela Confraria
68
Mas cada elemento do grupo
Na altura de ser consagrado
Enfiou um capacete dos Vikings
Devidamente chifrado
69
Acabado o almoço
Com café e um bom bagaço
O pessoal continuou
A disfrutar do espaço
70
Uns foram jogar a malha
Outros foram descansar
Ouvindo música de fundo
Vendo outros a jogar bilhar
71
Também não faltaram cartas
Para jogar uma sueca
Mas nesse dia o Sr. Alfredo
Dormiu uma boa soneca
72
O Sr. Luís com pena dele
Por ter frio a dormir
Arranjou uns cobertores
Para depois o cobrir
73
Chegou a hora do lanche
Por volta das cinco e meia
Foi comer até sair
Dispensando à noite a ceia
74
Fomos à mercearia
Comprar algo para trazer
Só havia mel e vinho
Mas nada para comer
75
Alguns foram à cozinha
Agradecer a simpatia
Das cozinheiras da Quinta
Com o pessoal da confraria
76
Um dia cansativo para elas
Em que só demos à letra
Elogiamos as cozinheiras
Mas esquecemos a gorjeta
77
Lá fomos para o Autocarro
E o Sr. Luís se lembrou
Queria ir à casa de banho
E o pessoal aguardou
78
Parte dos nossos confrades
Trouxeram alguma fruta
E eu armado em bonzinho
Demonstrei que era recruta
79
Iniciou-se o regresso
Cerca das dezoito e trinta
Não esquecendo as saudade
Que já tinha-mos da Quinta
80
Na passagem por Murça
Já quase ao fim do dia
O Sr. Luís viu a porca
E tirou uma fotografia
81
Fomos tomar um cafezinho
E fazer umas compras
Umas garrafas de azeite
Porque os bolos nem sombras
82
Já de noite nas calmas
Regressamos ao Porto
O vinho não conseguiu
Pôr nenhum confrade torto
83
Chegaram todos bem dispostos
Após um dia de convívio
Alguns gases no autocarro
Quando saíram foi um alívio
84
Se alguns eram foguetes
Outros eram morteiros
Que passados dois dias
Ainda apagavam isqueiros
85
Mas o que é fundamental
É que tudo correu bem
Parabéns ao pessoal
E até ao ano que vem
Um grande abraço
Domingos (o postiga)
Despedida de solteira - Colega
Boa noite para todos
Mas tenham muita paciência
Por escrever estes versos
Sem nenhuma sequência
Éra uma vez uma bébé
Que no mundo surgiu
Pensando ser atraída
Por coisas que nunca viu
Embalada nos braços
Da sua querida mamã
Não a deixando dormir
Todos os dias de manhã
Foi crescendo crescendo
E o mundo a sorrir
Sem saber o que dizer
Para o futuro decidir
Um dia triste outro alegre
Gostava muito de brincar
Mas se fosse a competir
Tinha sempre de ganhar
Na escola com atenção
Para cá fora brincar
Tendo bons resultados
Não tendo que estudar
Complicou-se a escrita
Aumentando a matéria
No ensino superior
A coisa era mais séria
Mas nunca desiludiu
Levando tudo direitinho
Seguindo para Engenharia
Sem se enganar no caminho
Quando acabou o curso
No trabalho pensou
E na Empresa da PT
Um emprego arranjou
Começou cá no Porto
Em concreto na Picaria
Mas um dia pensou
Que ali não ficaria
Foi então para Lisboa
Ficando lá algum tempo
Voltando um dia mais tarde
A pensar no casamento
A nossa colega Paula
E a decisão está tomada
Deixa a vida de solteira
Passando a estar casada
È uma mudança de rumo
E uma vida diferente
Por muito que ela pense
Que não altera a sua mente
Enquanto a vida de solteira
É mais despreocupada
Optou pelo sacrifício
De passar a ser casada
As mudanças de vida
Seguem o nosso coração
Que pede alguns sacrifícios
Em prol de uma união
Os problemas começam
Quando está a trabalhar
Pensando que o marido
Chega a casa para jantar
Parece que estou situado
No tempo da outra senhora
Até me esqueço que este povo
Pensa nos tempos de agora
Mas o sentido da vida
Não desvia o nosso ego
De pensar no bem dos outros
Afectando o nosso sossego
Mas nunca se arrependa
Que um dia pode vir
Um filho muito querido
Para os pais fazer sorrir
É uma alegria na casa
Quando a família aumenta
Basta ver um sorriso
Que logo tudo se aguenta
Nós colegas e amigos
Como fizemos até aqui
Estamos prontos a ajuda-la
A ser feliz com o Toni
Muitas felicidades
É o nosso desejo
Receba dos seus colegas
Um grande e fraterno BEIJO
Um grande abraço
Luís Frade
Cardoso
Pedro Oliveira
Fernando Gomes
Pedro
Mas tenham muita paciência
Por escrever estes versos
Sem nenhuma sequência
Éra uma vez uma bébé
Que no mundo surgiu
Pensando ser atraída
Por coisas que nunca viu
Embalada nos braços
Da sua querida mamã
Não a deixando dormir
Todos os dias de manhã
Foi crescendo crescendo
E o mundo a sorrir
Sem saber o que dizer
Para o futuro decidir
Um dia triste outro alegre
Gostava muito de brincar
Mas se fosse a competir
Tinha sempre de ganhar
Na escola com atenção
Para cá fora brincar
Tendo bons resultados
Não tendo que estudar
Complicou-se a escrita
Aumentando a matéria
No ensino superior
A coisa era mais séria
Mas nunca desiludiu
Levando tudo direitinho
Seguindo para Engenharia
Sem se enganar no caminho
Quando acabou o curso
No trabalho pensou
E na Empresa da PT
Um emprego arranjou
Começou cá no Porto
Em concreto na Picaria
Mas um dia pensou
Que ali não ficaria
Foi então para Lisboa
Ficando lá algum tempo
Voltando um dia mais tarde
A pensar no casamento
A nossa colega Paula
E a decisão está tomada
Deixa a vida de solteira
Passando a estar casada
È uma mudança de rumo
E uma vida diferente
Por muito que ela pense
Que não altera a sua mente
Enquanto a vida de solteira
É mais despreocupada
Optou pelo sacrifício
De passar a ser casada
As mudanças de vida
Seguem o nosso coração
Que pede alguns sacrifícios
Em prol de uma união
Os problemas começam
Quando está a trabalhar
Pensando que o marido
Chega a casa para jantar
Parece que estou situado
No tempo da outra senhora
Até me esqueço que este povo
Pensa nos tempos de agora
Mas o sentido da vida
Não desvia o nosso ego
De pensar no bem dos outros
Afectando o nosso sossego
Mas nunca se arrependa
Que um dia pode vir
Um filho muito querido
Para os pais fazer sorrir
É uma alegria na casa
Quando a família aumenta
Basta ver um sorriso
Que logo tudo se aguenta
Nós colegas e amigos
Como fizemos até aqui
Estamos prontos a ajuda-la
A ser feliz com o Toni
Muitas felicidades
É o nosso desejo
Receba dos seus colegas
Um grande e fraterno BEIJO
Um grande abraço
Luís Frade
Cardoso
Pedro Oliveira
Fernando Gomes
Pedro
Passeio dos Confrades da Sueca - 2006
1
Mais uma vez o Branquinho
Incansável como sempre
Organiza este passeio
Juntando toda esta gente
2
Neste ano de 2006
Ponderadas as condições
Optou por escolher
A casa de Samaiões
3
Situado na zona de Chaves
Cidade com muita fama
Pelas suas águas termais
Nesta zona transmontana
4
Foi a qualidade das águas
Que levaram um Imperador
A dar um nome à Cidade
Reconhecendo o seu valor
5
Chamou-lhe “Aquae Flaviae”
Este Imperador Romano
Ligando a cidade ao seu nome
Que era “Flavio Vespasiano”
6
Tudo isto aconteceu
Durante a ocupação romana
Vergado às águas nascentes
Desta zona Transmontana
7
E assim surgiu um Concelho
Que ainda hoje muita gente
Se orgulha da sua origem
Dizendo-se Flaviense
8
A qualidade das nascentes
Com propriedades especiais
Tornam-se águas curativas
Para doenças sazonais
9
Ao nascer com 73 graus
São das mais quentes da Europa
Por isso este parque termal
Quase sempre se esgota
10
Mas Chaves tem muito mais
Pois de turismo se trata
Desde a Quinta da Lúcia
Até à Quinta da Mata
11
Mas falemos da “nossa”
A Quinta de Samaiões
Que segundo os especialistas
Tem excelentes condições
12
Sendo um Hotel rural
Com condições especiais
Muniu-se de infra-estruturas
Fiéis às linhas tradicionais
13
Um autêntico Paraíso
Que revigora o espírito e a alma
Muito bom para descansar
Imperando a paz e a calma
14
Com muitos animais na quinta
E os pássaros a chilrear
É um ambiente agradável
Para confraternizar
15
São os Coelhos e as ovelhas
Que passam a vida a pastar
Tem também peixes no lago
Que podemos apreciar
16
Piscina Sauna e Ginásio
Para curtir com prazer
É a melhor forma de passar
Algum tempo de lazer
17
Nesta vida agitante
Em permanente fadário
Este local nos permite
Aliviar o stress diário
18
Podemos saborear
A cozinha tradicional
Da gastronomia transmontana
Com um gostinho especial
19
Como de comida se trata
Não mudemos de assunto
Temos uma especialidade
Como os enchidos e o presunto
Bom Apetite
(Domingos – O postiga)
Mais uma vez o Branquinho
Incansável como sempre
Organiza este passeio
Juntando toda esta gente
2
Neste ano de 2006
Ponderadas as condições
Optou por escolher
A casa de Samaiões
3
Situado na zona de Chaves
Cidade com muita fama
Pelas suas águas termais
Nesta zona transmontana
4
Foi a qualidade das águas
Que levaram um Imperador
A dar um nome à Cidade
Reconhecendo o seu valor
5
Chamou-lhe “Aquae Flaviae”
Este Imperador Romano
Ligando a cidade ao seu nome
Que era “Flavio Vespasiano”
6
Tudo isto aconteceu
Durante a ocupação romana
Vergado às águas nascentes
Desta zona Transmontana
7
E assim surgiu um Concelho
Que ainda hoje muita gente
Se orgulha da sua origem
Dizendo-se Flaviense
8
A qualidade das nascentes
Com propriedades especiais
Tornam-se águas curativas
Para doenças sazonais
9
Ao nascer com 73 graus
São das mais quentes da Europa
Por isso este parque termal
Quase sempre se esgota
10
Mas Chaves tem muito mais
Pois de turismo se trata
Desde a Quinta da Lúcia
Até à Quinta da Mata
11
Mas falemos da “nossa”
A Quinta de Samaiões
Que segundo os especialistas
Tem excelentes condições
12
Sendo um Hotel rural
Com condições especiais
Muniu-se de infra-estruturas
Fiéis às linhas tradicionais
13
Um autêntico Paraíso
Que revigora o espírito e a alma
Muito bom para descansar
Imperando a paz e a calma
14
Com muitos animais na quinta
E os pássaros a chilrear
É um ambiente agradável
Para confraternizar
15
São os Coelhos e as ovelhas
Que passam a vida a pastar
Tem também peixes no lago
Que podemos apreciar
16
Piscina Sauna e Ginásio
Para curtir com prazer
É a melhor forma de passar
Algum tempo de lazer
17
Nesta vida agitante
Em permanente fadário
Este local nos permite
Aliviar o stress diário
18
Podemos saborear
A cozinha tradicional
Da gastronomia transmontana
Com um gostinho especial
19
Como de comida se trata
Não mudemos de assunto
Temos uma especialidade
Como os enchidos e o presunto
Bom Apetite
(Domingos – O postiga)
Confraria da Sueca - Quem somos
1
Sugeriu um dia o Branquinho
Que pensasse em escrever
Alguma coisa sobre o grupo
Para hoje nos entreter
2
Pensando ao nível do indivíduo
Faço uma pequena abordagem
De cada elemento do grupo
Como surpresa na viagem
3
Será uma pequena análise
Baseada em vários vectores
Trabalho culto e personalidade
Assim como outros valores
4
Vou tentar ser realista
Mas nunca tendo a certeza
Por isso será permitido
Um Advogado de defesa
5
E começo exactamente
Pelo amigo Branquinho
Já que foi dele a nobre ideia
De ler isto no caminho
6
Farmacêutico de profissão
Terá que ter alguma audácia
Para atender durante a noite
Alguns clientes na farmácia
7
Da nossa Cooperativa
Ele é sócio fundador
Pelo trabalho realizado
Merece um público louvor
8
Com muita calma aparente
Mantém uma postura constante
Mesmo nas situações mais críticas
Nunca é deselegante
9
Quando se engana no jogo
Logo o erro reconhece
Respeitando o seu parceiro
Quando o mesmo lhe acontece
10
Falando do amigo Hernâni
Trabalhador exemplar
Muitos anos na Petrogal
Acabou de se reformar
11
Defensor dos seus ideais
Sendo uma boa premissa
Gosta de ler os artigos
Com sentido de justiça
12
Onde quer que se encontre
É o centro das atenções
Alegrando toda a gente
Com as suas revelações
13
Basta contar uma história
Com o seu sentido de humor
Cativa todo o pessoal
Como se fosse um grande actor
14
Se numa pequena discussão
Fica pior que uma fera
Responde com espontaneidade
Aquilo que menos se espera
15
Profissional da sueca
Especialista no cacilho
Então se corre mal o jogo
Não dispensa o cigarrilho
16
Quem o dispensa muito bem
É a pessoa do Sr Alfredo
Porque realmente o fumo
É coisa que lhe mete medo
17
Esta pessoa bondosa
Por muita gente atacado
Mas com sentido de amizade
Porque é muito respeitado
18
Sendo também farmacêutico
Há uns anos se reformou
Ganhando pouco dinheiro
Muito tempo trabalhou
19
Por tudo o que fez na vida
Não se sente recompensado
Sendo a reforma pequena
Tenta geri-la com cuidado
20
Eis Presidente do Águias
Quase a tempo inteiro
Trabalhando para o colectivo
Sem nunca receber dinheiro
21
São estas acções meritórias
Que temos de elogiar
Muito fez naquele clube
E continua a trabalhar
22
Já no jogo da sueca
Não é muito convincente
Porque os seus altos e baixo
Torna-o inconsequente
23
Critico a sua postura
Porque é já seu corolário
Sorrir se o jogo corre bem
Provocando o adversário
24
O mesmo não posso dizer
Do nosso amigo Joaquim
Respeitando os adversários
Do princípio até ao fim
25
Foi Compositor Tipógrafo
Mas talvez a instabilidade
Levou-o a mudar de rumo
Com o avançar da idade
26
Virou-se para a inseminação
Vindo a ser compensado
Comer e beber não faltava
Depois de visitar o gado
27
Sempre a trabalhar por fora
Muitos Km percorridos
Saboreando lanches e petiscos
E almoços oferecidos
28
Enquanto inseminava
As vaquinhas programadas
Os donos providenciavam
Umas valentes jantaradas
29
A comer e a beber
Lá seguia o seu caminho
Mas não havia uma paragem
Que não bebesse o seu copinho
30
Conhecedor da sueca
Joga com convicção
Quase adivinhando o jogo
Que o adversário tem na mão
31
Tendo sido secretário
Em bastantes assembleias
É justo ser reconhecido
Pelas diversas plateias
32
Tendo faceta de poeta
Já li alguns versos seus
Concluindo facilmente
Que são melhores que os meus
33
Podia eu continuar
A falar dele em bom tom
Mas tenho já que passar
Ao nosso amigo Jordão
34
Homem de pouca fé
Quando as coisas correm mal
Sendo muito mais positivo
Na vertente cultural
35
Nas situações negativas
Diz-lhe o subconsciente
Que já está derrotado
Que o afecta profundamente
36
Embora seja na sueca
Um homem de pouca sorte
Em nada altera o seu valor
Que globalmente é muito forte
37
Na escolha do adversário
Pede a Deus para o proteger
Mas a saída dos Reis
Fá-lo sempre sofrer
38
Sendo um homem de contas
E Bancário de profissão
Com os seus conhecimentos
Ajuda muito a Direcção
39
Elaborando os orçamentos
Segundo a sua visão
Pelo seu empenhamento
Receba a nossa gratidão
40
É um homem da cultura
No seu sentido mais lato
Pois um dia sem leitura
Para ele torna-se chato
41
Revelou há pouco tempo
Mais uma faceta concreta
Alem de ser popular
É um grande poeta
42
Não o posso comparar
Com o amigo Baptista
Não sendo ele um poeta
É um homem realista
43
Mas isto não significa
Que o poeta seja lírico
Mas abdicando da poesia
Tornar-se-á mais verídico
44
Nestas coisas o Sr. Baptista
Tem muitas vezes razão
Sendo sempre objectivo
Segundo a sua visão
45
Homem muito viajado
Devido à sua actividade
Talvez seja por isso mesmo
Que conhece bem a realidade
46
Personalidade vincada
Com uma postura constante
Mas uma pequena discussão
Torna a sua voz oscilante
47
Como observador de jogo
Considero-o profissional
Qualquer pequenino erro
Para ele já é fatal
48
Só lhe aponto um defeito
Levanta a voz para se impor
Quando não precisa disso
Sabendo ele o seu valor
49
Ao longo de muitos anos
E é digno de se realçar
Trabalhou em prol de muitos
Que passam a vida a descansar
50
Penso que é pertinente
Esta alma elogiar
Sendo preciso alguma coisa
Está pronto a ajudar
51
Esta palavra “ajudar”
Faz parte do vocabulário
Que o Sr. Moreira utiliza
No seu pensamento diário
52
Homem trabalhador
Polivalência impressionante
Qualquer problema que surja
Para ele é um instante
53
Repara electrodomésticos
Faz serviço de picheleiro
Sendo um bom Electricista
Também faz de carpinteiro
54
A sua generosidade
Não aparece gota a gota
Sempre pronto a servir
Nem que a roupa fique rota
55
Pode ser autoclismos
Pessianas ou aquecedores
Mas também televisão
Assim como esquentadores
56
Homem sempre disponível
Foi assim que o conheci
Já tenho alguns anos de vida
E como ele nunca vi
57
E como a vida continua
Que será daqui em diante!!
Para já está decidido
Em ser um bom comerciante
58
Também gosta de brincar
Fazendo crítica cerrada
Pondo água na fervura
Com uma suave risada
59
Até os cães gostam dele
Por ser uma pessoa porreira
Se alguém tem dúvidas disso
Pergunte ao NIKO do Ferreira
60
Já que falo no Sr. Ferreira
Começarei por dizer
Que na sueca é um “Ás”
Com quem posso aprender
61
Tem uma forte personalidade
E muito boa memória
Aproveitando estes recursos
Quase sempre sai e Glória
62
Passeando o seu cãozinho
Pelos aromas do jardim
Dá um passeio higiénico
Sentindo-se melhor assim
63
Passa pelo nosso “coté”
Para jogar uma suecada
Mas às vezes vai embora
Porque a espera é demorada
64
Lembra-se de vez em quando
De aparecer lá carregado
Com lembranças ao pessoal
Por isso o nosso obrigado
65
O Maurício também trouxe
Um calendário verdadeiro
Com suporte de CD
Que deu para o ano inteiro
66
Gostando das coisas direitas
Aceita bem a democracia
Se respeitarem os primeiros
Não seguindo outra via
67
Sendo nosso vizinho
Desde a primeira hora
Continua a nós ligado
Mesmo estando a viver fora
68
Esperemos que continue
Neste grupo de amigos
E também na Cooperativa
Como sócio dos mais antigos
69
Também um sócio bem antigo
É o nosso amigo Daniel
Que tem nesta Cooperativa
Um preponderante papel
70
Talvez pouco reconhecido
No apoio a tanta assembleia
E às vezes criticado
Por quem está de barriga cheia
71
Homem compreensivo
E também muito afável
Contornando os problemas
De uma forma admirável
72
Estando sempre disponível
E muitas vezes sem horário
Dá o apoio à direcção
Com serviço extraordinário
73
São estas características
De quem atende ao balcão
Como o Jorge Castelo
Que desempenha esta função
74
Não obstante este sector
Estar hoje a vender pouco
Há situações caricatas
Que o põe quase louco
75
Se tem dias tranquilos
Noutros fica chateado
Chegando à noite a casa
De semblante carregado
76
Sendo aparentemente calmo
Livrem-se dos nervos dele
Se vir algo que o incomode
Mesmo que não seja com ele
77
Se o ameaçam na sueca
Não se arma em esquisito
Se alguém diz “Já te fodi !! ”
Ele responde logo “No pito!!!”
78
Sofre muito pelo Sporting
Talvez pela simples razão
De, sendo ele sócio do Porto
Tem coração de Leão
79
Não sendo destes clubes
Falamos do Sr. Oliveira
É adepto benfiquista
Sofrendo doutra maneira
80
Uma palavra amiga
Pelo quanto tem sofrido
Embora estando ausente
Não tem sido esquecido
81
Com o problema na vista
A notícia circulou
Sinónimo da amizade
Que de todos cativou
82
Foi com muito agrado
Que o encontrei um dia
Tendo o pior já passado
Com significativa melhoria
83
Com pensamento positivo
A sua recuperação é total
Voltando à normalidade
Da sua vida real
84
Felizmente o Sr. Ricardo
Não teve este problema
Mas há sempre algo na vida
Que contraria o nosso esquema
85
Na nossa comunidade
Deu azo à sua experiência
Deixando os jardins crescer
Com a sua conivência
86
Muitas vezes me lembro
Quando à tempos atrás
Dava a volta aos jardins
Quase todas as manhãs
87
Sempre muito interessado
Como o jardim evolui-a
Ia sempre à noite ver
O que cresceu durante o dia
88
Se temos hoje este ambiente
Muito a ele lhe devemos
Já que não lhe pagamos
Com palavras agradecemos
89
Sendo ele comerciante
Tem postura de vendedor
Calmo na linguagem
Com fibra de trabalhador
90
Engraçado na sueca
Pela forma como joga
Querendo enganar os outros
Mais depressa ele se afoga
91
Com o seu estilo singular
E uma expressão de fazer rir
Tem muitas outras qualidades
Que ainda estão por descobrir
92
Qualidades e virtudes
Tem também o Sr Cordeiro
Não fosse eu a prejudicá-lo
Estaria sempre em primeiro
93
Ao falar deste Senhor
Terei que ser moderado
Sob pena de algum dia
Vir a ser interrogado
94
Personalidade invulgar
Com muita serenidade
Criticando sem ferir
Qualquer susceptibilidade
95
Pertinente nas perguntas
Selectivo nas respostas
Olha os problemas de frente
Sem nunca virar as costas
96
Muito pacato na sueca
Fazendo jogo inteligente
O adversário que se cuide
Quando ele se chega à frente
97
Uma das potenciais vítimas
É o nosso amigo Manel
Que vendo o gesto do Cordeiro
Olha logo para o papel
98
Homem crucificado
Por quem julga ser melhor
Desconcentrando-o no seu jogo
Levando-o assim a jogar pior
99
Estando-se ele marimbando
Para quem gosta de chatear
Responde com o seu jogo
Ficando sempre a ganhar
100
Ultimamente calhou mal
Pois tem tido pouca sorte
Fez uma pequena paragem
Para ver se volta a sorte
101
Quem se mete com ele
Mesmo sem lhe fazer mal
Leva logo uma resposta
Com um toque sexual
102
São estas raras pessoas
Que tendo este estatuto
Contribuem numa viagem
Para a alegria do grupo
103
O mesmo se pode dizer
Em relação ao amigo Sérgio
Mas imitar o Se Manel
Seria um grande sacrilégio
104
Gosta muito de caminhar
Andando horas a fio
Fazendo bem à saúde
É uma forma de não ter frio
105
Com o passo muito certinho
Anda sempre sem parar
Fazendo grandes caminhadas
Para a forma melhorar
106
Estando nós no Inverno
Para, o Verão ele ensaia
Nessa altura custa menos
Porque gosta muito da praia
107
Aqui poucos conhecerão
A sua faceta de pintor
Poupando algum dinheiro
À custa do seu suor
108
Na sueca é engraçado
Embora não o pareça
Antes de jogar uma carta
Coça sempre a cabeça
109
Mas é tique de muita gente
Que muitas vezes é preciso
Reflectir um pouquinho
Quando se está indeciso
110
Mas ele para se divertir
Os jogos, vai observar
Sentindo-se mais feliz
Se estiver a criticar
111
Quem nunca vi criticar
Foi o Sr. R. Ferreira
Observando em silêncio
Sem se sentar na cadeira
112
Aparecendo poucas vezes
Já deu para perceber
Que a sua conduta no jogo
É a mesma do seu viver
113
Calmo e concentrado
Sem comentários gratuitos
Define uma personalidade
Com muito bons requisitos
114
Tendo sido ele Presidente
Da nossa Cooperativa
Agradecemos-lhe também
Por ter essa iniciativa
115
Continuando nesta linha
Mudemos agora de ares
Falando doutra personalidade
Que no caso é o Sr. Tavares
116
Seguidor de uma filosofia
Onde impera o bem comum
Dispõe os seus conhecimentos
Para o bem de cada um
117
É um caso paradigmático
Ao ser presidente do ATL
Que de uma forma eficiente
Desempenha esse papel
118
Não confundindo as coisas
Face à sua posição
Também segundo se consta
É um grande brincalhão
119
Quem não parece ser assim
É a pessoa do Sr. Armando
Pessoa muito pacata
Sorrindo de vez em quando
120
A sua integração no grupo
Foi uma óptima ideia
Mostrou apenas interesse
E não precisou de assembleia
121
Portanto seja bem vindo
E tente ser campeão
Mostrou a sua capacidade
Ao derrotar o Sr. Jordão
122
Quem não consegue derrotá-lo
É o nosso amigo Queirós
Que talvez por não ter tempo
Raramente está com nós
123
Como pequeno Empresário
Com espírito de iniciativa
Sempre gostou de viver
Na nossa Cooperativa
124
Tendo uma vida atribulada
Com pouco tempo de sobra
Não deixou de se preocupar
Com a evolução da nossa obra
125
Surgiram muitos problemas
E, para as suas soluções
Estava sempre disponível
Para ajudar as Direcções
126
Conhecedor dos materiais
Na relação preço/qualidade
Minimizava o orçamento
Para esta comunidade
127
Quem não conhece este ramo
É o amigo Luís Oliveira
Sendo na área informática
Especialista de carreira
128
Sendo muito solicitado
Para ver os computadores
Só pede um pequeno Whisky
Em troca desses favores
129
Na realidade não é assim
Estando sempre disponível
Sendo prestável a muita gente
De uma forma inexcedível
130
Gosta de levantar a voz
Quando discute com a gente
Querendo mostrar-se zangado
Mas é pouco convincente
131
Quem é muito convincente
Naquilo que tem a propor
É o Sr. Victor Presidente
E também Administrador
132
Defendendo as suas teses
De uma forma inabalável
Enfrenta todas as críticas
Quase sempre imperturbável
133
A defesa de alguns valores
Segundo a sua perspectiva
Leva-o a ser coerente
Na defesa da Cooperativa
134
Muita tarefa pela frente
Na Cooperativa e Condomínio
Trabalhando em prol de todos
Segundo o seu raciocínio
135
Por todo o seu empenhamento
Nesta casa ao fim do dia
Muita noite priva a família
Da sua boa companhia
136
Gratuitamente criticado
Por gente sem nenhum pudor
Nunca abandonou o barco
Pensando em quem tem valor
137
No exercício da democracia
A crítica é útil e construtiva
Mas despida de conteúdo
Torna-se muito destrutiva
138
Por toda esta dedicação
E disponibilidade deste senhor
Proponho uma salva de palmas
E um público louvor
139
Uma palavra ao Sr. Mário
Que é um fiel assistente
Por vezes quando alguém erra
Diz logo que está presente
140
A mim já me salvou
Por isso lhe fico obrigado
Mas quando salva o adversário
Está o caldo entornado
141
Vi-o algumas vezes jogar
Ensinando professores
Mostrando aos convencidos
Que não são eles os doutores
142
Quem não percebe do jogo
É o Domingos (o Postiga!! )
Sendo as telecomunicações
A área da sua fadiga
143
Deixei a minha pessoa
De propósito para o fim
Porque seria difícil
Escrever algo sobre mim
144
Penso ser um indivíduo
Com equilíbrio emocional
Não sendo muito intempestivo
Reajo sempre ao que está mal
145
Gosto de me divertir
Embora pouco espampanante
Porque a vida sem brilho
Deve ser muito frustrante
146
Se alguém ficou esquecido
Desde já peço desculpa
Não fica o mundo perdido
Mas assumo toda a culpa
147
Prometo à posterior
Com toda a sinceridade
Se vir a pessoa esquecida
Saudá-lo com lealdade
148
Com todos estes elementos
Não faltam ingredientes
Desde que hoje no almoço
Estejam todos presentes
149
Temos actores e poetas
Jardineiros e electricistas
Técnicos e Empresários
E também Contabilistas
150
Farmacêuticos e enfermeiros
Comerciantes e vendedores
Informáticos especialistas
Em descobrir outros valores
151
Temos quadros Engenheiros
E também alguns Gestores
Deleg. de propaganda médica
Que conhecem bons Doutores
152
Em suma podemos dizer
Temos uma equipa perfeita
Que fundando um partido
Tem hipótese de ser eleita
153
É uma equipa empenhada
Em não mentir a ninguém
Por exemplo nos restaurantes
Come e bebe muito bem
154
Pensando nos trabalhadores
Cumpre todas as promessas
Para os empregados de mesa
Deixa limpas as travessas
155
Foi só a pensar no tacho
Que este grupo emergiu
Em torno de uma suequinha
Que quatro pessoas divertiu
156
Foi crescendo e aumentando
Com alguns observadores
Que com o decorrer do tempo
Vieram a ser jogadores
157
Outros que o integram
E nunca tenham jogado
Cumprem as prorrogativas
Do que está regulamentado
158
Uma dessas prorrogativas
É comer e beber bem
Sem ficar embriagado
Para evitar o que não convém
159
E como disse no início
Que ninguém fique chateado
Porque só aceito discutir
Na presença do Advogado
Um grande Abraço a todos
Domingos (o Postiga)
Sugeriu um dia o Branquinho
Que pensasse em escrever
Alguma coisa sobre o grupo
Para hoje nos entreter
2
Pensando ao nível do indivíduo
Faço uma pequena abordagem
De cada elemento do grupo
Como surpresa na viagem
3
Será uma pequena análise
Baseada em vários vectores
Trabalho culto e personalidade
Assim como outros valores
4
Vou tentar ser realista
Mas nunca tendo a certeza
Por isso será permitido
Um Advogado de defesa
5
E começo exactamente
Pelo amigo Branquinho
Já que foi dele a nobre ideia
De ler isto no caminho
6
Farmacêutico de profissão
Terá que ter alguma audácia
Para atender durante a noite
Alguns clientes na farmácia
7
Da nossa Cooperativa
Ele é sócio fundador
Pelo trabalho realizado
Merece um público louvor
8
Com muita calma aparente
Mantém uma postura constante
Mesmo nas situações mais críticas
Nunca é deselegante
9
Quando se engana no jogo
Logo o erro reconhece
Respeitando o seu parceiro
Quando o mesmo lhe acontece
10
Falando do amigo Hernâni
Trabalhador exemplar
Muitos anos na Petrogal
Acabou de se reformar
11
Defensor dos seus ideais
Sendo uma boa premissa
Gosta de ler os artigos
Com sentido de justiça
12
Onde quer que se encontre
É o centro das atenções
Alegrando toda a gente
Com as suas revelações
13
Basta contar uma história
Com o seu sentido de humor
Cativa todo o pessoal
Como se fosse um grande actor
14
Se numa pequena discussão
Fica pior que uma fera
Responde com espontaneidade
Aquilo que menos se espera
15
Profissional da sueca
Especialista no cacilho
Então se corre mal o jogo
Não dispensa o cigarrilho
16
Quem o dispensa muito bem
É a pessoa do Sr Alfredo
Porque realmente o fumo
É coisa que lhe mete medo
17
Esta pessoa bondosa
Por muita gente atacado
Mas com sentido de amizade
Porque é muito respeitado
18
Sendo também farmacêutico
Há uns anos se reformou
Ganhando pouco dinheiro
Muito tempo trabalhou
19
Por tudo o que fez na vida
Não se sente recompensado
Sendo a reforma pequena
Tenta geri-la com cuidado
20
Eis Presidente do Águias
Quase a tempo inteiro
Trabalhando para o colectivo
Sem nunca receber dinheiro
21
São estas acções meritórias
Que temos de elogiar
Muito fez naquele clube
E continua a trabalhar
22
Já no jogo da sueca
Não é muito convincente
Porque os seus altos e baixo
Torna-o inconsequente
23
Critico a sua postura
Porque é já seu corolário
Sorrir se o jogo corre bem
Provocando o adversário
24
O mesmo não posso dizer
Do nosso amigo Joaquim
Respeitando os adversários
Do princípio até ao fim
25
Foi Compositor Tipógrafo
Mas talvez a instabilidade
Levou-o a mudar de rumo
Com o avançar da idade
26
Virou-se para a inseminação
Vindo a ser compensado
Comer e beber não faltava
Depois de visitar o gado
27
Sempre a trabalhar por fora
Muitos Km percorridos
Saboreando lanches e petiscos
E almoços oferecidos
28
Enquanto inseminava
As vaquinhas programadas
Os donos providenciavam
Umas valentes jantaradas
29
A comer e a beber
Lá seguia o seu caminho
Mas não havia uma paragem
Que não bebesse o seu copinho
30
Conhecedor da sueca
Joga com convicção
Quase adivinhando o jogo
Que o adversário tem na mão
31
Tendo sido secretário
Em bastantes assembleias
É justo ser reconhecido
Pelas diversas plateias
32
Tendo faceta de poeta
Já li alguns versos seus
Concluindo facilmente
Que são melhores que os meus
33
Podia eu continuar
A falar dele em bom tom
Mas tenho já que passar
Ao nosso amigo Jordão
34
Homem de pouca fé
Quando as coisas correm mal
Sendo muito mais positivo
Na vertente cultural
35
Nas situações negativas
Diz-lhe o subconsciente
Que já está derrotado
Que o afecta profundamente
36
Embora seja na sueca
Um homem de pouca sorte
Em nada altera o seu valor
Que globalmente é muito forte
37
Na escolha do adversário
Pede a Deus para o proteger
Mas a saída dos Reis
Fá-lo sempre sofrer
38
Sendo um homem de contas
E Bancário de profissão
Com os seus conhecimentos
Ajuda muito a Direcção
39
Elaborando os orçamentos
Segundo a sua visão
Pelo seu empenhamento
Receba a nossa gratidão
40
É um homem da cultura
No seu sentido mais lato
Pois um dia sem leitura
Para ele torna-se chato
41
Revelou há pouco tempo
Mais uma faceta concreta
Alem de ser popular
É um grande poeta
42
Não o posso comparar
Com o amigo Baptista
Não sendo ele um poeta
É um homem realista
43
Mas isto não significa
Que o poeta seja lírico
Mas abdicando da poesia
Tornar-se-á mais verídico
44
Nestas coisas o Sr. Baptista
Tem muitas vezes razão
Sendo sempre objectivo
Segundo a sua visão
45
Homem muito viajado
Devido à sua actividade
Talvez seja por isso mesmo
Que conhece bem a realidade
46
Personalidade vincada
Com uma postura constante
Mas uma pequena discussão
Torna a sua voz oscilante
47
Como observador de jogo
Considero-o profissional
Qualquer pequenino erro
Para ele já é fatal
48
Só lhe aponto um defeito
Levanta a voz para se impor
Quando não precisa disso
Sabendo ele o seu valor
49
Ao longo de muitos anos
E é digno de se realçar
Trabalhou em prol de muitos
Que passam a vida a descansar
50
Penso que é pertinente
Esta alma elogiar
Sendo preciso alguma coisa
Está pronto a ajudar
51
Esta palavra “ajudar”
Faz parte do vocabulário
Que o Sr. Moreira utiliza
No seu pensamento diário
52
Homem trabalhador
Polivalência impressionante
Qualquer problema que surja
Para ele é um instante
53
Repara electrodomésticos
Faz serviço de picheleiro
Sendo um bom Electricista
Também faz de carpinteiro
54
A sua generosidade
Não aparece gota a gota
Sempre pronto a servir
Nem que a roupa fique rota
55
Pode ser autoclismos
Pessianas ou aquecedores
Mas também televisão
Assim como esquentadores
56
Homem sempre disponível
Foi assim que o conheci
Já tenho alguns anos de vida
E como ele nunca vi
57
E como a vida continua
Que será daqui em diante!!
Para já está decidido
Em ser um bom comerciante
58
Também gosta de brincar
Fazendo crítica cerrada
Pondo água na fervura
Com uma suave risada
59
Até os cães gostam dele
Por ser uma pessoa porreira
Se alguém tem dúvidas disso
Pergunte ao NIKO do Ferreira
60
Já que falo no Sr. Ferreira
Começarei por dizer
Que na sueca é um “Ás”
Com quem posso aprender
61
Tem uma forte personalidade
E muito boa memória
Aproveitando estes recursos
Quase sempre sai e Glória
62
Passeando o seu cãozinho
Pelos aromas do jardim
Dá um passeio higiénico
Sentindo-se melhor assim
63
Passa pelo nosso “coté”
Para jogar uma suecada
Mas às vezes vai embora
Porque a espera é demorada
64
Lembra-se de vez em quando
De aparecer lá carregado
Com lembranças ao pessoal
Por isso o nosso obrigado
65
O Maurício também trouxe
Um calendário verdadeiro
Com suporte de CD
Que deu para o ano inteiro
66
Gostando das coisas direitas
Aceita bem a democracia
Se respeitarem os primeiros
Não seguindo outra via
67
Sendo nosso vizinho
Desde a primeira hora
Continua a nós ligado
Mesmo estando a viver fora
68
Esperemos que continue
Neste grupo de amigos
E também na Cooperativa
Como sócio dos mais antigos
69
Também um sócio bem antigo
É o nosso amigo Daniel
Que tem nesta Cooperativa
Um preponderante papel
70
Talvez pouco reconhecido
No apoio a tanta assembleia
E às vezes criticado
Por quem está de barriga cheia
71
Homem compreensivo
E também muito afável
Contornando os problemas
De uma forma admirável
72
Estando sempre disponível
E muitas vezes sem horário
Dá o apoio à direcção
Com serviço extraordinário
73
São estas características
De quem atende ao balcão
Como o Jorge Castelo
Que desempenha esta função
74
Não obstante este sector
Estar hoje a vender pouco
Há situações caricatas
Que o põe quase louco
75
Se tem dias tranquilos
Noutros fica chateado
Chegando à noite a casa
De semblante carregado
76
Sendo aparentemente calmo
Livrem-se dos nervos dele
Se vir algo que o incomode
Mesmo que não seja com ele
77
Se o ameaçam na sueca
Não se arma em esquisito
Se alguém diz “Já te fodi !! ”
Ele responde logo “No pito!!!”
78
Sofre muito pelo Sporting
Talvez pela simples razão
De, sendo ele sócio do Porto
Tem coração de Leão
79
Não sendo destes clubes
Falamos do Sr. Oliveira
É adepto benfiquista
Sofrendo doutra maneira
80
Uma palavra amiga
Pelo quanto tem sofrido
Embora estando ausente
Não tem sido esquecido
81
Com o problema na vista
A notícia circulou
Sinónimo da amizade
Que de todos cativou
82
Foi com muito agrado
Que o encontrei um dia
Tendo o pior já passado
Com significativa melhoria
83
Com pensamento positivo
A sua recuperação é total
Voltando à normalidade
Da sua vida real
84
Felizmente o Sr. Ricardo
Não teve este problema
Mas há sempre algo na vida
Que contraria o nosso esquema
85
Na nossa comunidade
Deu azo à sua experiência
Deixando os jardins crescer
Com a sua conivência
86
Muitas vezes me lembro
Quando à tempos atrás
Dava a volta aos jardins
Quase todas as manhãs
87
Sempre muito interessado
Como o jardim evolui-a
Ia sempre à noite ver
O que cresceu durante o dia
88
Se temos hoje este ambiente
Muito a ele lhe devemos
Já que não lhe pagamos
Com palavras agradecemos
89
Sendo ele comerciante
Tem postura de vendedor
Calmo na linguagem
Com fibra de trabalhador
90
Engraçado na sueca
Pela forma como joga
Querendo enganar os outros
Mais depressa ele se afoga
91
Com o seu estilo singular
E uma expressão de fazer rir
Tem muitas outras qualidades
Que ainda estão por descobrir
92
Qualidades e virtudes
Tem também o Sr Cordeiro
Não fosse eu a prejudicá-lo
Estaria sempre em primeiro
93
Ao falar deste Senhor
Terei que ser moderado
Sob pena de algum dia
Vir a ser interrogado
94
Personalidade invulgar
Com muita serenidade
Criticando sem ferir
Qualquer susceptibilidade
95
Pertinente nas perguntas
Selectivo nas respostas
Olha os problemas de frente
Sem nunca virar as costas
96
Muito pacato na sueca
Fazendo jogo inteligente
O adversário que se cuide
Quando ele se chega à frente
97
Uma das potenciais vítimas
É o nosso amigo Manel
Que vendo o gesto do Cordeiro
Olha logo para o papel
98
Homem crucificado
Por quem julga ser melhor
Desconcentrando-o no seu jogo
Levando-o assim a jogar pior
99
Estando-se ele marimbando
Para quem gosta de chatear
Responde com o seu jogo
Ficando sempre a ganhar
100
Ultimamente calhou mal
Pois tem tido pouca sorte
Fez uma pequena paragem
Para ver se volta a sorte
101
Quem se mete com ele
Mesmo sem lhe fazer mal
Leva logo uma resposta
Com um toque sexual
102
São estas raras pessoas
Que tendo este estatuto
Contribuem numa viagem
Para a alegria do grupo
103
O mesmo se pode dizer
Em relação ao amigo Sérgio
Mas imitar o Se Manel
Seria um grande sacrilégio
104
Gosta muito de caminhar
Andando horas a fio
Fazendo bem à saúde
É uma forma de não ter frio
105
Com o passo muito certinho
Anda sempre sem parar
Fazendo grandes caminhadas
Para a forma melhorar
106
Estando nós no Inverno
Para, o Verão ele ensaia
Nessa altura custa menos
Porque gosta muito da praia
107
Aqui poucos conhecerão
A sua faceta de pintor
Poupando algum dinheiro
À custa do seu suor
108
Na sueca é engraçado
Embora não o pareça
Antes de jogar uma carta
Coça sempre a cabeça
109
Mas é tique de muita gente
Que muitas vezes é preciso
Reflectir um pouquinho
Quando se está indeciso
110
Mas ele para se divertir
Os jogos, vai observar
Sentindo-se mais feliz
Se estiver a criticar
111
Quem nunca vi criticar
Foi o Sr. R. Ferreira
Observando em silêncio
Sem se sentar na cadeira
112
Aparecendo poucas vezes
Já deu para perceber
Que a sua conduta no jogo
É a mesma do seu viver
113
Calmo e concentrado
Sem comentários gratuitos
Define uma personalidade
Com muito bons requisitos
114
Tendo sido ele Presidente
Da nossa Cooperativa
Agradecemos-lhe também
Por ter essa iniciativa
115
Continuando nesta linha
Mudemos agora de ares
Falando doutra personalidade
Que no caso é o Sr. Tavares
116
Seguidor de uma filosofia
Onde impera o bem comum
Dispõe os seus conhecimentos
Para o bem de cada um
117
É um caso paradigmático
Ao ser presidente do ATL
Que de uma forma eficiente
Desempenha esse papel
118
Não confundindo as coisas
Face à sua posição
Também segundo se consta
É um grande brincalhão
119
Quem não parece ser assim
É a pessoa do Sr. Armando
Pessoa muito pacata
Sorrindo de vez em quando
120
A sua integração no grupo
Foi uma óptima ideia
Mostrou apenas interesse
E não precisou de assembleia
121
Portanto seja bem vindo
E tente ser campeão
Mostrou a sua capacidade
Ao derrotar o Sr. Jordão
122
Quem não consegue derrotá-lo
É o nosso amigo Queirós
Que talvez por não ter tempo
Raramente está com nós
123
Como pequeno Empresário
Com espírito de iniciativa
Sempre gostou de viver
Na nossa Cooperativa
124
Tendo uma vida atribulada
Com pouco tempo de sobra
Não deixou de se preocupar
Com a evolução da nossa obra
125
Surgiram muitos problemas
E, para as suas soluções
Estava sempre disponível
Para ajudar as Direcções
126
Conhecedor dos materiais
Na relação preço/qualidade
Minimizava o orçamento
Para esta comunidade
127
Quem não conhece este ramo
É o amigo Luís Oliveira
Sendo na área informática
Especialista de carreira
128
Sendo muito solicitado
Para ver os computadores
Só pede um pequeno Whisky
Em troca desses favores
129
Na realidade não é assim
Estando sempre disponível
Sendo prestável a muita gente
De uma forma inexcedível
130
Gosta de levantar a voz
Quando discute com a gente
Querendo mostrar-se zangado
Mas é pouco convincente
131
Quem é muito convincente
Naquilo que tem a propor
É o Sr. Victor Presidente
E também Administrador
132
Defendendo as suas teses
De uma forma inabalável
Enfrenta todas as críticas
Quase sempre imperturbável
133
A defesa de alguns valores
Segundo a sua perspectiva
Leva-o a ser coerente
Na defesa da Cooperativa
134
Muita tarefa pela frente
Na Cooperativa e Condomínio
Trabalhando em prol de todos
Segundo o seu raciocínio
135
Por todo o seu empenhamento
Nesta casa ao fim do dia
Muita noite priva a família
Da sua boa companhia
136
Gratuitamente criticado
Por gente sem nenhum pudor
Nunca abandonou o barco
Pensando em quem tem valor
137
No exercício da democracia
A crítica é útil e construtiva
Mas despida de conteúdo
Torna-se muito destrutiva
138
Por toda esta dedicação
E disponibilidade deste senhor
Proponho uma salva de palmas
E um público louvor
139
Uma palavra ao Sr. Mário
Que é um fiel assistente
Por vezes quando alguém erra
Diz logo que está presente
140
A mim já me salvou
Por isso lhe fico obrigado
Mas quando salva o adversário
Está o caldo entornado
141
Vi-o algumas vezes jogar
Ensinando professores
Mostrando aos convencidos
Que não são eles os doutores
142
Quem não percebe do jogo
É o Domingos (o Postiga!! )
Sendo as telecomunicações
A área da sua fadiga
143
Deixei a minha pessoa
De propósito para o fim
Porque seria difícil
Escrever algo sobre mim
144
Penso ser um indivíduo
Com equilíbrio emocional
Não sendo muito intempestivo
Reajo sempre ao que está mal
145
Gosto de me divertir
Embora pouco espampanante
Porque a vida sem brilho
Deve ser muito frustrante
146
Se alguém ficou esquecido
Desde já peço desculpa
Não fica o mundo perdido
Mas assumo toda a culpa
147
Prometo à posterior
Com toda a sinceridade
Se vir a pessoa esquecida
Saudá-lo com lealdade
148
Com todos estes elementos
Não faltam ingredientes
Desde que hoje no almoço
Estejam todos presentes
149
Temos actores e poetas
Jardineiros e electricistas
Técnicos e Empresários
E também Contabilistas
150
Farmacêuticos e enfermeiros
Comerciantes e vendedores
Informáticos especialistas
Em descobrir outros valores
151
Temos quadros Engenheiros
E também alguns Gestores
Deleg. de propaganda médica
Que conhecem bons Doutores
152
Em suma podemos dizer
Temos uma equipa perfeita
Que fundando um partido
Tem hipótese de ser eleita
153
É uma equipa empenhada
Em não mentir a ninguém
Por exemplo nos restaurantes
Come e bebe muito bem
154
Pensando nos trabalhadores
Cumpre todas as promessas
Para os empregados de mesa
Deixa limpas as travessas
155
Foi só a pensar no tacho
Que este grupo emergiu
Em torno de uma suequinha
Que quatro pessoas divertiu
156
Foi crescendo e aumentando
Com alguns observadores
Que com o decorrer do tempo
Vieram a ser jogadores
157
Outros que o integram
E nunca tenham jogado
Cumprem as prorrogativas
Do que está regulamentado
158
Uma dessas prorrogativas
É comer e beber bem
Sem ficar embriagado
Para evitar o que não convém
159
E como disse no início
Que ninguém fique chateado
Porque só aceito discutir
Na presença do Advogado
Um grande Abraço a todos
Domingos (o Postiga)
Aniversario de um amigo
MEIO SÉCULO DE VIDA
Parabéns meu grande amigo
Pelas cinquenta primaveras
Pareces ainda um jovem
Mas já não és o que eras
Com esses olhos pesqueiros
Quando vias uma saia
Esquecias-te dos amigos
Para seguir a catraia
Não consegues esquecer
Os encontros no Mucaba
Nós e outros amigos
A curtir com quem lá estava
Tu bem dizes à mulher
Vai à tua mãezinha
E assim vais ao café
Para molhar a vistinha
Após os cinquenta anos
Já podes ganhar juízo
Olhar só para a esposa
Mantendo sempre um sorriso
Abraço
Parabéns meu grande amigo
Pelas cinquenta primaveras
Pareces ainda um jovem
Mas já não és o que eras
Com esses olhos pesqueiros
Quando vias uma saia
Esquecias-te dos amigos
Para seguir a catraia
Não consegues esquecer
Os encontros no Mucaba
Nós e outros amigos
A curtir com quem lá estava
Tu bem dizes à mulher
Vai à tua mãezinha
E assim vais ao café
Para molhar a vistinha
Após os cinquenta anos
Já podes ganhar juízo
Olhar só para a esposa
Mantendo sempre um sorriso
Abraço
Aniversário - Teresa 1997
No céu nasce uma estrela.
Na terra uma flor.
No trabalho um amigo.
Que tenta dar o seu melhor.
Cardoso
MUITOS
PARABÉNS
PELO
SEU
ANIVERSÁRIO
Há alguns anos atrás.
Estava eu a trabalhar.
Chegou mais uma colega.
Para o sector ajudar.
Depois de cá chegar.
Tendo a Ana como suporte.
Se fosse eu a ajudá-la.
Não teria a mesma sorte. (Que o diga a Ana)
Tenho estado a brincar.
Mas digo sinceramente.
Não consigo perceber.
Como aparece esta gente.
Mas já que p’ra cá veio.
Tive que a aturar.
Não tinha alternativa.
Senão tentar ajudar.
Mas tenho um grande defeito.
Que não consigo evitar.
Suscito mais confusão.
Ao tentar explicar. (que o diga a Ana.)
Mas voltando à Menina.
Que chegou de S.João.
Pensei cá para mim.
Mais uma p’ra confusão.
Enganei-me redondamente.
Talvez por não saber.
Que no meio de tanta gente.
Conseguia sobreviver.
Mas a entreajuda.
Que sempre coexistiu.
Tornou as coisas mais fáceis.
E o trabalho seguiu.
O tempo avançou.
E as pessoas mudaram.
Esquecendo valores.
Que tinham quando chegaram.
Já estou baralhado.
Fazendo sem sequência.
Estes versos para si.
Sem gastar inteligência.
Não a vou maçar mais.
No fundo o que queria.
Era proporcionar-lhe.
Um passa-tempo neste dia.
Sei que faz anos hoje.
Mas não sei quantos faz.
Desejo que passe o dia.
Com alegria e muita paz.
Desejo sinceramente.
Que tudo lhe corra bem.
Que o meio tire proveito.
Do bom coração que tem.
Agora me lembrei.
Do curso que acabou.
Se continua sempre aí.
Até esquece o que estudou.
Se eu poder ajudar.
E se de mim depender.
Pode já começar.
Pois já dei o meu parecer.
Infelizmente não posso.
Porque aqui não sou ninguém.
Que é que adiantava.
Ir falar com alguém.
Voltando aos seus anos.
Que foi o que me levou.
A fazer estes versinhos.
Que o meu coração ajudou.
Parabéns a você.
Só mais uma vez.
Prometendo-lhe voltar.
Para o ano outra vez.
Parabéns
Na terra uma flor.
No trabalho um amigo.
Que tenta dar o seu melhor.
Cardoso
MUITOS
PARABÉNS
PELO
SEU
ANIVERSÁRIO
Há alguns anos atrás.
Estava eu a trabalhar.
Chegou mais uma colega.
Para o sector ajudar.
Depois de cá chegar.
Tendo a Ana como suporte.
Se fosse eu a ajudá-la.
Não teria a mesma sorte. (Que o diga a Ana)
Tenho estado a brincar.
Mas digo sinceramente.
Não consigo perceber.
Como aparece esta gente.
Mas já que p’ra cá veio.
Tive que a aturar.
Não tinha alternativa.
Senão tentar ajudar.
Mas tenho um grande defeito.
Que não consigo evitar.
Suscito mais confusão.
Ao tentar explicar. (que o diga a Ana.)
Mas voltando à Menina.
Que chegou de S.João.
Pensei cá para mim.
Mais uma p’ra confusão.
Enganei-me redondamente.
Talvez por não saber.
Que no meio de tanta gente.
Conseguia sobreviver.
Mas a entreajuda.
Que sempre coexistiu.
Tornou as coisas mais fáceis.
E o trabalho seguiu.
O tempo avançou.
E as pessoas mudaram.
Esquecendo valores.
Que tinham quando chegaram.
Já estou baralhado.
Fazendo sem sequência.
Estes versos para si.
Sem gastar inteligência.
Não a vou maçar mais.
No fundo o que queria.
Era proporcionar-lhe.
Um passa-tempo neste dia.
Sei que faz anos hoje.
Mas não sei quantos faz.
Desejo que passe o dia.
Com alegria e muita paz.
Desejo sinceramente.
Que tudo lhe corra bem.
Que o meio tire proveito.
Do bom coração que tem.
Agora me lembrei.
Do curso que acabou.
Se continua sempre aí.
Até esquece o que estudou.
Se eu poder ajudar.
E se de mim depender.
Pode já começar.
Pois já dei o meu parecer.
Infelizmente não posso.
Porque aqui não sou ninguém.
Que é que adiantava.
Ir falar com alguém.
Voltando aos seus anos.
Que foi o que me levou.
A fazer estes versinhos.
Que o meu coração ajudou.
Parabéns a você.
Só mais uma vez.
Prometendo-lhe voltar.
Para o ano outra vez.
Parabéns
Almoço - TSE
1
Neste dia especial
É com muito prazer
Que vou pagar o almoço
Que acabamos de comer
2
A mudança de carreira
Para denominada TSE
É fruto de uma esperança
Que se mantinha de pé
3
Sem pensar que lá chegava
Sempre foi meu apanágio
Dar o máximo no trabalho
A partir do primeiro estágio
4
Muito tempo ignorado
Pelo esforço desenvolvido
Acabei por ser compensado
Por todo o tempo perdido
5
Cheguei um dia a pensar
Que não passaria de ETP
Mas a persistência do Chefe
Manteve-me sempre a fé
6
Estou-lhe muito agradecido
Por toda a sua persistência
Demonstrando aos superiores
Toda a sua impaciência
7
Após a convocatória
Fiquei muito apreensivo
Pelo tempo que dispunha
Para estudar tanto livro
8
No vasto programa de provas
Comecei no ECDL
Por passar os Manuais
Imprimindo-os em papel
9
Dispondo de sete módulos
Quatro tinha que escolher
O meu maior problema
Foi os menus conhecer
10
Da Gestão de Ficheiros
Às Tecnologias de Informação
Podia escolher o EXEL
Ou tinha o WORD como opção
11
Tinha ainda o ACCESS
Ou Redes e Internet
Por último o PowerPoint
Para completar os Sete
12
Muitas noites de sono
Em estudo permanente
Preocupado com os truques
Para poder seguir em frente
13
Agradeço a toda a equipa
Por me permitir estudar
Fazendo todo o trabalho
Que eu tinha de realizar
14
Lá consegui o objectivo
De fazer o ECDL
Fazendo quatro dos módulos
E pensar no próximo papel
15
Aptidão profissional
Eram as provas previstas
Seguindo as psicológicas
Terminando com entrevistas
16
Assim foi terminado
Um período estafado
Ficando apenas espectante
De qual seria o resultado
17
Recebi a boa Nova
No dia 16 de Novembro
Comemorando esta data
Em 15 de Dezembro
18
Porque o tempo é pouco
Finalizo por aqui
Agradecendo o apoio
Que de todos recebi
Um Grande abraço
Cardoso
Neste dia especial
É com muito prazer
Que vou pagar o almoço
Que acabamos de comer
2
A mudança de carreira
Para denominada TSE
É fruto de uma esperança
Que se mantinha de pé
3
Sem pensar que lá chegava
Sempre foi meu apanágio
Dar o máximo no trabalho
A partir do primeiro estágio
4
Muito tempo ignorado
Pelo esforço desenvolvido
Acabei por ser compensado
Por todo o tempo perdido
5
Cheguei um dia a pensar
Que não passaria de ETP
Mas a persistência do Chefe
Manteve-me sempre a fé
6
Estou-lhe muito agradecido
Por toda a sua persistência
Demonstrando aos superiores
Toda a sua impaciência
7
Após a convocatória
Fiquei muito apreensivo
Pelo tempo que dispunha
Para estudar tanto livro
8
No vasto programa de provas
Comecei no ECDL
Por passar os Manuais
Imprimindo-os em papel
9
Dispondo de sete módulos
Quatro tinha que escolher
O meu maior problema
Foi os menus conhecer
10
Da Gestão de Ficheiros
Às Tecnologias de Informação
Podia escolher o EXEL
Ou tinha o WORD como opção
11
Tinha ainda o ACCESS
Ou Redes e Internet
Por último o PowerPoint
Para completar os Sete
12
Muitas noites de sono
Em estudo permanente
Preocupado com os truques
Para poder seguir em frente
13
Agradeço a toda a equipa
Por me permitir estudar
Fazendo todo o trabalho
Que eu tinha de realizar
14
Lá consegui o objectivo
De fazer o ECDL
Fazendo quatro dos módulos
E pensar no próximo papel
15
Aptidão profissional
Eram as provas previstas
Seguindo as psicológicas
Terminando com entrevistas
16
Assim foi terminado
Um período estafado
Ficando apenas espectante
De qual seria o resultado
17
Recebi a boa Nova
No dia 16 de Novembro
Comemorando esta data
Em 15 de Dezembro
18
Porque o tempo é pouco
Finalizo por aqui
Agradecendo o apoio
Que de todos recebi
Um Grande abraço
Cardoso
Destaque - Vários
Sei que pareço um ladrão...
Mas há muitos que eu conheço
Que, sem parecer o que são,
São aquilo que eu pareço.
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
"Deixam-me sempre confuso
as tuas palavras boas
por não te ver fazer uso
dessa moral que apregoas
Inteligências há poucas
Quase sempre as violências
nascem de cabeças ocas
por medo às inteligências
Se de vencer for capaz
é sempre grande quem vence
faz para si o bem que pensa
mas não pensa o mal que faz
Porque será que nós temos
na frente, aos montes, aos molhos
tanta coisa que não vemos
nem mesmo perto dos olhos
Não sou esperto nem burro,
nem bem nem mal educado
Sou simplesmente o produto
do meio em que fui educado
António Aleixo
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Verdes são os campos
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
Luís de Camões
««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««
Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si sómente pode descansar,
Pois consigo tal alma está liada.
Mas esta linda e pura semideia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim co'a alma minha se conforma,
Está no pensamento como ideia;
[E] o vivo e puro amor de que sou feito,
Como matéria simples busca a forma.
Luís de Camões
Mas há muitos que eu conheço
Que, sem parecer o que são,
São aquilo que eu pareço.
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
"Deixam-me sempre confuso
as tuas palavras boas
por não te ver fazer uso
dessa moral que apregoas
Inteligências há poucas
Quase sempre as violências
nascem de cabeças ocas
por medo às inteligências
Se de vencer for capaz
é sempre grande quem vence
faz para si o bem que pensa
mas não pensa o mal que faz
Porque será que nós temos
na frente, aos montes, aos molhos
tanta coisa que não vemos
nem mesmo perto dos olhos
Não sou esperto nem burro,
nem bem nem mal educado
Sou simplesmente o produto
do meio em que fui educado
António Aleixo
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»
Verdes são os campos
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
Luís de Camões
««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««
Transforma-se o amador na cousa amada
Transforma-se o amador na cousa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si sómente pode descansar,
Pois consigo tal alma está liada.
Mas esta linda e pura semideia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim co'a alma minha se conforma,
Está no pensamento como ideia;
[E] o vivo e puro amor de que sou feito,
Como matéria simples busca a forma.
Luís de Camões
Os 77 Anos do meu Pai
1
Ao dia 20 de Abril
Nasceu um bébézinho
Em mil novecentos e vinte
Que veio a ser o Zèzinho
2
Começou então a crescer
E a olhar para o seu meio
Pensando ser tudo tão bom
Vendo o mundo sem receio.
3
Chegou a idade da escola
Mas aínda não sabia
Que ía ficar em casa
Onde nada aprendia.
4
Pensou então mais tarde
Começar a estudar
E fez a terceira classe
Que muito o veio ajudar.
5
Mas havia qualquer coisa
Que ele gostava de fazer
Tocar o seu violão
Ao surgir o anoitecer.
6
Das noites das desfolhadas
Às festas com os amigos
O violão o acompanhava
Para esquecer os castigos.
7
Cedo ele começou
No duro a trabalhar
E nos tempos de lazer
Só pensava em namorar.
8
São momentos antigos
Que eu não conheci
Mas ouví algumas histórias
Que ainda não esqueci.
9
Desculpem se me enganei
Mas eu não existia ainda
Só sei que não descansou
Enquanto não viu a Gracinda.
10
Por falar nesta Senhora
Que nos é muito querida
Um carinho especial
Porque não está esquecida.
11
Os parabéns atrazados
Porque fez anos primeiro
Prometo estar cá para o ano
No dia 1 de fevereiro.
12
Mas hoje o protagonista
É o nosso querido pai
E eu gostava de recordar
O tempo que já lá vai.
13
Não me vai levar a mal
Mas vou aqui recordar
Uma história bonita
Quando estava a namorar.
14
Estão todos curiosos
Que história será essa!!
Guardem a curiosidade
Porque só a eles interessa.
15
Mas a vida continuou
E para ganhar dinheiro
Há que saber trabalhar
De moleiro e carpinteiro
16
Com o seu casamento
E o aparecimento dos filhos
A vida ficava difícil
E surgiam os sarilhos
17
Para resolver os problemas
E fazer uma vida sã
Éra ser moleiro em casa
E carpinteiro na Tabopan.
18
Os anos foram passando
E para não haver desleixo
Viemos de Locaia na Lomba
Para a Corugeira no Freixo.
19
Mas esta pequena quinta
Que dava pouca lavoura
Dava muito trabalho
E mudou pr'a Corredoura
20
E assim continuou
Esta vida, esta guerra
De dia a trabalhar na fábrica
E à noite ajudar a terra.
21
Mas ele tinha um grande sonho
Que era ter uma casinha
Para estar sossegado
Nem que fôsse pequenina.
22
E isso veio a acontecer
E Deus o abençoou
Porque foi o Sr. Padre
Que a casa lhe indicou.
23
Acreditando na notícia
Logo veio prá aqui
Passou um mau bocado
Mas hoje já sorri.
23
São setenta e sete anos
De vida bastante dura
Com momentos de alegria
E outros de amargura.
24
Mas a vida é bonita
Em conjunto com os seus
Que com sacrifício criou
Com amor e fé em Deus.
25
Setenta e sete primaveras
E muitas mais hão-de vir
Receba os nossos parabéns
E continue a sorrir.
Muitos Parabéns
Beijinhos
Ao dia 20 de Abril
Nasceu um bébézinho
Em mil novecentos e vinte
Que veio a ser o Zèzinho
2
Começou então a crescer
E a olhar para o seu meio
Pensando ser tudo tão bom
Vendo o mundo sem receio.
3
Chegou a idade da escola
Mas aínda não sabia
Que ía ficar em casa
Onde nada aprendia.
4
Pensou então mais tarde
Começar a estudar
E fez a terceira classe
Que muito o veio ajudar.
5
Mas havia qualquer coisa
Que ele gostava de fazer
Tocar o seu violão
Ao surgir o anoitecer.
6
Das noites das desfolhadas
Às festas com os amigos
O violão o acompanhava
Para esquecer os castigos.
7
Cedo ele começou
No duro a trabalhar
E nos tempos de lazer
Só pensava em namorar.
8
São momentos antigos
Que eu não conheci
Mas ouví algumas histórias
Que ainda não esqueci.
9
Desculpem se me enganei
Mas eu não existia ainda
Só sei que não descansou
Enquanto não viu a Gracinda.
10
Por falar nesta Senhora
Que nos é muito querida
Um carinho especial
Porque não está esquecida.
11
Os parabéns atrazados
Porque fez anos primeiro
Prometo estar cá para o ano
No dia 1 de fevereiro.
12
Mas hoje o protagonista
É o nosso querido pai
E eu gostava de recordar
O tempo que já lá vai.
13
Não me vai levar a mal
Mas vou aqui recordar
Uma história bonita
Quando estava a namorar.
14
Estão todos curiosos
Que história será essa!!
Guardem a curiosidade
Porque só a eles interessa.
15
Mas a vida continuou
E para ganhar dinheiro
Há que saber trabalhar
De moleiro e carpinteiro
16
Com o seu casamento
E o aparecimento dos filhos
A vida ficava difícil
E surgiam os sarilhos
17
Para resolver os problemas
E fazer uma vida sã
Éra ser moleiro em casa
E carpinteiro na Tabopan.
18
Os anos foram passando
E para não haver desleixo
Viemos de Locaia na Lomba
Para a Corugeira no Freixo.
19
Mas esta pequena quinta
Que dava pouca lavoura
Dava muito trabalho
E mudou pr'a Corredoura
20
E assim continuou
Esta vida, esta guerra
De dia a trabalhar na fábrica
E à noite ajudar a terra.
21
Mas ele tinha um grande sonho
Que era ter uma casinha
Para estar sossegado
Nem que fôsse pequenina.
22
E isso veio a acontecer
E Deus o abençoou
Porque foi o Sr. Padre
Que a casa lhe indicou.
23
Acreditando na notícia
Logo veio prá aqui
Passou um mau bocado
Mas hoje já sorri.
23
São setenta e sete anos
De vida bastante dura
Com momentos de alegria
E outros de amargura.
24
Mas a vida é bonita
Em conjunto com os seus
Que com sacrifício criou
Com amor e fé em Deus.
25
Setenta e sete primaveras
E muitas mais hão-de vir
Receba os nossos parabéns
E continue a sorrir.
Muitos Parabéns
Beijinhos
O Nosso Mundo
Quase em 2003
Mais um Ano se passou
Mas em termos de justiça
Vemos que nada mudou
Muitas palavras bonitas
Para nos levantar o Ego
Mas em termos realistas
Vira-se o bico ao Prego
Coitados dos pobrezinhos
Que cada vez têm menos
Para os ricos só docinhos
Para os pobres só venenos
Enquantos os andares de luxo
Vem aumentando suas vendas
Quem precisa duma casinha
Continua a viver em tendas
Para comprar um carrito
Temos muito que pensar
Mas os de alta cilindrada
As vendas estão a aumentar
Que raio de mundo este
Onde a maior parte tem fome
Enquanto um pequeno grupo
Desperdiça mais que o que come
Em termos de justiça
Este mundo é enganador
Não se consegue abranger
O conceito lato do Amor
Uma mensagem de esperança
Cheia de ideias boas
Era bom que me enganasse
Na hipocrisia das pessoas
Existem bons pensamentos
Teòricamente geniais
Mas na sociedade actual
Não poderão ser reais
Um bom Ano Para Todos!!!!!!!!!!!
Cardoso
Mais um Ano se passou
Mas em termos de justiça
Vemos que nada mudou
Muitas palavras bonitas
Para nos levantar o Ego
Mas em termos realistas
Vira-se o bico ao Prego
Coitados dos pobrezinhos
Que cada vez têm menos
Para os ricos só docinhos
Para os pobres só venenos
Enquantos os andares de luxo
Vem aumentando suas vendas
Quem precisa duma casinha
Continua a viver em tendas
Para comprar um carrito
Temos muito que pensar
Mas os de alta cilindrada
As vendas estão a aumentar
Que raio de mundo este
Onde a maior parte tem fome
Enquanto um pequeno grupo
Desperdiça mais que o que come
Em termos de justiça
Este mundo é enganador
Não se consegue abranger
O conceito lato do Amor
Uma mensagem de esperança
Cheia de ideias boas
Era bom que me enganasse
Na hipocrisia das pessoas
Existem bons pensamentos
Teòricamente geniais
Mas na sociedade actual
Não poderão ser reais
Um bom Ano Para Todos!!!!!!!!!!!
Cardoso
16 junho 2007
Jantar do Oliveira - 2001
1
Não sei como começar
Porque não estou inspirado
Mas sinto que tenho o dever
De te ficar obrigado
2
Conheci o Oliveira
À 26 anos atrás
Dele recordo coisa boas
E não encontro coisas más
3
Não porque não tenha defeitos
Porque defeitos todos tem
Mas o seu sentido da vida
È único como ninguém
4
Muito tenho que dizer
A cerca deste grande amigo
Mas aumenta a comoção
Que até fico esquecido
5
Um homem, um colega
Um amigo e conselheiro
Com uma alma bondosa
É um bom companheiro
6
Surgia um grande problema
E ele mantinha a sua calma
Encarava as situações
Com a sua boa alma
7
Se sentia que um colega
Ficava algo nervoso
Logo um abraço surgia
E um convite muito honroso
8
Para tomar um café
Mas com outro objectivo
Com a sua experiência
Acalmar o seu amigo
9
Eu mesmo reconheço
Que ele nunca merecia
Algumas frases menos próprias
Que as vezes lhe dizia
10
Quando eu o conheci
Pensei para os meus botões
Aqui está mais um tipo
Para gerar confusões
11
Mas o tempo é uma escola
Que me ensinou a viver
Conhecendo as pessoas
Ouvindo o que querem dizer
12
Agradeço ao Oliveira
Coisas boas que ensinou
Com a experiência da vida
Que em mim algo mudou
13
O seu profissionalismo
E a sua dedicação
Mereciam da nossa empresa
Uma outra atenção
14
Horários não existiam
Quando havia que fazer
Algo que fosse importante
Sem ninguém lhe dizer
15
Temos à alguns anos
Um percurso similar
Quando a digital surgiu
E juntos fomos estagiar
16
Foi aqui nesta altura
Que o passei a conhecer
Nas suas várias facetas
E o trato do seu viver
17
No mundo em que vivemos
Ter conhecido o Oliveira
É manter uma amizade
Para a nossa vida inteira
18
Um carácter singular
Com a sua bondade
Tendo sempre para os outros
Um sorriso que lhes agrade
19
Agora em nome de todos
O meu muito obrigado
Por tudo o que fizeste
E ajudaste no passado
20
Eu podia escrever muito
Mas nunca iria conseguir
Traduzir em palavras
O que quero transmitir
21
Recebe um abraço amigo
E continua a viver
Mas a amizade continua
Pois não a quero perder
22
Já estava esquecido
Deste encontro contigo
É apenas um jantar
Para falar com um amigo
23
Maiores ou mais pequenos
Outros se onde seguir
Gostamos de estar contigo
Só para te ver sorrir.
UM GRANDE ABRAÇO
Cardoso
Não sei como começar
Porque não estou inspirado
Mas sinto que tenho o dever
De te ficar obrigado
2
Conheci o Oliveira
À 26 anos atrás
Dele recordo coisa boas
E não encontro coisas más
3
Não porque não tenha defeitos
Porque defeitos todos tem
Mas o seu sentido da vida
È único como ninguém
4
Muito tenho que dizer
A cerca deste grande amigo
Mas aumenta a comoção
Que até fico esquecido
5
Um homem, um colega
Um amigo e conselheiro
Com uma alma bondosa
É um bom companheiro
6
Surgia um grande problema
E ele mantinha a sua calma
Encarava as situações
Com a sua boa alma
7
Se sentia que um colega
Ficava algo nervoso
Logo um abraço surgia
E um convite muito honroso
8
Para tomar um café
Mas com outro objectivo
Com a sua experiência
Acalmar o seu amigo
9
Eu mesmo reconheço
Que ele nunca merecia
Algumas frases menos próprias
Que as vezes lhe dizia
10
Quando eu o conheci
Pensei para os meus botões
Aqui está mais um tipo
Para gerar confusões
11
Mas o tempo é uma escola
Que me ensinou a viver
Conhecendo as pessoas
Ouvindo o que querem dizer
12
Agradeço ao Oliveira
Coisas boas que ensinou
Com a experiência da vida
Que em mim algo mudou
13
O seu profissionalismo
E a sua dedicação
Mereciam da nossa empresa
Uma outra atenção
14
Horários não existiam
Quando havia que fazer
Algo que fosse importante
Sem ninguém lhe dizer
15
Temos à alguns anos
Um percurso similar
Quando a digital surgiu
E juntos fomos estagiar
16
Foi aqui nesta altura
Que o passei a conhecer
Nas suas várias facetas
E o trato do seu viver
17
No mundo em que vivemos
Ter conhecido o Oliveira
É manter uma amizade
Para a nossa vida inteira
18
Um carácter singular
Com a sua bondade
Tendo sempre para os outros
Um sorriso que lhes agrade
19
Agora em nome de todos
O meu muito obrigado
Por tudo o que fizeste
E ajudaste no passado
20
Eu podia escrever muito
Mas nunca iria conseguir
Traduzir em palavras
O que quero transmitir
21
Recebe um abraço amigo
E continua a viver
Mas a amizade continua
Pois não a quero perder
22
Já estava esquecido
Deste encontro contigo
É apenas um jantar
Para falar com um amigo
23
Maiores ou mais pequenos
Outros se onde seguir
Gostamos de estar contigo
Só para te ver sorrir.
UM GRANDE ABRAÇO
Cardoso
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